terça-feira, 2 de maio de 2006

Idolatria midia manipula cria falsos lideres


Idolatria: 

Como a mídia alavanca falsas lideranças? 

Os manipuladores utilizam as características do processo de pensamento e de comunicação.

A percepção sensorial não é direta: até chegar na nossa consciência, uma informação passa por três filtros causadores de: generalização, deleção e distorção.



Notou como a figura parece estar em movimento?
Só que ela é absolutamente estática:
Descubra como e por que isso acontece em http://www.padilla.adv.br/evoluir/dualidade/

A própria mídia demonstra como é fácil manipular; em um quadro piloto preparado para o Programa Fantástico e vetado pela direção da Rede - nunca veiculado na TV - Pedro Biel e Marcelo Tas mostram como o público é enganado:

video
.
Isso é só especulação, ou já aconteceu? Sim, isso acontece todo o dia! 
Descubra os bastidores da manipulação alterando o resultado da primeira eleição direta para Presidente da República do último meio século:



Nos anos oitenta, a abertura política só avançou quando o SNI Serviço Nacional de Informações acreditou em LEONEL DE MOURA BRIZOLA como uma esquerda moderada/aceitável porque, todos achavam, ele venceria a primeira eleição direta para presidente da república. Não havia outra liderança capaz de superá-lo: não, pelo menos, sem alterar a opinião pública.

    Foi o que aconteceu: A Rede Globo semeou falsas crenças e inverteu valores provocando a eleição de um desconhecido, sobre quem nada se sabia. No poder, escancarou sua desfaçatez: confiscou todo o dinheiro da classe média!
Collor e sua prima, Ministra Zelia Cardoso de Mello, prometendo acabar com inflação (boa intenção!) como justificativa do ilegal confisco de todos os saldos das contas bancárias do país: cada pessoa ficou com míseros Cr$ 50,00 para sobreviver!
O Mundo jamais vira, em democracias e tempo de paz, tamanha desfaçatez com a dignidade humana...

  Até 1988, Fernando Collor de Mello era ilustre desconhecido - exceto no pequeno Estado de Alagoas.
A Rede Globo alavancou sua candidatura, esperando poder e lucros em retribuição.
Para manipular a opinião pública, industriaram a novela "Que rei sou eu"  de 13 de fevereiro a 16 de setembro de 1989,  nos poucos meses de euforia política antecedentes à primeira eleição direta para Presidente da República – a reabertura política - após décadas de jejum.
Cassiano Gabus Mendes mesclou uma analogia dos anos antecedentes da  Revolução francesa (1786) com o Brasil em processo de abertura política...
Misturar ficção e realidade é uma das estratégias sociopatolobistas para uma falsa crença ingressar disfarçadamente no inconsciente:    o telespectador não separa onde termina a realidade e começa a fantasia; observe a reação das pessoas ao misturar realidade com ficção:


Trocaram uma janela por uma TV Ultra HD filmando a reação das pessoas ante imagens da queda de um meteoro. Veja o pavor! Simplesmente não diferenciaram a realidade da ficção na tela.
A generalização, acreditando estar frente a uma janela,  misturou a realidade da imagem externa com uma ficção na tela.
No reino de Avilan da novela "Que rei sou eu"  o povo passava necessidades apesar do país ter muitas riquezas = ao Brasil de 1980 e ao atual: décadas depois, nada mudou!
O poder estava nas mãos de uma corja de fanfarrões desonestos corruptos impunes = ao Brasil de 1980 e ao atual: décadas depois, nada mudou!
A Rainha Valentina, representada na graça irreverente da atriz Teresa Rachel, era a corporificação da nação, enganada pelos desonestos, meio perdida = ao Brasil de 1980 e ao atual: décadas depois, nada mudou!
No reino da novela, o povo sofria com uma carga tributária elevada = ao Brasil de 1980 e ao atual: décadas depois, nada mudou!

Na época, a extorsão tributária era agravada pela a inflação, o pior dos impostos, porque atinge até os mendigos: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/1994/06/porque-existe-inflacao.html
No final dos anos oitenta a inflação chegava a 2.863,90% ao ano: 
    
Além de desconhecido, Collor era jovem demais para o cargo de Presidente da República. A Rede Globo o apresentou como Governador combatedor da corrupção, autointitulado de "caçador de marajás"... Passavam uma imagem de "corajoso", capaz de colocar o país em Ordem e Progresso.
O personagem central da novela, representado pelo ator Edson Celulari, além de semelhanças físicas com Collor, jovem, atlético, bem apessoado, apresentava-se com idêntico discurso calmo e articulado e em closes planejados para aumentar a semelhança.
Completando o espelhamento, a novela estrategicamente, durante as primeiras semanas, ambientou um quadro patético de corrupção sem aparente solução no Reino de Avilan... De repente, do nada, surge o "herói" e comentários de ser filho bastardo do rei morto. Veja bem, Collor era descendente de Lindolfo Collor, Ministro do Trabalho de Getúlio Vargas; a família migrara, de São Leopoldo (RS) para Alagoas, onde enriqueceram. Collor era órfão de pai, exatamente como o "herói" da novela...
No último capítulo da trama, um índice altíssimo de Ibope, um dos maiores de história, todo o país assistia esperando a revolução, anunciada há semanas...
Que nada: foi uma festa, todos dançando alegres, parecia o carnaval = ao Brasil de 1980 e ao atual: décadas depois, nada mudou!

 Escancarando a manipulação subliminar, o "herói" da novela abraçado à sua musa encerra com um sorriso pós-adolescente anunciando a mudança do nome do "reino de Avilan" para Brasil; o povo aparece no fundo, feliz, dançando, e fecha com a Bandeira Nacional Brasileira.

 Estava estabelecida, no inconsciente de grande parte da população, a aceitação de um "futuro melhor" nas mãos de um jovem desconhecido envolto em lendas...


Em Maceió, depois da eleição de Collor, estivemos arbitrar uma competição desportiva nacional. Viajando fora dos pacotes turísticos pudemos ver a vida real. Que decepção! Caos, pobreza, servidores estaduais sem receber; o estado das Alagoas estava falido – oposto à imagem mentirosa sobre Collor!
Dúvida houvesse da inabilidade Collor como administrador, basta observar o fracasso do plano econômico:
Ao congelamento dos preços imposto por Collor seguiu-se um desabastecimento.
A maioria recusava-se a vender, inclusive em artigos de 1ª necessidade, para forçar a subida.

Essa farsa, do confisco de todo o dinheiro, teve a participação dos bancos?

 Sem a colaboração das instituições financeiras, Collor teria conseguido?

 Note a sincronicidade da retribuição:

 Em meio à confusão causada pelo sumiço do dinheiro...
O setor financeiro multiplicou seus lucros monopolizando o crédito...

 Provavelmente, foi a maior farsa jurídica do século XX: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2005/10/lei-8009-farsa-impenhorabilidade.html

Da queda:
Até os anos noventa, quando um modelo de veículo ou de equipamento eletrônico tornava-se obsoleto na Europa ou EUA, a empresa desmontava toda a linha de produção, colocava em contêineres e trazia para o Brasil. Aqui, lançava como "novo" um produto ultrapassado.
Collor criticava as montadoras do pais cujos produtos chamava de carroças.
Aproveitando a aprovação do CDCCódigo de Defesa do Consumidor, pelo Congresso NacionalColor acabou com a proibição de importações: as corporações tiveram de parar de trazer, para o Brasil, as linhas de montagem obsoletas.

Collor não se contentou em romper com a Rede Globo, recusando-lhe a lhes dar as verbas que pretendiam: resolveu acabar com o monopólio das comunicações de massa.
Collor não esperava ser destruído porque a Constituição Federal de 1988 concentrou tanto poder econômico e político no Presidente da República que, na prática, é uma ditadura: http://www.padilla.adv.br/etica/poder/executivo/
Contudo, o ousado professor Sérgio Augusto Pereira de Borjada Faculdade de Direito da UFRGS, dia 14/7/1992 solicitou o impeachment de Fernando Collor.


A Rede Globo aproveitou e atacou defenestrando-o do poder usando o mesmo mecanismo que o elegera: a manipulação da informação e a indução de falsas crenças subliminarmente.
Pilotados pelos sociopatolobistas, os politicorruptos dividiram-se:



Tiro no próprio pé:
Ao romper com os sociopatolobistas e demais politicorruptos, Collor tentou captar apoio popular para, conjugado ao poder da Presidência, "abafar" o impeachment.
Quis expor, à nação, ser vítima de uma armação; foi um erro estratégico.
A pedido da Rede Globo, Denis Carvalho empregou a mesma técnica da novela "Que rei sou eu": mesclou ficção e realidade para a mensagem subliminar ingressar pela porta dos fundos nas mentes dos telespectadores.
A minissérie "Anos rebeldes", ambientava-se nos anos sessenta com adolescentes classe média e alta: Cláudia Abreu representava a filha de um banqueiro financiador da ditadura transmutando-se, magicamente, de dondoca a heroína, através da luta contra o status quo.
Os heróis, adolescentes de fascinante pureza e extremamente preocupados com as questões sociais do pais, colocavam a militância política acima da própria felicidade e realização pessoal.
A minissérie despertou, no subconsciente dos jovens, a revolta, amplificando o desejo revolucionário de todo adolescente.
Collor requisitou, uma vez mais, espaço na mídia para a quinta-feira, dia 13-8-1992, no horário nobre. Falaria em cadeia nacional e pretendia captar apoio da população - pedindo para saírem às ruas, no final de semana, usando as cores verde-amarelo.
Contudo, a Rede Globo acelerou o final da minissérie; ao invés de perdurar um mês. concluíram a mensagem subliminar na segunda semana. E o que aconteceu naquele final de semana?
Domingo, dia 16 de agosto de 1992, menos de 48 horas após o final a minissérie – levada ao ar entre 14 de julho a 14 de agosto de 1992 – ou seja, estrategicamente para atuar, em coordenação com a imprensa:  milhares de jovens saíram às ruas com roupas e caras pintadas preto expressando revolta contra o status quo induzida pela minissérie.
Na armação do impeachment, a imprensa aumentou. As centenas de jovens, da primeira manifestação, viraram vinte mil. O preto, a revolta contra o status quo induzida pela minissérie, foi colocada como contra Collor.
A continuidade da manifestação foi incentivada - sugerindo que os jovens que participavam eram heróis.
Ao mesmo tempo cobravam dos políticos.


A mesma mídia criadora da falsa liderança a destruiu:
Após a novela, grande parte da população confiaria o destino do país a um jovem desconhecido e oriundo de um pequeno estado do Nordeste, sobre o qual circulava uma lenda de ser corajoso "caçador de marajás".
Fernando Collor de Mello foi criado pela Globo e, três anos depois, em conflito com seus criadores, foi destruído pelo mesmo poderoso e manipulador quarto poder:


Quando isto aconteceu, Collor ocupava a função mais poderosa do país, a Chefia do Estado e o Poder Executivo, que a partir da Constituição Federal de 1988 concentra enorme poder jurídicoNão obstante, o Presidente foi derrotado, constituindo-se esse fato em uma inquestionável demonstração do Poder Virtual dos sociopatolobistas.  

 Por que você não sabia nada disso?

 Por que a história oficial esconde a verdade? 

 Conheça a espiral do silêncio dos controladores globalistas:


  Saiba tudo que escondem de nós sobre a
 espiral do silêncio neste quadro

 ou acesse por aqui: http://bit.ly/espiral-silencio   ou aqui https://docs.google.com/document/d/1eqLnT3IwaJtM2ywqNVRJggUUMHr76QB_pimSsPSkaqU/pub

Podemos cultivar a liberdade de opiniões?

Como fazer para prevalecer a verdade? 

Para realizar grandes sonhos [ necessitamos grandes sonhos. [Hans Seyle]


Para escapar de uma armadilha
a primeira coisa que precisamos 
é saber que ela existe!
Conscientize-se da existência da manipulação e começarás a percebê-la: simples assim!


Teste a calibragem de percepção...

     Pergunte a diversas pessoas

 Sobre a quantidade de ovelhas, na foto abaixo: 



      Pode haver mais de cem ovelhas na foto abaixo?


Resposta abaixo, após a bibliografia...


Algumas referências bibliográficas:
Guy Debord, A sociedade do espetáculo, 1959.
Sandra Garcia Fabbrin tese apresentada à banca composta por Lucienne Cornu, Université Aix-Marseille II (França); Henri Dou da Université Aix-Marseille III (França); e Salvato Trigo, da Universidade do Porto (Portugal),  no Projeto Europa-Mercosul, da FULP, em 24-9-1994.


O teste de percepção, acima, pergunta sobre uma estimativa de quantidade de ovelhas em uma foto.
Apresentada sob a forma de uma pergunta, a ideia de "ovelhas" na foto ingressa no processo de pensamento pela porta dos fundos porque perguntas não são afirmações: durante o processo de ensino, desde pequenos, fomos treinados a nos concentrar no questionamento da pergunta, aceitando passivamente a formulação do seu enunciado. O inconsciente automaticamente ignora o irrelevante e, se buscamos saber apenas uma estimativa, contenta-se com a informação superficial. Portanto, não questionamos as sugestões embutidas, como a de que haveria ovelhas na foto.
Aceita sem questionamento por estar embutida em uma pergunta, a informação de que haveria muitas ovelhas na foto orienta a distorção criada para a percepção do ocidental:
Ocidentais examinam as imagens de cima para baixo e da esquerda para a direita.
No hemisfério superior esquerdo da figura só há verde até surgirem, simultaneamente, uma profusão de representações pequenas tornando impossível perceber não serem ovelhas...
distorção completa o borrão, o inconsciente acredita ter achado minúsculas ovelhas procuradas...
Continuando a passar os olhos, de cima para baixo e da esquerda para a direita, percebemos uma grande quantidade de representações similares e a generalização preenche o quadro como se fossem todas iguais; e não são!
Por fim, outra deleção: se olharmos direto no canto inferior direito podemos ver, claramente, serem humanos agachados. Contudo, a estrutura da formulação, questionando a estimar uma quantidade, maior ou menor, induz a aceitar a generalização e a deleção.
O inconsciente automaticamente ignora o irrelevante e, se buscamos saber apenas uma estimativa, contenta-se com a informação superficial.
Por isso muitas pessoas espertas caem no engodo sobre a quantidade de ovelhas quando não há uma sóhttp://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/06/espertos-agindo-como-tolos.html


A melhor forma de entender esses filtros e sua interferência na percepção é realizar divertidos e rápidos testes como os em  http://www.padilla.adv.br/evoluir/dualidade/



A imprensa britânica, há  200 anos, fabricava notícias:  http://naofoinogrito.blogspot.com.br/2013_09_01_archive.html





  O professor Sérgio Augusto Pereira de Borja foi ainda mais ousado em 28/04/2006, as 16h20m, quando enviou um pedido de processo por crime de responsabilidade contra presidente Luiz Inácio Lula da Silva; manchete na Folha de São Paulohttp://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u78011.shtml inteiro teor do requerimento: http://www.padilla.adv.br/etica/politica/lula/borja/

A corrupção atual não é inúmeras vezes pior?

Quando Itamar Franco deixou a presidência da república, a carga tributária era 15% do PIB
Fernando Henrique Cardoso entregou o cargo com carga tributária elevada para 25% do PIB

Com Lula a carga tributária chegou a 40% do PIB!

Impostos nas alturas, taxas exorbitantes de água, energia, telefonia, combustível, tudo caro como se fossemos um país de milionários. Em contrapartida, o que temos? Zero de segurança, zero de educação pública; zero de saúde pública, hospitais sucateados, médicos recebendo o valor de um cafezinho por consulta; estradas em esburacadas ou com pedágio caro. No que, enfim, são aplicados os recursos públicos? Muita gente está deixando o Brasil definitivamente devido a essa elevação do custo de vida e a cada vez menor segurança.

A ONU já manifestou preocupação com a carga tributária brasileira considerada uma das mais perversas do mundo. Não só por ser super elevada, como por não dar retorno algum em serviços à sociedade.
Metade da arrecadação é desviada pela corrupção, e a metade que sobra se perde na buRrocracia deliberadamente criada e mantida para disfarçar a corrupção.
A ineficiência na gestão pública é notória: obras inacabadas, prédios faraônicos, e não dá nada.
Distribuem dinheiro para estrangeiros ou para os nacionais humildes, estimulando o ócio, e não pagam os precatórios: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/1994/06/porque-existe-inflacao.html

- Se atravessar a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, será condenado a 12 anos de trabalhos forçados.

- Se atravessar a fronteira do Irã ilegalmente, será detido sem limite de prazo.

- Se atravessar a fronteira do Afeganistão ilegalmente, será alvejado.

- Se atravessar a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, será preso.

- Se atravessar a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém ouvirá falar de você.

- Se atravessar a fronteira venezuelana, será considerado um espião a serviço dos EUA e o seu destino está traçado.

- Se atravessar a fronteira cubana ilegalmente, será colocado no paredão e fuzilado.

- Se atravessar a fronteira americana ilegalmente, será preso e deportado para o seu país.

Mas se você entrar por alguma fronteira do BRASIL ilegalmente receberá espontaneamente:

- Um abrigo
- Um trabalho
- Carta de motorista
- Cartão Cidadão (INSS) de Saúde
- Segurança Social
- Crédito Familiar
- Cartões de Crédito
- Renda de casa subsidiada pela CDHU ou empréstimo bancário para a sua compra
- Escolaridade gratuita
- Serviço Nacional de Saúde gratuito
- Se for de esquerda, chance de um emprego no governo federal
- Será enquadrado no sistema de cotas e excluirá um brasileiro
- Poderá ser um representante no Parlamento
- Poderá votar, e mesmo concorrer a um cargo público
- Ou até mesmo fundar o seu próprio partido político!
- Receberá mensalmente Bolsas-ESMOLAS

E, por último, mas não menos importante:
- Poderá se manifestar nas ruas e até queimar a nossa bandeira!

E se um cidadão decente quiser impedi-lo será tratado como "politicamente incorreto"!

O pior de tudo: o povo paga essas contas!

Qualquer um com rudimentares conhecimentos de política pública e tributação sabe ser, a injustiça tributária, a causa de todos os males no Brasil.
A história mostra como os coletores de impostos eram odiados: o sistema tributário deveria obedecer ao principio solidarista; contudo, serviu e serve até hoje no Brasil como elemento de opressão, explícita ou disfarçada.
A carga tributária elevada é praticamente idêntica a da Suécia onde, contudo, os serviços públicos de segurança, saúde, educação, transporte etc são muito bons e compensa.
A elevada tributação, o desvio do dinheiro público pela corrupção e a malversação das verbas públicas por ineficiência são o motivo do caos do sistema de saúde (SUS).
A saúde pública é um desafio em qualquer país e, no Brasil, é um entrave do desenvolvimento econômico. O trabalhador humilde sofre. 
Dizem-se milhões terem sido tirados da miséria nos últimos anos... Pode ser, o indivíduo que não tinha comida e hoje tem macarrão, obviamente melhorou de vida. Mas se tem apenas carboidrato na sua alimentação, sem proteína, vitaminas, etc, aparentemente está alimentado, contudo, adiante terá enfermidades por carências.
O fato de não apresentar sintomas agudos de moléstias só aparentemente pode ser considerado como "boa saúde"; muitos vive em condições de subnutrição com uma dieta açucarada mortífera, em sub-habitação, num ambiente de insegurança, abreviando o ciclo vital, daí os baixos índices de produtividade do trabalhador brasileiro. Trata-se de um paradoxo já reconhecido pela Organização Mundial de Saúde. "A doença resulta não apenas de uma contradição entre o homem e o meio natural, mas também e necessariamente de uma contradição entre o indivíduo e o meio social".
A injustiça fiscal está na raiz desses males.



Desde 2005, o mundo escandaliza-se com a revelação de uma rede de corrupção envolvendo Ministros de Estado e políticos ligados ao Presidente Lula. Contudo, ninguém foi capaz de dar andamento ao pedido de impeachment contra Lula. Aliás, o processo do mensalão parece encaminhar-se para virar pizza.

  Por que foi diferente de 14/7/1992 quando, o mesmo professor pediu o impeachment de Fernando Collor?

   Acontece devido à manipulação dos sociopatolobistas associados aos politicorruptos: estão todos interessados na continuidade dessa roubalheira.

E pode piorar: querem aumentar disfarçadamente a carga tributária: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2012/10/politicos-querem-acabar-com-autonomia.html ​

Post Scriptum:
Publicada em 1999, em http://www.padilla.adv.br/etica/idolatria, dois anos depois foi incorporada à TGP T na edição impressa, mais tarde transformada em e-book.
Uma década depois, em 2010, a editora EDUNISC Literalis lançou o livro "Caso Kliemann - A história de uma tragédia"; em 254 páginas, Celito De Grandi expõe o poder da imprensa de manipular a opinião pública, provocando a execração. Apesar da  ausência de evidências, a mídia apontou Euclydes Kliemann como principal suspeito do assassinato da sua mulher. Massacrado pela opinião pública e perseguido pelos desafetos políticos, cerca de um ano depois, durante uma entrevista, seu algoz Floriano Peixoto Karan Menezes, vereador, invadiu o estúdio disparando a queima roupa; enquanto matava Kliemann, o assassino o acusava de ter sido o responsável pela morte da esposa, tudo transmitido ao vivo pela rádio de Santa Cruz do Sul.
A seguir, foi introduzida a comparação da carga tributária dos governos Itamar, FHC e Lula.
Complete a percepção da idolatria com a meteórica história do futebol popularizado em poucos anos clique aqui ó
A origem da idolatria nos Jogos Olímpicos clique aqui ó
 TGP Transdisciplinar os processos, a sociedade, os esportes, e as crenças e valores:  http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2013/08/tgp-transdisciplinar.html
Os demais ramos da TGP Transdisciplinar: 
Processo de acordar do torpor da acultura da superficialidade: http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento/acordar/ 



Aperfeiçoando-nos para 
construir    1 MMM 

uM Mundo Muito Melhor

 Edição revista e ampliada do texto, originalmente publicado em 1999 em http://www.padilla.adv.br/etica/idolatria/

Descubra tudo o que não querem que você saiba:



 ENTENDA tudo de errado que 

 está acontecendo no nosso país:


A maior mentira do século XX: a

falácia do aquecimento global:

Como os desumanos 

dominaram até agora?

Usando mentiras como essa!

O que podemos fazer para 

verdade prevalecer?


5GW, a Guerra de 5º Geração

dissimulada na desinformação dos

falsos-líderes e mídia dos
controladores globalistas


O mais importante entre o que 

não querem que tu saibas?

Você pode evitar 99,99% das doenças!

Baste ter sabedoria alimentar. 

Como cuidar da saúde?




 A Hipnose em Massa:


Escravidão dissimulada em impostos carésimos, consumismo desenfreado, “previdência” imprevidente:


   https://docs.google.com/document/d/1OUzLj7cTQs-GfpMWlbdyPyni9PRkKTtj3MV7VEFZEEY/pub  


 A origem de todo o mal:




Imobilidade programada:
para te multar há 100;
contudo, nada para te proteger?


teia de paradoxos:
Ajude a construir 1 MMM
um Mundo Muito Melhor
combatendo a desinformação:




Assista à coletânea de vídeos sobre a acultura da superficialidade neste canal: https://vimeo.com/album/3144893


Para acessar outros arquivos na Rede de Conscientização: https://drive.google.com/folderview?id=0B2CNDxRTI8HAcVl3cFc0M09hZ3M&usp=sharing


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Sabedoria
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 Sabedoria no Princípio Universal da Evolução clique aqui ó

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 Sabedoria na fusão do espiritual + material clique aqui ÿ

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