segunda-feira, 4 de junho de 2018

Acultura superficialidade medo

A acultura do medo programada e as mazelas da acultura da superficialidade

A acultura da superficialidade explica a encenação jurisdicional e o paradoxo da impressionante quantidade de novos profissionais do direito escreverem tão mal.


    Professor Padilla, Luiz Roberto Nuñes, Faculdade de Direito da UFRGS

  A acultura da superficialidade é uma das mais consistentes explicações, talvez a única a fazer sentido, para o paradoxo de uma quantidade impressionante de novos profissionais do direito escreverem tão mal.
  A linguagem é o instrumento de trabalho jurídico como frisamos há lustros, desde o início dos anos noventa, quando criamos a atualização através do Ipsis Litteris publicado mensalmente na OAB-RS (1990-92).
A acultura do medo programada e as mazelas da acultura da superficialidade
 Causa espécie colarem grau em Direito sem um mínimo domínio da principal ferramenta dessa ciência: http://www.padilla.adv.br/teses/normas/linguagem/
 A acultura da superficialidade também explica as mazelas forenses. Quem está obcecado pela celeridade evita, por qualquer meio, o exame do caso concreto porque trabalhoso e demorado: no tempo necessário para examinar um caso a fim de decidir o mérito, é possível prolatar uma centena de decisões formais editando modelos de indeferimento ou extinção sem, na verdade, ter examinado caso algum: http://bit.ly/mazelas
 Por isso, a maioria dos processos de reparação de danos é arquivado ou indeferido por qualquer pretexto. Nas raras procedências, os valores são pífios e incapazes de reparar. Conforme expressão criada por nós anos noventa, acontece uma encenação jurisdicional. As falsas crenças semeadas por todos os meios impregnaram o inconsciente dos operadores jurisdicionais resultando em uma inversão dos valores. Hoje, no meio forense, a paz social é desconsiderada e não há preocupação em solucionar correta e justamente cada demanda. A maioria dos operadores quer apenas produzir estatísticas e acha "normal" julgar sem examinar e muito menos sem ter qualquer compromisso com a reparação dos danos:  http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/
 A injustiça das decisões judiciais incentiva os maus comportamentos e se torna lucrativo agir ilicitamente. O direito do consumidor só existe na teoria. Na prática, as grandes empresas aumentam seus lucros lesando os consumidores. Por exemplo, desde 2015, as operadoras de celular passaram a inserir cobranças indevidas em quase todas as contas da maioria dos usuários e venderam centenas de vezes mais serviços do que podem prestar com qualidade mínima. Os lobistas regiamente pagos tratam de conseguir o arquivamento das ações eventualmente ajuizadas pelos que ainda teimam em buscar Justiça. No direito civil, os causadores de danos não os reparam. Como consequência, aumentam os litígios e cresce a insatisfação. Casa vez mais abalada a paz social, amplia-se a quantidade de demandas.
Por isso, nem chamou tanta atenção o fato de, em 2003, o Código do Consumidor ser revogado com relação aos espetáculos desportivos profissionais: http://www.padilla.adv.br/desportivo/torcedor.pdf
Com o novo CPC 2015 outorgando maior liberdade de forma ao juízes (na prática, leia-se, aos estagiários) a tendência é agravar-se o problema: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2016/06/novo-cpc-mais-um-engodo-duplo-do-foro.html
Há mais de duas décadas, quando alguns tentaram alertar que isso estava sendo preparado, os controladores promoveram o assassinato de reputação mediante intenso assédio moral e bullying. Saiba mais em http://bit.ly/mazelas







A acultura da superficialidade e do medo 
fazem parte de um contexto maior, 
a dissimulada 5GW,  
a Guerra de  5º Geração.
Saiba tudo o que os globalistas fazem 
força para esconder de todos nós 
a partir do resumo em: http://bit.ly/5guerra  




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