Estado do RGS passa de réu a credor recebendo uma lancha para Patrulha Ambiental da Brigada Militar

Estado do RGS passa de réu a credor recebendo uma lancha para a Patrulha Ambiental da Brigada Militar http://bit.ly/lancha-bm
 Nos anos oitenta, sequer sabia existir globalismo. Nunca havia escutado nome como Monsanto. Combatia as suas estratégias porque percebia que iriam produzir resultados idiotizantes.
 Em 1992, além de alertamos a revisão constitucional ser uma farsa, expomos o engodo do plano econômico criado para tornar FHC popular. Enquanto a imprensa alardeava o fim da inflação, duvidamos. Expomos o interesse do governo em manter a inflação, a qual é um imposto dissimulado como registrado em http://bit.ly/pq-existe-inflacao
 Nos anos seguintes, impedimos o controle da produção de alimentos pela multinacional citada. Por fim, alertamos do perigo das mudanças no sistema judicial e no ensino federal. Aquelas alterações acarretaram o fim da efetividade da justiça e manifesta ineficácia do ensino demonstrada pela idiotização de crescentes contingentes populacionais.
Tornei-me uma ameaça aos interesses globalistas detentores de ¾ da riqueza do planeta. Passei a sofrer ataques dissimulados e demorei uma década para começar a entender e tentar me proteger. No início, nem imagina existir uma pequena minoria com poder de controlar o Mundo. Nem, muito menos, cogitava haver gente tão ruim, desumana, capaz de promover a desgraça, o sofrimento e causar milhões de mortes apenas para satisfazer seu vício de acumular mais poder.

Há departamentos especializados em assassinar reputação de quem ameaça o controle globalista. Existem há décadas e só em 2017 foi revelado esse requinte de sadismo: https://www.facebook.com/ProfessorPadilla/posts/2075417696059460 

Amplos recursos e equipes super preparadas cuja função é promover bullying, assédio moral e toda espécie de mazelas destinadas a destruir uma pessoa, assassinar reputações, apenas porque teve a ousadia de FALAR a VERDADE.
 É desumano!
 Sofria uma série variada de situações. Iam desde me retirar recursos materiais para trabalhar como os auxiliares, até me acusar e condenar por fatos sobre os quais não havia qualquer responsabilidade.
 Diariamente, recebia incumbências excessivas, gerando sobrecarga de prazos preclusivos. Cheguei a ter mais do dobro da quantidade dos meus colegas da Equipe de Defesa, fato só detectado algum tempo depois ao comparar planilhas. Quando podiam, destinavam-me ações de provável fracasso da defesa, como ao me atribuir defender o Estado em ação de dano moral ajuizada por juíza de direito alegando ter sido ofendida pelo delegado de polícia, o qual, ela dizia, a teria acusado de “bunda mole” por soltar traficantes que ele prendera.
Mesmo submetido a sobrecarga, nunca perdi prazos e era elogiado pelos magistrados.
Na época, a imaturidade permitiu fosse envolvido pelo assédio moral. Quanto mais eficazmente trabalhava, menos era valorizado pela chefia pilotada pelos globalistas. Atordoado pelo paradoxo, não percebia a estrutura de assédio, na época ainda por ser estudado. Resultado, trabalhava ainda mais, para “provar” ser capacitado e receber validação. Contudo, quanto mais atendia eficazmente os prazos empilhados, tanto mais eram imputados. Trabalhava cada vez mais, passando das 12 horas diárias. Transtornado pelo assédio, só pensava em ultimar os prazos, não me permitia sequer pensar em parar para reclamar. O assédio estava em sintonia com o transtorno da desvalia e o desejo inconsciente de “provar” o valor. Nesse contexto, aceitava a sobrecarga de trabalho com volume de prazos assustador.




Tarefas difíceis eram imputadas com intuito de provocar insucesso criando pretexto para me responsabilizar.
 Entre as “impossíveis” de ganhar estava a ação civil pública nº 01191381357, praticamente perdida: dano ambiental documentado em perícia.
 A empresa poluidora, acatando medida liminar,  havia corrigido as suas operações. Só faltava definir o valor do dano ambiental e a sucumbência, a ser imposta ao Estado devido à omissão de zelar pelo meio ambiente.
 O Governo do Estado do RGS era PMDB, o tentáculo principal do engodo globalista cuja estratégia é “alegar falta de recursos para privatizar”.
  Ampliam o estado de torpor pré pânico da violência programada atrasando e parcelando os vencimentos. Criam uma crise deixando a população indefesa, quase inerte. Ai, entregam setores importantes da economia por muito menos do que valem!
 Pornegarem recursos para manutenção, a lancha da Patrulha Ambiental da Brigada Militar deteriorou-se. Patrulhavam “a pé”, caminhando por margens de rios e lagos onde fosse possível! Seria cômico não fosse trágico.
 Mais do que acabar com o processo, desejava resolver aquela situação absurda!
 Convenci o Diretor da empresa Ré a oferecer uma lancha para a Patrulha Ambiental e ao Ministério Público a aceitar, o tamanho, potência do motor e prazo de entrega, e o Juiz de Direito Paulo de Tarso Vieira Sanseverino, hoje Ministro do STJ, homologou o acordo.
 A solução foi digna de manchete pelo ineditismo: Estado do RGS passa de réu a credor recebendo uma lancha confira aqui: