quinta-feira, 28 de março de 2013

Medo e imobilidade urbana alimentam corrupção

Sabia que o medo e a falta de mobilidade urbana são PROGRAMADOS?
São os principais combustíveis da corrupção!
A falta de mobilidade urbana é uma das principais causas de acidentes de trânsito. A capacidade de raciocínio é obliterada pelo empilhamento de frustrações, o neocortex fica entorpecido e não há clareza de pensamento, sendo provável que exceda à velocidade segura e cometa imprudências.
O cérebro superior-racional não está funcionando corretamente por causa dos engarrafamentos. Se houvesse mobilidade, o trânsito seria mais humano e seguro!
O engarrafamento provoca frustração; O empilhamento desse tipo de emoção, todo o dia, provoca um mecanismo inconsciente desenvolvido durante a evolução humana para proteger a sanidade mental; Um dos mais comuns é a compensação: Tender-se-á a compensar com velocidade. Aumenta os efeitos da necessidade de chegar ao destino, cumprir horário. 
A falta de mobilidade urbana é proposital. Há recursos, contudo, não fazem projetos http://www.mobilize.org.br/noticias/4440/sobra-dinheiro-para-mobilidade-urbana.html
Porque nada fazem?
Os cofres públicos abarrotam com os o desperdício de combustível nos engarrafamentos!
As pessoas desperdiçam muito mais combustível do que seria necessário!
Agrava o problema dois fatores: Os motoristas despreparados ou que ingerem estabilizadores de humor ou outros fármacos que entorpecem e reduzem sua capacidade de dirigir com fluidez; travam o trânsito irracionalmente, ampliando a irritação.
E a crescente quantidade de veículos sem conservação. Pior que a poluição que provocam é a alta probabilidade de pane obstruindo o trânsito; quando acontece é a tragédia  anunciada do povo, e a farra dos políticos, que comemoram a multiplicação no ingresso de impostos sobre os combustíveis!

Comprova que só querem arrecadar que, se você for convidado para um coquetel, casamento, formatura, etc., não poderá brindar se estiver dirigindo, ou será duramente multado e ainda preso. Se deixar o carro em casa, os transportes coletivos são caros, os trajetos são inadequados, e, em determinados horários é impossível os utilizar: Passam lotados! E nem mesmo táxi conseguirá.
Quem tomar homeopatia e dirigir, também poderá ser preso como o pior dos criminosos.
Enquanto os assaltantes e traficantes continuam soltos, e os drogados e entorpecidos por medicamentos tornam inseguro o trânsito, as pessoas decentes são tratadas como criminosas por comer um bombom de licor ou tomar homeopatia.
Com razão, em 9/5/2013, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul assumiu postura humana: 
Absolveu o motociclista Sidinei Amorin de Souza, flagrado em abril de 2011, em Montenegro, com 0,47 miligramas de álcool por litro de ar acima dos 0,34 miligramas criminalizados pela Lei Seca. Para o relator, desembargador Nereu José Giacomolli, diz que "não basta a realização do exame do bafômetro". Acompanharam-no os desembargadores Diógenes Vicente Hassan Ribeiro e João Batista Marques Tovo: para configurar crime de embriaguez no trânsito é preciso também constatar perda de reflexos do condutor, com exame clínicos ou perícias (70051305852).
Envolver as pessoas decentes em paradoxos é uma estratégia para que os politicorruptos não sejam perturbados no desvio dos recursos públicos nessa que é a maior corrupção do planeta
Como isso aconteceu? 
    
   Pesquisam comprovam que atá a literatura está dominada pelo medo   O que é publicado depende dos editores; estes, obviamente, vivem sob a influência da acultura da superficialidade, a qual dissemina paradoxos e medo com objetivo de entorpecer à população.
   Quem está dominado por  medo, não ativa o cérebro. As emoções intensas igualmente obliteram, como a raiva, ou a frustração; dai sermos cercados por paradoxos cotidianos:
 Como funciona o processo de pensamento? http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento/

  As pessoas decentes tem sido jogadas umas contra as outras;  A acultura da superficialidade manipula as informações, escondendo ou camufla misturando com ficção, tudo para impedir a maioria da população de pensar... Como isso aconteceu?http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento/superficial/

     65 % dos moradores de Porto Alegre sentem medo


 Apesar dos 241 anos, segurança é um dos desafios da Capital dos gaúchos  Crédito: Mauro Schaefer / CP Memória

Apesar dos 241 anos, segurança é um dos desafios da Capital dos gaúchos Crédito: Mauro Schaefer / CP Memória
A capital dos gaúchos completou 241 anos, terça-feira 26/3/2013... problemas persistem ...como a segurança. Mais da metade dos porto-alegrenses sente-se insegura segundo pesquisa realizada pelo Instituto Methodus e encomendada pelo Correio do Povo. O estudo, divulgado em julho de 2012, apontou que 64,9% dos 1,6 mil entrevistados têm a sensação de que não estão protegidos. A segurança é o segundo item na ordem de prioridade destacado na pesquisa da mesma instituição, publicada em março do ano passado. A média dada pelos pesquisados para essa área foi de 3.22, sendo que 21,4% responderam que o serviço municipal é péssimo, e 26,9%, ruim. Entre ruim e regular, foram 12%; regular, 24,7%; entre regular e bom, 7,2%; bom, 7,7%; e ótimo, 0,2%. by Gilberto Simon Matéria completa no Correio do Povo


Para estimular o uso de carros e causar o aumento da arrecadação de impostos sobre o desperdício de combustíveis, os transportes públicos ficam cada vez piores e mais caros!

Com o (novo) aumento de passagem, a tarifa de Porto Alegre ultrapassa a de São Paulo, tornando-se a mais cara do Brasil -  um dos motivos alegados é a queda no uso do transporte público pelo porto-alegrense, que cada vez mais troca os ônibus pelos carros, porque não são feitas políticas para mudar isso?  Uma razão pelas quais se prefere o transporte individual é o alto tempo de espera na parada e a necessidade de fazer baldeações devido ao desenho das linhas. É comum estar em uma esquina entre duas avenidas onde passam mais de 5 linhas e todas em frente, e nenhuma dobra à direita!
- Por que não fazem estudo de demanda para diminuir o intervalo entre ônibus?
- Por que não redefinem o traçados de linhas? Apenas criam novas linhas gerando sobreposição e piorando os congestionamentos; vários ônibus indo todos para o mesmo lugar enquanto, para outros lugares, nada! Isso gera a necessidade de baldeações usando várias tarifas! Muitas vezes, 2 ônibus para trajetos de 10 minutos cada um. Cada um desses ônibus requer 15 minutos de espera na parada. Total: 50 minutos de deslocamento, sendo 30 de espera; Nesse tempo, daria para percorrer o mesmo destino a pé, e, de carro mesmo trancado, levaria 15 minutos. Nessa situação, é natural que as pessoas não queriam saber do transporte público. 
- A grande diferença entre o transporte público e  demais atividades econômicas é que aquele é de uso comum do povo, uma atividade feita sobre o espaço público e que deve ser gerida para atender os interesses da sociedade. Então, porque não temos acesso às contas das empresas de ônibus para que o cidadão saiba o custo que ele mesmo gera com o transporte? Por que isso não é divulgado, e fica uma caixa preta em que não temos a menor ideia do custo e da arrecadação que as empresas possuem?
- O fluxo de ônibus no domingo é cada vez menor, de forma que se o cidadão quiser se deslocar, terá que dispor de carro porque é penoso utilizar os ônibus nos finais de semana, quando a espera pode chegar a uma hora.  A não oferta sufoca a demanda. Não há demanda porque não há oferta. Dizem que não há ônibus nos domingos porque não são utilizados, contudo, não são utilizados porque não há ônibus. adaptado de Filipe Wels http://wp.me/pl9z0-c2I

Moradores de capitais brasileiras demoram mais no trajeto de casa para o trabalho by Gilberto Simon 



O estudo mostrou que, dentre as principais capitais do mundo, São Paulo (42,8 minutos) e Rio (42,6 minutos) só ficam atrás de Xangai (50 minutos) | Foto: Marcelo Camargo/ABr     da Agência Brasil
O estudo mostrou que, dentre as principais capitais do mundo, São Paulo (42,8 minutos) e Rio (42,6 minutos) só ficam atrás de Xangai (50 minutos) | Foto: Marcelo Camargo/ABr


O tempo médio que os moradores das principais capitais brasileiras demoram no trajeto casa/trabalho é relativamente maior, na comparação com regiões metropolitanas com mais de 2 milhões de habitantes de outros países. Em São Paulo e no Rio de Janeiro o cidadão gasta 31% a mais de tempo no percurso. Os dados constam de estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que analisou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no período entre 1992 e 2009.
O estudo mostrou que, dentre as principais capitais do mundo, São Paulo (42,8 minutos) e Rio (42,6 minutos) só ficam atrás de Xangai (50 minutos). No mesmo ranking, Recife e Distrito Federal ficaram à frente de capitais como Nova York, Tóquio e Paris, com demora de 35 minutos em média para a população se deslocar de casa para o trabalho. Em Porto Alegre, por sua vez, o deslocamento é de aproximadamente 27,7 minutos. As análises também mostraram uma queda na qualidade dos serviços de transporte público no país.
"Os dados apontam que tem havido piora nas condições de transporte urbano das principais áreas metropolitanas do país desde 1992, com um aumento nos tempos de viagem casa/trabalho. Esta piora nas condições de transporte parece estar relacionada a uma combinação de fatores, incluindo o crescimento populacional, a expansão da mancha urbana e o aumento das taxas de motorização e dos níveis de congestionamento"...
O pesquisador Rafael Pereira, responsável pelo estudo, acredita que a grande quantidade de dados apresentados seja útil para que os governos possam pensar em formas de diminuir o tempo gasto pelos cidadãos no trânsito. Ele acredita, porém, que tais informações sejam apenas um ponto de partida. "Esperamos que esses dados sejam incorporados no debate sobre o tema nesses núcleos mais específicos. Eles seriam úteis para saber, por exemplo, se a as obras para a Copa do Mundo e a Olimpíada seriam eficazes na resolução do problema de mobilidade urbana. Porém, não pode ser a única fonte de dados. É necessário um estudo específico em cada região".

Dia 12/3/2013, o Ministério das Cidades publicou a Portaria nº114/2013, criando um grupo de trabalho voltado para a criação de um Sistema de Informações em Mobilidade Urbana. De acordo com a portaria, o objetivo é "ser referência nacional para a formulação de políticas públicas na área de mobilidade urbana". O grupo de trabalho deverá contar com representantes da Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana, do Ministério das Cidades, do Ipea e da Associação Nacional de Transportes Públicos, dentre outras entidades. O grupo deve ser instalado em, no máximo, 45 dias.
SUL 21 Gilberto Simon  http://wp.me/pl9z0-bXV

  
   Conclusão?


 No Brasil, vivemos sob a escravidão dissimulada da acultura da superficialidade e do medo,   impostos excessivos e corrupção. As pessoas decentes estão reduzidas a meras engrenagens em uma cadeia de produzir riquezas:









     Os jovens, em geral, dispõe de mais tempo, energia e motivação que os adultos. 
    Em 1968, mobilizaram-se e mudaram o mundo:

Para evitar que continuassem a se mobilizar, os sociopatolobistas desenvolveram a acultura da superficialidade, disseminaram o consumo de drogas na juventude, e fomentaram o sexismo e entorpecimento.

As pessoas decentes são jogadas, umas contra as outras.
Fomentam os conflitos, desde os entre as gerações, até os diversos grupos.

A maioria da população é confundida com falsas crenças, até achar "normal" a inversão de valores.

A saúde é estraçalhada porque querem que o cérebro não possa funcionar melhor, dificultando o raciocínio e facilitando a manipulação.

Até a imprensa, apesar das pessoas bem intencionadas que ali trabalham, está a serviço dessa acultura da superficialidade que decide o que publicar, e o que esconder par evitar que a população acorde do torpor e comece a pensar. Incentivam os paradoxos, a perplexidade, e as emoções que limitam, como o pânico. 




Com abrandamento das leis, há um incentiva criminalidade! Mais um engodo criado para entorpecer as pessoas decentes e, especialmente, jogar uns contra os outros sobre "Direitos Humanos". Aqueles que tem a liberdade como um dos valores mais elevados facilmente entram em conflito com os que desejam impor limites, e a punição dos maus. Todos tem boas intenções. A Liberdade é essencial para inovar, e a tradição também cumpre importante papel para o desenvolvimento saudável das crianças. Sem liberdade, ou sem a punição dos maus, paz social! 
Enquanto as pessoas bem intencionadas brigam, umas contra as outras, os psicopatas tomam conta da sociedade...
 "Quem não pune o mal o está incentivando!" frisou Leonardo Da Vinci, um dos maiores luminares da humanidade. Considerado o maior gênio da história devido a sua multiplicidade de talentos para ciências e artes, sua engenhosidade e criatividade, inventando inúmeras utilidades, desde uma bobina automática, a um aparelho de teste da resistência à tração de um fio. Foi responsável por grande avanço do conhecimento nos campos da anatomia, da engenharia civil, da óptica e da hidrodinâmica. Escrevia com as ambas mãos, inclusive ao mesmo tempo redigindo textos diversos, ou com escrita refletida. Em 1926, seu QI foi estimado em 180. Sua obra, como acontece com todo o visionário, causou polêmicas. Concebeu idéias muito à frente de seu tempo, como o casco duplo nas embarcações, uma teoria das placas tectônicas. Poucos de seus projetos foram construídos durante sua vida pois, muitos, nem eram factíveis, como um protótipo de helicóptero, tanque de guerra, o uso da energia solar, calculadora.
   

  Medo no engodo de desarmar as pessoas decentes enquanto a bandidagem segue solta:
Pouco antes do Referendo de 23/10/2005, diziam que a Rede Globo apoiava o Desarmamento porque teria se associado à Glock, fabricante austríaca de pistolas semi-automáticas, para dominarem o mercado de segurança privada em todo o Brasil. Se o cidadão fosse proibido de ter armas, e com a segurança pública falida, uma gigantesca empresa de segurança particular dominaria o mercado, com a Glock fornecendo as armas com exclusividade. Na época, a ideia foi chamada de absurda questionando "Como uma empresa de armas de fogo estrangeira se instalaria em um país cujo governo estava em franca campanha contra o comércio de armas de fogo?"
Pois saiba que, na Av. Cidade Jardim, 400 em São Paulo/SP, inauguraram a...
Glock do Brasil S.A.  distribuidora das pistolas Glock em solo brasileiro! "... o maior garoto propaganda de nossas armas é o próprio Presidente Lula, pois stodos os agentes de segurança do Governo e os homens do Serviço Secreto, tiveram suas pistolas Taurus trocadas por Glocks..." confessou o presidente da Glock do Brasil, Luiz A. Horta.
Como isso aconteceu? Pelas mãos do mentor do desarmamento, o senador que se dizia antiarmas, Renan Calheiros!
Na época em que começaram a fermentar as primeiras propostas de desarmamento, a diretoria das Forjas Taurus do Rio Grande do Sul, a maior fabricante de armas leves da América do Sul, recebeu uma "proposta" de que, por três milhões de dolares, não seria levado  adiante o projeto do Estatuto do Desarmamento e, ainda, as pistolas Taurus continuariam a ser usadas nas Forças Nacionais de Segurança. A Taurus recusou, e Renan Calheiros e a Rede Globo iniciaram a brutal campanha para impedir as pessoas decentes de terem armas de fogo para sua defesa. 
Embora derrotados no Referendo por 64,93% de NÃO, os brasileiros decentes persistem sem poder portar armas para de defender e a bandidagem está cada vez mais ativa.
Se os cidadãos decentes pudessem portar armas, os bandidos não se sentiriam a vontade para agir. Teriam medo de serem confrontados; qualquer pessoa decente, em legítima defesa da vítima, poderia estar armada e atirar no bandido! Como as pessoas decentes não podem portar armas, e só quem anda armado são os bandidos, fica fácil entedner porque a criminalidade cresce e vai continuar crescendo!


Civilização é onde todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos, nunca forçados.
Major L. Caudill do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA-USMC:
As pessoas só possuem duas maneiras de lidar umas com as outras: pela razão ou pela força. Se você quer que eu faça algo para você, tem a opção de me convencer com argumentos ou me obrigar, pela força, a me submeter à sua vontade. Todas as interações humanas recaem em uma dessas duas categorias, sem exceções. Razão ou força, só isso. Em uma sociedade realmente moral e civilizada, as pessoas somente interagem pela persuasão.
A força não é um método válido de interação social; contudo, por mais paradoxal que isso possa parecer, a única coisa que impede o uso da força é uma arma de fogo pois quando se porta uma arma, o mais forte não pode vencer pela força. Será preciso usar a razão para tentar persuadir, porque a arma de fogo anula a ameaça do uso da força.
A arma de fogo é o único instrumento que coloca em pé de igualdade uma mulher de 50 Kg e um assaltante com o dobro da massa muscular; um aposentado de 80 anos e um marginal de 16; um único indivíduo contra um carro cheio de bêbados com bastões de baseball.
A arma de fogo remove a disparidade de força física, do tamanho ou da quantidade de atacantes em potencial e alguém é ameaçado e precisa se defender. Há muitas pessoas que consideram a arma de fogo como a causa do desequilíbrio de forças. Essas pessoas estão sendo superficiais. Remover as armas de fogo da sociedade apenas deixa o trabalho dos assaltantes armados mais fácil. Quem defende o banimento das armas de fogo opta, automaticamente, pela imposição do forte e dos que estão em maior número, e isso é exatamente o oposto de uma sociedade civilizada. Um marginal, mesmo armado, só consegue ser bem sucedido em uma sociedade onde o Estado lhe garantiu o monopólio da força.
Há também o argumento de que as armas de fogo transformam em letais confrontos os que de outra maneira apenas resultariam em ferimentos. Esse argumento é falacioso sob diversos aspectos. Sem armas envolvidas, os confrontos são sempre vencidos pelos fisicamente superiores, infligindo ferimentos graves sobre os vencidos.
Quem pensa que os punhos, bastões, porretes e pedras não constituem força letal, estão assistindo seriados de TV onde as pessoas são espancadas e no máximo sofrem cortes. O fato de que as armas aumentam a letalidade dos confrontos só funciona em favor do defensor mais fraco, não do atacante mais forte. Se ambos estão armados, o campo está nivelado.
A arma de fogo é o único instrumento igualmente letal nas mãos de um octogenário quanto de um halterofilista. Não funcionariam como equalizador de forças se não fossem igualmente letais e facilmente empregáveis.
Quando se porta uma arma, não se age assim por estar procurando encrenca e, sim, por querer ser deixado em paz. A arma significa que o cidadão não pode ser forçado, somente persuadido. Não porta arma porque tem medo, e sim porque permite não ter medo! A arma não limita as ações daqueles que vão interagir pela razão; somente daqueles que pretendem fazê-lo pela força. A arma remove a força da equação. E é por isso que portar uma arma é um ato civilizado. Então, a maior civilização é onde todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos, nunca forçados.






    Por que qualidade de vida?

  Workshop Artes Marciais Festival, que o Sindiplam organiza com diversos parceiros: 
  Os métodos de cura harmônicos estão presentes em todas as artes marciais. Os grandes mestres são pacifistas e habilidosos curadores!   Li Ching Yuen comprova-o com longevidade; dizem que viveu quase 200 anos com saúde e vigor praticando artes marciais.
  Praticar artes marciais, meditação, e outras artes orientais,  desenvolve o raciocínio espacial e a capacidade de percepção, e ensina o indivíduo a controlar o medo e as emoções, tornando-o menos propenso ao às manipulações. Acompanhe e participe, com idéias e sugestões: http://www.facebook.com/events/406915759378499