Meus caros, tudo isso que foi dito abaixo é verdadeiro. Fantástico o texto da Tânia. Mas tem muito mais.... Dou aqui uma pequena contribuição (aproveitando a happy hour).
Naqueles tempos de Diretas-Já, tinha um "detalhe": vivíamos ainda em plena ditadura (já agonizante, bem verdade, mas ainda assim uma ditadura).
Basta ver que todo a teatro cívico da época girava em torno de uma piada política: a eleição do Tancredo e do Sarney por um colégio eleitoral (o Congresso Nacional de então).
De democracia mesmo, nós somente iríamos sentir uma "provinha" em 1989, quando pudemos votar para Presidente e caímos nas garras de Collor e sua gangue das Alagoas.
Para a eleição de Collor, porém, um outro grande roubo político foi produzido no país, do qual quase ninguém sabe, lembra ou fala. Nunca li nada a respeito dele. Mas existiu.
Um roubo cometido bem debaixo do nariz de todos os brasileiros. Um fraude eleitoral histórica, que custaria caríssimo ao Brasil: a presidência temerária e fraudulenta de Collor.
Até o Amazonas e lugares remotos como o Acre, Rondônia e Amapá, onde as urnas navegaram horas até os locais de apuração, já sabiam de seus votos. Mas Minas ainda não!
Tratava-se da apuração do primeiro turno das eleições de 1989, quando todo o Brasil já tinha apurado as urnas e apenas MG continuava sem divulgar sua contagem. Lembram?
Collor já estava confirmado no 2.º turno, sendo ele o candidato-de-araque lançado pelas famílias Marinho, Frias e Civita, apoiado maciçamente pelos jornalões e revistas.
Estavam então pendentes os votos dos mineiros para decidir quem seria o outro candidato do 2.º turno: Lula ou Brizola, quase empatados no país. Os votos de MG é que decidiriam.
Ali, meus caros, deu-se este roubo eleitoral, com uma grande encenação. Pelos cálculos da época, deveria ter dado Brizola em MG. Brizola venceria Collor facilmente no 2.º turno.
Então, a imprensa tradicional passou a divulgar a existência de um "problema" no sistema de contagem de votos do SERPRO de MG (Serviço Federal de Processamento de Dados).
Eu trabalhei dentro do SERPRO do RS de 1981 a 1985 e sei muito bem que as baboseiras ditas nos telejornais eram todas fajutas. Não havia nenhuma chance de falha no SERPRO!
Lembro que divulgaram a "ida de um técnico do SERPRO", do RJ ou SP, para MG, para "resolver o problema". Piada! Então, dias depois, finda a apuração de Minas, a surpresa.
Vence para o 2.ª turno em MG e, em conseqüência, no Brasil inteiro, este mesmo que você pensou: o Lula! Lembro-me de que ninguém reclamou nem denunciou este golpe.
Naquela época, Lula era fraco, era sua primeira campanha presidencial, não tinha experiência. Collor, com a ajuda da Globo, não teria dificuldades em vencê-lo (como não teve).
No segundo turno, a Globo se referia a Lula em tom de blague, como se ele fora um candidato caricato, tipo azarão. Quase riam do Lula: "- vejam quem quer ser Presidente!"
E não poupou-se em novas armações sérias nos bastidores. Lançaram aquela baixaria dramática com a Lurian, filha de Lula. Teve até diretor de núcleo de novela orientando isso!
Adiante, a Globo não teve escrúpulos em jogar da forma mais baixa ainda, quando escalou a atriz Regina Duarte nos capítulos finais do reality show (em que nós éramos os palhaços).
Foi quando o país assistiu a esta ópera-bufa: uma Regina Duarte patética, no ar, dentro da propaganda política do Collor, falando em tom de horror: "Eu tenho meeeedo do PT!".
Outros vários atores globais conhecidos foram escalados e também concordaram em se prestar para o mesmo papel ridículo, a mando dos patrões (os cachês devem ter sido altos).
A Marília Pera, esta eu me lembro bem, sujou sua linda biografia artística ao encenar um papel pró-Collor. A Claudia Raia seguiu a trilha e outros também. Todos a soldo ou mando.
Ocorre que Brizola era o inimigo n.º 1 da Rede Globo, desde anos antes, quando ele fora eleito governador do RJ e a Globo montou um golpe para roubar-lhe esta eleição.
Um golpe que ficou conhecido como Escândalo Proconsult. Brizola só tornou-se o governador do Rio (em 1982, se bem me lembro), porque denunciou tudo à imprensa internacional.
Ao fazer isso, o mundo inteiro soube que um golpe eleitoral estava em curso no Rio, envolvendo a Globo, com a participação vergonhosa do próprio TRE/RJ e da mídia tradicional.
Tiveram que abortar. E Brizola fez um gol de placa sobre os Marinho, que jamais iriam esquecê-lo por isso, perseguindo-o incansavelmente o seu governo no RJ e, depois, até o túmulo.
A Globo jamais aceitaria que Brizola, seu arqui-inimigo, se tornasse o Presidente da República. Usaria até um fajuto Collor de Mello para impedir Brizola. E o Brasil inteiro que se lixasse.
Não é demais lembrar de denúncias que rolavam então, de que os Marinho haviam montado todo o seu império através da Fundação Roberto Marinho, com uso de isenção de impostos.
Por tudo isso, tenho para mim que, para além dos assassinatos de Tancredo e de Ulisses, o Brasil também foi roubado em 1989, quando da contagem de votos do 1.º turno em MG.
Brizola teria derrotado Collor no 2.º turno e teria feito um governo que, embora ideologicamente polêmico para alguns, passaria muito longe dos saques e roubos da turma das Alagoas.
E a poupança dos brasileiros jamais teria sido arrombada e violada. Penso até que, na seqüência, não teria havido o terreno fértil deixado pelo falso caçador de marajás.
Um terreno onde, mais adiante, cresceria o neoliberalismo, aquele que faria a venda do patrimônio público do país a preço-de-banana, como todos assistimos.
Rogério Guimarães Oliveira
P.S. Sem entrar no mérito ideológico, sugiro a leitura do livro Privataria Tucana. Uma obra que pode (e deve) ser lida com neutralidade política e ideológica, pois descreve negócios jurídicos.
Ali estão relatados e documentados vários roubos cometidos contra o povo brasileiro dos anos 90 para cá. O livro é particularmente interessante para os operadores do Direito.
Envolve a descrição de várias operações milionárias envolvendo empresas reais e de fachada, assim como movimentações de capitais e operações imobiliárias, com todos os documentos.
São operações destinadas fazer o dinheiro frio obtido por fora, nas privatizações, sair do país e voltar depois, quente e contabilizado, para repousar no bolso dos seus reais "donos".
O que chama a atenção do leitor que pode compreender estas operações não são exatamente os negócios, em si, mas os protagonistas destes negócios e o modus operandi utilizado.
É gente muitíssimo próxima de poderosos caciques da política do país, de ontem e de hoje. Este é um livro que tem sido "esquecido" de ser comentado pela imprensa tradicional.
E olhem que atingiu o n.º 1 na lista de obras de não-ficção mais vendidas (ex: lista da Veja). Este "esquecimento" é um elemento que - convenhamos - recomenda ainda mais sua leitura!
É especialmente útil para quem quiser conhecer um pouco mais a fundo sobre como funciona os meandros deste fenômeno político tipicamente brasileiro, chamado de "corrupção".
Só acho que o jornalista autor do livro foi infeliz no nome da obra, porque dá a idéia errada de que o objetivo da publicação seria atacar um partido político. Não se trata disso.
De: Professor PADilla UFRGS Faculdade Direito www.PADilla.adv.br/desportivo [mailto:luizrobertonunesos@padilla.adv.br]
Enviada em: sexta-feira, 20 de abril de 2012 16:28
Para: Tania Faillace
Assunto: assassinato do Tancredo + acultura dos sociopalobistas queima bem intencionados + o q resta fazer diferente dos anos d DITADURA
Primeiro a primorosa descrição do assassinato do Tancredo abaixo.
Enfatizaria a inconstitucionalidade da posse de Sarney.
Estando Tancredo, o presidente eleito, enfermo (ou já morto) antes da posse, não poderia o Vice assumir porque só iria substituir o titular após tormarem posse ambos...
É a mesma situação de alguém que conclui um curso e morre antes de colar grau.
Por mais que Faculdade queira agradar à família do morto ou façam pressão os colegas, não pode ser outorgado o diploma, cuja emissão tem como requisito colar o grau (equivale à posse do presidente eleito).
Faltou coragem de alguém denunciar a ilegalidade
ou também mataram quem tentou denunciar?
Se revirarmos os obiturários da época, vamos encontrar outros mártires da vida real, cuja memória foi enterrada e esquecida nessa história, mentirosa, contada pela mídia!
" A cultura brasileira está tão viciada com a monarquia, que tratam qualquer presidente como se fosse um Luiz XIV.
Abs
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Sent: Friday, April 20, 2012 3:28 PM
Subject: Re: acultura disseminada pelos sociopalobistas para queimar os bem intencionados + única coisa que resta fazer diferente da ÉPOCA da DITADURA
Tancredo Neves foi mais uma peça de xadrez comida pelo contendor hegemônico.
Lembre que as Diretas Já, o maior movimento de massas que já houve no Brasil, foi simplesmente enterrada (manifestação de rua não resolve coisa alguma) sob o pretexto de que as Diretas elegeriam Paulo Maluf.
Então Ulisses foi contatado e pulou fora e cedeu o passo para a dupla Tancredo/Sarney. Tancredo, uma das tradicionais raposas mineiras, centro do centro, e Sarney, da oligarquia maranhense, em processo de ascensão social e política. Era da Arena, pulou para o PMDB quando os gringos resolveram que os militares eram nacionalistas demais (é possível ser-se nacionalista tanto na direita como na esquerda) e mais lhes servia um civil ecumênico de boa fala.
Tancredo tinha o inconveniente de ser um remanescente das velhas raposas getulistas, e também mineiro. Não era fácil de enrolar. Sarney, porém, como vice, ao invés de Ulisses, era a pessoa perfeita para o papel.
Inventaram um exame (provavelmente uma colonoscopia) para o Tancredo, exame que exige anestesia, e abrem sua barriga sem antes lhe fazer uma lavagem intestinal, ou afastar estranhos, com roupas de rua e sapatos, no recinto de uma cirurgia que o paciente não sabia que ia sofrer.
Assassinato médico para não botar defeito. Depois, foi só esperar a septicemia inevitável nas condições de múltipla infecção hospitalar de que o infeliz foi vítima por falta intencional de assepsia. E ainda conservaram o homem morto por alguns dias para dar satisfação ao povo na rua, que o encarava como símbolo da redemocratização.
Uma pessoa ideal para conservar o suspense dramático: Antônio Britto, fiel escudeiro da família Sirotsky, e que depois seria guindado ao Ministério da Previdência Social, onde acabaria com o INAMPS, e seria levado ao governo do RS, onde privatizaria tudo o que pudesse em favor de seus verdadeiros patrões - a RBS.
Bom, Tancredo morreu, e Sarney assumiu ilegalmente, pois não havia sido empossado nem diplomado - Tancredo morreu antes da posse, de tão ansiosos estavam os meninos. Ninguém denunciou a trampa e a ilegalidade dessa posse, nem mesmo o Senhor Diretas, quando o normal e regimental seria convocar novas eleições.
Sarney então acaba com todos os órgãos públicos que eram perfeitamente viáveis e úteis, se saneados de seus malandros e corruptos tradicionais: BNH, SUDENE, SUDAM, DNOCS, DNOS, etc. deixando-nos sem qualquer instrumento de desenvolvimento regional e sem política habitacional para todo o País.
Cumpriu com seu dever de casa, abrindo o espaço irrestritamente para o avanço do privatismo e do neoliberalismo. O fatiamento da Petrobrás, que estava previsto desde os tempos do Médici, mas o Geisel tinha detido, foi efetivado mais adiante, com o FHC, o mesmo que vendeu a frota naval da Vale do Rio Doce por valores negativos (menos cinco mil dólares), já que seu filhinho era o intermediário. SIVAM, etc., também foram outras tantas proezas.
O resto já sabemos. Essa conversa de se Tancredo faria ou não faria, é conversa para boi dormir. Presidentes não têm o poder nem a atribuição de fazer ou não fazer. Eles devem estar afinados com os setores sociais que representam e atender à plataforma que os elegeu.
A cultura brasileira está tão viciada com a monarquia, que tratam qualquer presidente como se fosse um Luiz XIV. O próprio presidente norteamericano só faz o que desejam Wall Street, as grandes corporações econômicas e as grandes corporações militares. Não tem vontade própria nem pode ter - pois os governos não passam de gerentes a serviço dos setores hegemônicos da sociedade.
Como a sociedade civil não tem poder real, apenas teórico, só pode protestar, o que não nada custa ao outro lado, só o ajuda a manter uma imagem democratizante.
E o Tancredo certamente foi escolhido para ser sacrificado. Já era velho e representava uma oligarquia mineira ultrapassada - era o mais descartável de todos os possíveis candidatos.
Mas o pessoal, certamente, não dormia em serviço: poucos anos depois, também Ulisses desapareceu misteriosamente. Acharam-se os corpos de sua mulher, do Severo Gomes e sua mulher, e do piloto, e dele, nem uma unha ou um pé de sapato. Dá para acreditar?
Não sei quem apelidou a alma brasileira de ser amável e pacífica... Alguma agência publicitária? A história mostra o contrário.
Solidarizando-me com o Henrique Wittler pelo sofrimento, sei bem o que é sofrer represálias, e concordando com o Henrique Radomsky, em infame trocadilho (TRANCADO NEVES) diz uma verdade, políticos especializaram-se em enrolar, e pouco uu nada fazem.
Porque o político profissional enrola, e enrola, e finge que vai fazer algo, enquando os recursos são desviados?...
Todos aqueles que não queriam aquilo vão se somar aos detratores que crucificam por qualquer erro.
Ao fazer algo, seja o que for, somos humanos, cometemos erros, e podemos ser jogados na fogueira até por quem deveria agradecer.
É a acultura da superficialidade egocêntrica e atávica disseminada pelos sociopalobistas para impedir que os bem intencionados assuma posições de licerança...
Misturam realidade e ficção e muita gente acreditará sermos canalhas, poucos reconhecendo o esforço para melhorar o mundo...
----- Original Message -----
Sent: Saturday, April 14, 2012 8:45 PM
Subject: Re: única coisa que nos resta fazer é bem diferente da ÉPOCA da DITADURA ...
Se foi ou não, mas quem mandou ficar sempre encima do muro. O u vocês acham que o Tacredo Trancado faria alguma coisa ontem e hoje?
Não se esqueçam que o seu ultimo partido foi o PMDB que sempre conviveu com a ditadura, era oposição porque os militares queria assim.
Em 14/4/2012 00:56, Professor PADilla UFRGS Faculdade Direito
www.PADilla.adv.br/desportivo escreveu:
Concordo com as tuas colocações, e sou visceralmente contra o cerceamento de infromação e de manifestação. Eu retransmiti porque - não obstante aparente "liberdade" que dispomos hoje, éla é meramente uma fantasia, pois, em verdade, hoje, o povo entorpecido se submete a uma ditadura muito pior, a da superficialidade.
E também fico pensando se Tancredo não fez algo porque o mataram, para que Sarney e toda corja de sanguessugas assumissem...?
Tenho sérias dúvidas sobre se a morte de Tancredo foi natural, o fruto de pequenos detalhes deliberadamente encaminhados para que um problema de saúde resultasse nisso.
----- Original Message -----
Sent: Thursday, April 12, 2012 9:11 AM
Subject: Re: Hoje a única coisa que nos resta fazer é bem diferente da ÉPOCA da DITADURA ...
Fui lider estudantil em 1964 a 1967, paguei por tentar lutar contra a tarja preta na boca, ou melhor, ter o direito de falar.
Hoje ainda pago pelo que fiz inclusive por não ter podido assumir um concurso público que fiz embora minha nomeação tenha saido em Diário Oficial.
Hoje em dia, a cada dia que passo mais me convenço de que as lutas onde alguns do povo se envolvem beneficia não ao Povo mas sim aos espertos que fogem e depois voltam como salvadores da pátria, com rarissimas excessões.
O texto abaixo que remeteste é bem prova do que perdemos e ainda vamos perder muito mais.
Sou convencido que os Militares da Ditaduras erraram, mas hoje em dia tambaém estou convencido que os que se diziam salvadores nos estão enterrando.
O que fazem por nós? Nada, só lero lero.
Tancredo fez algo? Ulisses? Tarso Genro? Valter Jobim (amigo de Lula e da Ditadura)? Pedro Simom?, ou melhor, vamos relacionar que3m fez algo? Citem algum, pois eu não tenho, só não vale citar obras da goela pra fora, tem que ser fato real, obra.
Hoje em dia até as Leis são negociadas com a Presidenta(e) e nada valém, não existe ética nem bom senso, vale é o dinheiro.
Que pais é este que não tem dinheiro para a saúde mas tem para a Presidenta comprar meio Congresso Nacional, liberando verbas que nnão se sabe para onde vão.
Continuo aguardando que entre os contra revolucionários, ou melhor entre os á favor da abertura Política, onde me mantive até hoje e pretendo me manter, apareçam em maioria os do Bem, aqueles que realmente venham para fazer algo pelo Brasil
Sent: Thursday, April 12, 2012 3:37 AM
Subject: Hoje a única coisa que nos resta fazer é bem diferente da ÉPOCA da DITADURA ...
Na época da 'chamada' ditadura...
Podíamos acelerar nossos Opalas de 6 canecos pelas autoestradas acima dos 120 km/h
sem nenhum risco e não éramos multados por radares maliciosamente escondidos,
contudo, não podíamos falar mal do presidente..
Podíamos comprar armas e munições à vontade,
pois o governo sabia quem era cidadão de bem,
quem era bandido e quem era terrorista,
contudo, não podíamos falar mal do Presidente.
Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista
sem correr o risco de sermos processados por "assédio sexual",
contudo, não podíamos falar mal do Presidente.
Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!)
e não éramos processados por "discriminação" por isso,
contudo, não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho
para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinquência, sendo preso por estar "alcoolizado",
contudo, não podíamos falar mal do Presidente.
Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas,
sem que isso constituísse crime ambiental,
contudo, não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade,
de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados,
contudo, não podíamos falar mal do presidente.
Hoje a única coisa que podemos fazer.... ...é falar mal do presidente!
Que droga!!!!!
-------- Mensagem original --------
Assunto:
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NA ÉPOCA DA DITADURA ...
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Data:
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Sun, 8 Apr 2012 21:46:25 -0300
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De:
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Sergio Breves
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ENTÃO VAMOS SENTAR O PAU,GENTE !!!
Antes que nem isso possa mais.....
kakakaka!!!
TEMPO BÃO !!!!
Agora nos restou pouca coisa !!!
É MUITO BEM HUMORADO E MUITO BEM VERDADEIRO. . ..
|
Para resolver todos os riscos ambientais no Brasil bastam 3 bilhões.
A saúde pública pode ser sanada com 15 bilhões!
A educação será recuperada com 10 bilhões.
O Governo não resolve esses problemas. Alega falta de recursos. Nega, até, uma singela reposição inflacionária aos professores!
Contudo, na COPA 2014 e Olimpíadas 2016 os gastos governamentais serão entre 80 a 100 bilhões, em grande parte desviados em corrupção: http://pt.scribd.com/doc/66401719/Corrupcao-ou-radiacao-o-que-e-pior
ONG Brasil Sem Grades lança Frente Parlamentar em defesa das vítimas da violência:
O lançamento será realizado no dia 8 de maio de 2012, às 11 horas, no Palácio Farroupilha, sede da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
As vítimas dos crimes hediondos que assolam o Rio Grande do Sul terão, a partir de maio, motivos para acreditar que é possível reverter o quadro de violência que assusta as famílias gaúchas. A ONG Brasil Sem Grades, em parceria com a vice-presidente da Assembleia Legislativa, Zilá Breitenbach, participou da criação da Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas da Violência no Rio Grande do Sul. O lançamento da Frente será realizado no dia 08 de maio, às 11 horas, no Palácio Farroupilha, sede da Assembleia Legislativa.
Inspirada no movimento nacional projetado em Brasília (União em Defesa das Vítimas da Violência – UDVV), organizado e criado pela deputada federal Keiko Ota (SP) – que estará presente no dia 08 -, a Frente tem como objetivo mobilizar as vítimas e as famílias, que perderam entes queridos em virtude da violência, a lutar por leis mais rígidas no sistema prisional. Para o presidente da ONG Brasil Sem Grades, Luiz Fernando Oderich, a criação da Frente provocará um grande impacto na sociedade gaúcha e unirá ainda mais forças no combate a criminalidade.
"Todos os dias vemos episódios absurdos de desrespeito a vida em qualquer canto do Estado. O preço de uma vida é muito barato, por isso os criminosos agem livres por nossas cidades, desmanchando famílias e destruindo sonhos. A consequência disso para esses bandidos é, na pior das hipóteses, alguns anos na cadeia – sem contarmos uma série de benefícios e brechas que os deixam livres em bem menos tempo. Para as famílias, resta a dor e a crescente insegurança", afirma.
"Conheço muitos que não puderam quando deviam porque não quiseram quando podiam!" "Gargantua e Pantagruel", François Rabelais (1494–1553) grande escritor francês do Renascimento ademais de erudita grego, humanista, médico, e monge.
