domingo, 10 de setembro de 2017

Darwin errado Higgs Boson Atlas Experiment

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Estudo clássico da teoria da evolução de Darwin está errado?






Estudo clássico da teoria da evolução de Darwin está errado?

Baseado em texto de Stuart Wolpert
Evolução sexual
Um estudo clássico na biologia evolutiva, realizado mais de 60 anos atrás, afirmava que os machos são mais promíscuos e as fêmeas mais exigentes na escolha de parceiros.
Este é um dos fundamentos da chamada seleção sexual, e é conhecido pelos estudiosos como Princípio de Bateman.
Agora, cientistas da Universidade da Califórnia de Los Angeles, afirmam que o estudo do geneticista inglês Angus John Bateman está errado, e nem mesmo poderia ter sido publicado.
E a conclusão veio depois de algo aparentemente básico em ciência: Patricia Adair Gowaty e seus colegas simplesmente repetiram o experimento de Bateman - e encontraram os erros.
Segundo Patricia, esta é a primeira vez que alguém repete a experiência histórica com os mesmos métodos que o original.
Estudo clássico da teoria da evolução está errado
Este gráfico mostra que os filhotes de moscas-da-fruta com diferentes mutações têm uma chance igual de herdar apenas uma mutação da mãe, apenas uma mutação do pai, as duas, ou nenhuma delas. [Imagem: Kim DeRose]

Princípio de Bateman
Em 1948, o geneticista John Angus Bateman publicou um estudo mostrando que os machos da mosca-da-fruta obtêm uma vantagem evolutiva de ter múltiplas companheiras, enquanto os seus homólogos do sexo feminino não obtêm essa vantagem.
Ou seja, os machos seriam promíscuos, e as fêmeas seriam exigentes e seletivas, preferindo poucos parceiros.
"O estudo de Bateman é o artigo experimental sobre seleção sexual mais citado hoje por causa de suas conclusões sobre como o número de companheiros influencia a aptidão física em machos e fêmeas," explica Patricia.
"Ainda assim, apesar de sua importância, até agora o experimento nunca havia sido repetido com os métodos que Bateman utilizou originalmente.
"Nossa equipe repetiu o experimento de Bateman e descobriu que o que alguns aceitaram como alicerce [da biologia evolutiva] pode realmente ser areia movediça. Possivelmente o artigo de Bateman nunca deveria ter sido publicado," disse ela.
O novo artigo, com a repetição do experimento, desmentindo as conclusões de Bateman, foi publicado na última edição da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences com o título "No evidence of sexual selection in a repetition of Bateman's classic study of Drosophila melanogaster".

Mutações genéticas extremas
O experimento original com moscas-da-fruta (Drosophila melanogaster) foi realizado com a criação de múltiplas populações isoladas.
Os insetos acasalaram livremente, e Bateman examinou os filhotes gerados até a vida adulta.
Para contar o número de filhos que chegavam à vida adulta, gerados por cada um dos insetos originais, Bateman precisava de uma maneira confiável para combinar os pais com os filhos.
Hoje em dia, os geneticistas modernos usariam evidências moleculares para determinar o parentesco genético de cada filho, mas as análises de DNA não estavam disponíveis em 1948.
Em vez disso, Bateman escolheu seus espécimes iniciais cuidadosamente, selecionando moscas que apresentavam mutações únicas e visíveis, que poderiam ser transferidas de pai para filho, explica Patricia.
As mutações eram extremas. Algumas das moscas tinham asas onduladas, outras tinham cerdas grossas, e outras ainda tinham os olhos reduzidos a fendas estreitas.
As diferenças exteriores de cada sujeito permitiram a Bateman reverter o processo, determinando o parentesco da prole e associando cada filho com os insetos originais.
Um filhote com asas onduladas e cerdas grossas, por exemplo, só poderia ter vindo do cruzamento dos dois pais que apresentavam tais deformidades.

Estudo clássico da teoria da evolução está errado
Hoje já se sabe também que a herança não-genética pode ser mais frequente que herança pelo DNA. [Imagem: Diário da Saúde/Emijrp]
Falha fatal
No entanto, o método de Bateman, que era vanguarda para sua época, tinha uma "falha fatal", segundo Patricia.
Imagine o filho de uma mãe com asa curva e um pai sem olhos. O filho tem uma chance igual de ter, ou ambas as mutações, apenas a mutação do pai, apenas a mutação da mãe, ou nenhuma mutação - 25% cada uma.
Para saber quem acasalou com quem, Bateman usou somente os descendentes com duas mutações, porque eram os únicos que ele conseguia identificar especificamente quem eram a mãe e o pai.
Mas, ao contar apenas a progênie com duas mutações, Bateman ficou com uma amostra enviesada, afirma Patricia.
Ao repetir o experimento de Bateman, ela e seus colegas descobriram que as moscas com duas mutações graves têm menor probabilidade de sobreviver até a idade adulta.
As moscas-da-fruta usam suas asas não só para voar, mas também para cantar durante a corte, razão pela qual asas onduladas apresentam uma enorme desvantagem. Indivíduos com olhos deformados têm ainda mais dificuldade para sobreviver.
Assim, os 25% dos filhotes nascidos com ambas as mutações tinham muito mais probabilidade de morrer antes de serem contadas por Bateman ou por Patricia.
"Não é surpreendente que os filhotes morriam como moscas quando tinham uma mutação dramática da mãe e outra mutação dramática do pai", disse ela.

Conclusão insustentável
Patricia descobriu que a fração duplo mutante da descendência ficou significativamente abaixo dos 25% esperados, o que significa que Bateman não conseguiria quantificar com precisão o número de acasalamentos para cada sujeito adulto.
Mais ainda, sua metodologia resultou em mais descendentes sendo atribuídos aos pais do que às mães, algo que é impossível, já que cada filho deve ter um pai e uma mãe.
Bateman concluiu que as moscas-da-fruta machos produzem descendentes mais viáveis quando têm várias companheiras, mas que as fêmeas produzem o mesmo número de filhos adultos, tenham elas um companheiro só ou muitos.
Mas Patricia e seus colegas, ao realizar a mesma experiência, descobriram que os dados eram decididamente inconclusivos.
Ou seja, a conclusão de Bateman não tem sustentação nos dados.
Viés moralista
Na repetição - e possivelmente no estudo original de Bateman - os dados não validam a premissa fundamental de atribuição de parentesco genético.
No entanto, os números de Bateman são apresentados em inúmeros livros de biologia, e o estudo e suas conclusões incorretas serviram de base para mais de 2.000 outros estudos científicos.
"Aqui está um artigo científico clássico que foi lido por legiões de estudantes, qualquer um dos quais é competente o suficiente para ver este erro", disse Patricia.
"Nossas visões de mundo restringem nossa imaginação," diz ela. "Para algumas pessoas, o resultado de Bateman foi tão confortante que não valia a pena desafiá-lo. Acho que as pessoas simplesmente aceitaram," completa ela, referindo-se à consideração cultural e moralista de que homens podem ser promíscuos, mas mulheres não.

Estudo clássico da teoria da evolução está errado
Recentemente, cientistas defenderam a sobrevivência do mais bondoso, em contraste com o "cada um por si" de muitas interpretações da teoria da evolução pela seleção natural. [Imagem: Wikimedia]
Defesa de Darwin
Os biólogos que estudam a seleção sexual analisam os hábitos de acasalamento de organismos que vão das moscas-da-fruta aos gorilas, tanto no laboratório quanto na natureza, a fim de compreender melhor como determinadas características ou comportamentos conferem vantagens evolutivas.
A seleção sexual surgiu como disciplina depois que Charles Darwin publicou o livro "A Descendência do Homem e a Seleção em Relação ao Sexo", considerado a defesa de Darwin contra os críticos de sua teoria da evolução pela seleção natural.
Darwin, e mais tarde Bateman, apegou-se à noção de que as fêmeas de uma espécie tendem a ser exigentes e passivas, enquanto os machos muito mais promíscuos competiam por suas atenções.


Nas últimas décadas, no entanto, os biólogos evolucionários têm mostrado que a história é muito mais complicada.
Doença, o maior predador
Patricia descreve os benefícios de ter vários companheiros como uma resposta à luta evolucionária interminável contra o que pode ser o maior predador do mundo: a doença.
"Nossos agentes patogênicos têm tempos de geração muito mais curtos do que nós como hospedeiros, e evoluem formas de ataque muito mais rapidamente do que podemos evoluir nossas defesas," disse ela. "Uma das regras da natureza é que os nossos agentes patogênicos vão nos pegar."
Nessa guerra, travada com as doenças como armas, os organismos que produzem descendentes de múltiplos companheiros são mais propensos a produzir alguns filhotes com os anticorpos certos para sobreviver à próxima geração de vírus, bactérias e parasitas.
Os machos da mosca-da-fruta são propensos a dar às fêmeas a variação adicional no genoma que elas precisam para gerar sistemas imunológicos fortes em seus filhos, defende Patricia.
Para ela, existem muitas questões em aberto quando se trata de hábitos de acasalamento do sexo feminino, quer em moscas-das-frutas ou em qualquer outro organismo.
Assim, chacoalhar os alicerces do paradigma de Bateman pode ajudar a disciplina a examinar novas perspectivas.
"Paradigmas são como cola, eles limitam o que você pode ver," disse ela. "É como estar preso no lodo - é difícil levantar o pé e dar um passo em uma nova direção."

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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Freud sentido da vida Dr. Eneas



O Sentido da Vida, Dr. Enéas:









O valor da vida.    Uma entrevista rara de Freud



Tradução de Paulo Cesar Souza 
Fonte:  
http://www.espacopsicanalitico.com.br/Freudentrevista.htm

Entre as preciosidades encontradas na biblioteca da Sociedade Sigmund Freud está essa entrevista. Foi concedida ao jornalista americano George Sylvester Viereck, em 1926. Deve ter sido publicada na imprensa americana da época. Acreditava-se que estivesse perdida, quando o Boletim da Sigmund Freud Haus publicou uma versão condensada, em 1976. Na verdade, o texto integral havia sido publicado no volume Psychoanalysis and the Fut número especial do "Journal of Psychology", de Nova Iorque, em 1957. É esse texto que aqui reproduzimos, provavelmente pela primeira vez em português.


Setenta anos ensinaram-me a aceitar a vida com serena humildade.
Quem fala é o professor Sigmund Freud, o grande explorador da alma. O cenário da nossa conversa foi uma casa de verão no Semmering, uma montanha nos Alpes austríacos.
Eu havia visto o pai da psicanálise pela última vez em sua casa modesta na capital austríaca. Os poucos anos entre minha última visita e a atual multiplicaram as rugas na sua fronte. Intensificaram a sua palidez de sábio. Sua face estava tensa, como se sentisse dor. Sua mente estava alerta, seu espírito firme, sua cortesia impecável como sempre, mas um ligeiro impedimento da fala me perturbou.
Parece que um tumor maligno no maxilar superior necessitou ser operado. Desde então Freud usa uma prótese, para ele uma causa de constante irritação.


S. Freud: Detesto o meu maxilar mecânico, porque a luta com o aparelho me consome tanta energia preciosa. Mas prefiro ele a maxilar nenhum. Ainda prefiro a existência à extinção.
Talvez os deuses sejam gentis conosco, tornando a vida mais desagradável à medida que envelhecemos. Por fim, a morte nos parece menos intolerável do que os fardos que carregamos.
Freud se recusa a admitir que o destino lhe reserva algo especial.
- Por quê – disse calmamente – deveria eu esperar um tratamento especial? A velhice, com sua agruras chega para todos. Eu não me rebelo contra a ordem universal. Afinal, mais de setenta anos. Tive o bastante para comer. Apreciei muitas coisas – a companhia de minha mulher, meus filhos, o pôr do sol. Observei as plantas crescerem na primavera. De vez em quando tive uma mão amiga para apertar. Vez ou outra encontrei um ser humano que quase me compreendeu. Que mais posso querer?
George Sylvester Viereck: O senhor teve a fama, disse que Sua obra influi na literatura de cada país. O homem olha a vida e a si mesmo com outros olhos, por causa do senhor. E recentemente, no seu septuagésimo aniversário, o mundo se uniu para homenageá-lo – com exceção da sua própria Universidade.
S. Freud: Se a Universidade de Viena me demonstrasse reconhecimento, eu ficaria embaraçado. Não há razão em aceitar a mim e a minha obra porque tenho setenta anos. Eu não atribuo importância insensata aos decimais.
A fama chega apenas quando morremos, e francamente, o que vem depois não me interessa. Não aspiro à glória póstuma. Minha modéstia não e virtude.
George Sylvester Viereck: Não significa nada o fato de que o seu nome vai viver?
S. Freud: Absolutamente nada, mesmo que ele viva, o que não e certo. Estou bem mais preocupado com o destino de meus filhos. Espero que suas vidas não venham a ser difíceis. Não posso ajudá-los muito. A guerra praticamente liquidou com minhas posses, o que havia poupado durante a vida. Mas posso me dar por satisfeito. O trabalho é minha fortuna.
Estávamos subindo e descendo uma pequena trilha no jardim da casa. Freud acariciou ternamente um arbusto que florescia.
S. Freud: Estou muito mais interessado neste botão do que no que possa me acontecer depois que estiver morto.
George Sylvester Viereck: Então o senhor é, afinal, um profundo pessimista?
S. Freud: Não, não sou. Não permito que nenhuma reflexão filosófica estrague a minha fruição das coisas simples da vida.
George Sylvester Viereck: O senhor acredita na persistência da personalidade após a morte, de alguma forma que seja?
S. Freud: Não penso nisso. Tudo o que vive perece. Por que deveria o homem construir uma exceção?
George Sylvester Viereck: Gostaria de retornar em alguma forma, de ser resgatado do pó? O senhor não tem, em outras palavras, desejo de imortalidade?
S. Freud: Sinceramente não. Se a gente reconhece os motivos egoístas por trás de conduta humana, não tem o mínimo desejo de voltar a vida, movendo-se num círculo, seria ainda a mesma.
Além disso, mesmo se o eterno retorno das coisas, para usar a expressão de Nietzsche, nos dotasse novamente do nosso invólucro carnal, para que serviria, sem memória? Não haveria elo entre passado e futuro.
Pelo que me toca estou perfeitamente satisfeito em saber que o eterno aborrecimento de viver finalmente passará. Nossa vida é necessariamente uma série de compromissos, uma luta interminável entre o ego e seu ambiente. O desejo de prolongar a vida excessivamente me parece absurdo.
George Sylvester Viereck: Bernard Shaw sustenta que vivemos muito pouco, disse eu. Ele acha que o homem pode prolongar a vida se assim desejar, levando sua vontade a atuar sobre as forças da evolução. Ele crê que a humanidade pode reaver a longevidade dos patriarcas.
- É possível, respondeu Freud, que a morte em si não seja uma necessidade biológica. Talvez morramos porque desejamos morrer.
Assim como amor e ódio por uma pessoa habitam em nosso peito ao mesmo tempo, assim também toda a vida conjuga o desejo de manter-se e o desejo da própria destruição.
Do mesmo modo com um pequeno elástico esticado tende a assumir a forma original, assim também toda a matéria viva, consciente ou inconscientemente, busca readquirir a completa, a absoluta inércia da existência inorgânica. O impulso de vida e o impulso de morte habitam lado a lado dentro de nós.
A Morte é a companheira do Amor. Juntos eles regem o mundo. Isto é o que diz o meu livro: Além do Princípio do Prazer.
No começo, a psicanálise supôs que o Amor tinha toda a importância. Agora sabemos que a Morte é igualmente importante.
Biologicamente, todo ser vivo, não importa quão intensamente a vida queime dentro dele, anseia pelo Nirvana, pela cessação da "febre chamada viver", anseia pelo seio de Abraão. O desejo pode ser encoberto por digressões. Não obstante, o objetivo derradeiro da vida é a sua própria extinção.
Isto, exclamei, é a filosofia da autodestruição. Ela justifica o auto-extermínio. Levaria logicamente ao suicídio universal imaginado por Eduard von Hartamann.
S.Freud: A humanidade não escolhe o suicídio porque a lei do seu ser desaprova a via direta para o seu fim. A vida tem que completar o seu ciclo de existência. Em todo ser normal, a pulsão de vida é forte o bastante para contrabalançar a pulsão de morte, embora no final resulte mais forte.
Podemos entreter a fantasia de que a Morte nos vem por nossa própria vontade. Seria mais possível que pudéssemos vencer a Morte, não fosse por seu aliado dentro de nós.
Neste sentido acrescentou Freud com um sorriso, pode ser justificado dizer que toda a morte é suicídio disfarçado.
Estava ficando frio no jardim.
Prosseguimos a conversa no gabinete.
Vi uma pilha de manuscritos sobre a mesa, com a caligrafia clara de Freud.
George Sylvester Viereck: Em que o senhor está trabalhando?
S. Freud: Estou escrevendo uma defesa da análise leiga, da psicanálise praticada por leigos. Os doutores querem tornar a análise ilegal para os não médicos. A História, essa velha plagiadora, repete-se após cada descoberta. Os doutores combatem cada nova verdade no começo. Depois procuram monopoliza-la.
George Sylvester Viereck: O senhor teve muito apoio dos leigos?
S. Freud: Alguns dos meus melhores discípulos são leigos.
George Sylvester Viereck: O senhor está praticando muito psicanálise?
S. Freud: Certamente. Neste momento estou trabalhando num caso muito difícil, tentando desatar os conflitos psíquicos de um interessante novo paciente.
Minha filha também é psicanalista, como você vê…
Nesse ponto apareceu Miss Anna Freud acompanhada por seu paciente, um garoto de onze anos, de feições inconfundivelmente anglo-saxonicas.
George Sylvester Viereck: O senhor já analisou a si mesmo?
S. Freud: Certamente. O psicanalista deve constantemente analisar a si mesmo. Analisando a nós mesmos, ficamos mais capacitados a analisar os outros.
O psicanalista é como o bode expiatório dos hebreus. Os outros descarregam seus pecados sobre ele. Ele deve praticar sua arte à perfeição para desvencilhar-se do fardo jogado sobre ele.
George Sylvester Viereck: Minha impressão, observei, é de que a psicanálise desperta em todos que a praticam o espírito da caridade cristão. Nada existe na vida humana que a psicanálise não possa nos fazer compreender. "Tout comprec'est tout pardonner".
Pelo contrário! – bravejou Freud, suas feições assumindo a severidade de um profeta hebreu. Compreender tudo não é perdoar tudo. A análise nos ensina não apenas o que podemos suportar, mas também o que podemos evitar. Ela nos diz o que deve ser eliminado. A tolerância com o mal não e de maneira alguma um corolário do conhecimento.
Compreendi subitamente porque Freud havia litigado com os seguidores que o haviam abandonado, por que ele não perdoa a sua dissensão do caminho reto da ortodoxia psicanalítica. Seu senso do que é direito é herança dos seus ancestrais. Una herança de que ele se orgulha como se orgulha de sua raça.
Minha língua, ele me explicou, é o alemão. Minha cultura, mina realização é alemã. Eu me considero um intelectual alemão, até perceber o crescimento do preconceito anti-semita na Alemanha e na Áustria. Desde então prefiro me considerar judeu.
Fiquei algo desapontado com esta observação.
Parecia-me que o espírito de Freud deveria habitar nas alturas, além de qualquer preconceito de raças que ele deveria ser imune a qualquer rancor pessoal. No entanto, precisamente a sua indignação, a sua honesta ira, tornava o mais atraente como ser humano.
Aquiles seria intolerável, não fosse por seu calcanhar!,
Fico contente, Herr Professor, de que também o senhor tenha seus complexos, de que também o senhor demonstre que é um mortal!
Nossos complexos, replicou Freud, são a fonte de nossa fraqueza; mas com freqüência são também a fonte de nossa força.




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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

pré candidato a deputado

  Patriota:  o teu apoio é essencial na luta por 1MMM, um Mundo Muito Melhor.



 Lecionando na UFRGS, desde 1992, por concurso, o Professor Padilla criou uma nova disciplina, o Direito Desportivo, cuja abordagem transdisciplinar é modelo.
 Elaborou milhares de pesquisas e publicou centenas de trabalhos colaborando para o progresso da ciência jurídica.
  Mestre por Salamanca/Espanha.
 Árbitro desportivo de Karate (6º Dan), ajudou na construção do mais novo esporte olímpico.
  Foi Procurador do Estado e, desde os anos noventa, combateu a corrupção e o desperdício de recursos públicos e impediu a maior empresa do mundo do setor de assumir o total controle da produção de alimentos no RS.
  Advogado, sempre lutou contra o aparelhamento na OAB e nas Redes Sociais!
  Devido a sua coragem de empreender essas e outras lutas, sofre bullying e assédio moral coordenado pelos departamentos especializados em assassinato de reputação das mega-corporações cujos interesses contraria.  
 Mesmo sofrendo, prosseguiu ativista humanitário, e voluntário em obras assistenciais, como na Kinder, e como terapeuta holístico.
  Fundou o Rotary Moinhos de Vento e, entre outros, defendeu a liberdade dos profissionais em Artes Marciais, Yoga e dança. 
  Desde o ano 2002, é médium espírita na Casa de João Pedro.
  Pela dedicação ao bem comum, foi condecorado Comendador e Embaixador da Paz:

  Sentir-me-ei honrado com o teu apoio para gtornar-me Deputado e poder fazer muito mais.



 Curta a nossa fan page: https://www.facebook.com/ProfessorPadilla/


 Valorize a meritocracia: direitos humanos para humanos direitos!

 Por quê, aos 57 anos e depois de tanto haver realizado, decidi entrar na política? 



 Ouça os 12 segundos: https://soundcloud.com/prof_padilla/prof-padilla-20222-novas-ideias-12-seg 


 Saiba mais:        https://t.co/CKjHtH1Ce0



 Precisamos da tua ajuda para vencer a espiral do silêncio dos controladores glogalistas manipulando tudo!

 









 Pré-candidato a Deputado em 2018.
 Suplente de Vereador em Porto Alegre 2016.
 Professor PADilla

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 ENTENDA tudo de errado que 

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 Esses controladores globalistas são viciados em poder e bloqueiam as mudanças necessárias e pelas quais tanto lutamos! 


  Por favor, ajude a divulgar pela internet o nosso compromisso?

  Aos 57 anos, convenci-me da necessidade de ingressar na política porque precisamos entrar dentro de uma casa para a limpar. Vamos humanizar nossa cidade, nosso estado e nosso país!

  A segurança é prioridade! Usar a tecnologia para coibir a violência.
  Combatemos as desumanidades. Vamos proteger o cidadão. Chega do poder público encher as vias de câmeras para multar ao ultrapassarmos 44 km/h e nada fazer pela segurança.
 Chega de enfrentarmos a morte em cada esquina!
 Nem é uma guerra porque, nelas, morrem dos dois lados. Estamos sendo dizimados!
 Chega dessa chacina patrocinada pelo falso-humanismo e hipocrisia social!
 Vamos construir um Mundo Muito Melhor , "​1 ​MMM", com paz social para o desenvolvimento e a​ qualidade de vida! 
  Reverter o desmanche da educação e saúde.
  Segurança acima de tudo! 
  Valorizar a meritocracia: direitos humanos para humanos direitos!

   Convide os amigos e contatos do facebook para curtir a fan page:

 Valorizar a meritocracia: direitos humanos para humanos direitos: 


  Professor PADilla 

  Fraterno abraço e saudações patriotas!

   


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