Acultura superficialidade medo

O medo programado e as 

mazelas da 

acultura da superficialidade

 A acultura da superficialidade explica porque o cenártio forense transformou-se em uma encenação jurisdicional. Ela é a causa do paradoxo dessa impressionante quantidade de profissionais do direito escrevendo tão mal.

    Professor Padilla, Luiz Roberto Nuñes, 
Faculdade de Direito da UFRGS

  A acultura da superficialidade é uma das mais consistentes explicações, talvez a única a fazer sentido, para o paradoxo de uma quantidade impressionante de novos profissionais do direito escreverem tão mal.
  A linguagem é o instrumento de trabalho jurídico como frisamos há lustros, desde o início dos anos noventa, ao criarmos a atualização jurídica através do Ipsis Litteris publicado mensalmente pela OAB-RS (1990-92).

A acultura da superficialidade e do medo é artificial, cuidadosamente planejada!
🤔
A Aids, por exemplo, apresenta todas as características de ter sido criada em laboratório onde foi criada para compor a ligação entre dois dos três pilares da HEM, a hipnose em massa.
- o pilar psicológico, do cipoal de paradoxos entorpecedores, é fortalecido pela HIV pois conflita com o desejo exacerbado da acultura da sexualidade através do medo de contágio.
 - o pilar do medo gerado pelo falso humanismo e idiotização desencadeia um estado de torpor pré-pânico: o medo da violência e si mesmo conecta-se a uma série de medos em praticamente todos os setores da vida.
Pense bem: qual aspecto do seu dia a dia, salvo os espirituais, onde o medo não se faz presente?
- o terceiro pilar é o bioquímico: a população é enganada e levada a ingerir substâncias não nutritivas e muitas toxinas bloqueando a intuição, desencadeando fraqueza mental e doenças.
Com o organismo debilitado, dominado pelo medo e entorpecidos pelos paradoxos, o povo é facilmente manipulado:
Http://bit.ly/5guerra
🥋
 As Artes Marciais com base metafilosófica como o Karate vacinam contra a acultura do medo, sabia?
 A personalidade marcial capacita-nos a manter a serenidade!
http://bit.ly/sindiplam
📚
O Rio Grande do Sul, até o início dos anos noventa, esteve, diversas vezes, na liderança do nacionalismo libertador e na vanguarda cultural, como demonstra a importância da Faculdade de Direito da UFRGS na evolução da ciência jurídica.

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  Como e porque, a partir dali, o Estado de maior diversidade étnica sofreu um desmanche?

O atraso do RS é um plano articulado e pilotado, desde o final dos anos oitenta, pelos agiotas multibilionários.

Dissimuladamente, os donos de 75% dos recursos financeiros e do poder de decidir quem se elege, capazes de controlar os políticos sob diversas formas, e dominadores dos grandes de comunicação de massa, promoveram a desarticulação da cultura e do povo gaúcho porque, diversas vezes, foram os gaúchos os únicos a perceberem ou a se movimentarem contra os planos globalistas.
Saiba mais neste vídeo:

A acultura do medo programada e as mazelas da acultura da superficialidade
 Colam grau em Direito bacharéis sem um mínimo domínio da principal ferramenta da ciência: http://www.padilla.adv.br/teses/normas/linguagem/
 A acultura da superficialidade também explica as mazelas forenses. Quem está obcecado pela celeridade evita, por qualquer meio, o exame do caso concreto porque trabalhoso e demorado: no tempo necessário para examinar um caso a fim de decidir o mérito, é possível prolatar uma centena de decisões formais editando modelos de indeferimento ou extinção sem, na verdade, ter examinado caso algum: http://bit.ly/mazelas
 Por isso, a maioria dos processos de reparação de danos é arquivado ou indeferido por qualquer pretexto. Nas raras procedências, os valores são pífios e incapazes de reparar. Conforme expressão criada por nós anos noventa, acontece uma encenação jurisdicional. As falsas crenças semeadas por todos os meios impregnaram o inconsciente dos operadores jurisdicionais resultando em uma inversão dos valores. Hoje, no meio forense, a paz social é desconsiderada e não há preocupação em solucionar correta e justamente cada demanda. A maioria dos operadores quer apenas produzir estatísticas e acha "normal" julgar sem examinar e muito menos sem ter qualquer compromisso com a reparação dos danos:  http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/
 A injustiça das decisões judiciais incentiva os maus comportamentos e se torna lucrativo agir ilicitamente. O direito do consumidor só existe na teoria. Na prática, as grandes empresas aumentam seus lucros lesando os consumidores. Por exemplo, desde 2015, as operadoras de celular passaram a inserir cobranças indevidas em quase todas as contas da maioria dos usuários e venderam centenas de vezes mais serviços do que podem prestar com qualidade mínima. Os lobistas regiamente pagos tratam de conseguir o arquivamento das ações eventualmente ajuizadas pelos que ainda teimam em buscar Justiça. No direito civil, os causadores de danos não os reparam. Como consequência, aumentam os litígios e cresce a insatisfação. Casa vez mais abalada a paz social, amplia-se a quantidade de demandas.
Por isso, nem chamou tanta atenção o fato de, em 2003, o Código do Consumidor ser revogado com relação aos espetáculos desportivos profissionais: http://www.padilla.adv.br/desportivo/torcedor.pdf
Com o novo CPC 2015 outorgando maior liberdade de forma ao juízes (na prática, leia-se, aos estagiários) a tendência é agravar-se o problema: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2016/06/novo-cpc-mais-um-engodo-duplo-do-foro.html
Há mais de duas décadas, quando alguns tentaram alertar que isso estava sendo preparado, os controladores promoveram o assassinato de reputação mediante intenso assédio moral e bullying. Saiba mais em http://bit.ly/mazelas







A acultura da superficialidade e do medo 
fazem parte de um contexto maior, 
a dissimulada 5GW,  
a Guerra de  5º Geração.
Saiba tudo o que os globalistas fazem 
força para esconder de todos nós 
a partir do resumo em: http://bit.ly/5guerra  




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