segunda-feira, 14 de março de 2016

Sabedoria alimentar para longevidade e melhor funcionamento do cérebro e da intuição

 “Como evitar a má alimentação prejudicial à capacidade cognitiva e a intuição” foi um dos temas mais aplaudidos no 10º Encontro Holístico Brasileiro - Conferência de Saúde, Ciência e Espiritualidade, dia 12 de março de 2016 em Porto Alegre no Centro de Eventos do Plaza São Rafael.

Segundo o palestrante, a saúde consiste no funcionamento pleno do equipamento corporal: “A civilização, em contrapartida, ao conforto proporcionado pela estratificação, sufocou a sabedoria alimentar. A infinidade de opções da industrialização e a avalanche de informações atordoam o indivíduo. Ingerimos nutrientes insuficientes e toxinas”, disparou.


Introdução por Márcia Ufer

 Informou, na oportunidade, que a intuição-mediunidade faz parte do processo de comunicação e, juntamente com o processo de pensamento, demandam um terço da energia corporal. “Por isso, se o equipamento corporal não está em pleno funcionamento, essas capacidades serão severamente prejudicadas”, afirmou.



Segue a apresentação com informações para viver com plenitude:

 Na sua avaliação, grande parte das enfermidades poderia ser evitada mediante cuidados elementares como, por exemplo, evitar ingerir alimentos acidificantes. “Há mais de 70 anos, o Prêmio Nobel de Fisiologia foi outorgado pela descoberta de as células cancerígenas demandarem um ambiente ácido para proliferar. Isso é tão importante que deveria ser parte do Ensino Fundamental”, argumentou. Contudo, advertiu que a população ignora e, por isso, acha normal consumir produtos ácidos como o são grande parte dos industrializados, especialmente os refrigerantes.

 O professor Padilla destacou, ainda, que cuidados com a alimentação são o melhor investimento de tempo e energia que uma pessoa pode fazer, pois resultarão em um funcionamento melhor do processo de pensamento e de comunicação, leia-se, a mediunidade”. Além disso, salientou que não apenas a capacidade de memória pode melhorar, como também a longevidade. “O equipamento corporal humano pode durar 150 anos com eficácia e pleno funcionamento, tempo suficiente para atingirmos a iluminação e, ao invés de morrer por degradação, transmutar-nos em energia”, concluiu.



Malva é um antibactericida natural e poderoso capaz de acabar com uma dor de dente; a dor é decorrente da cárie causada por uma bactéria. que a malva elimina https://soundcloud.com/prof_padilla/malva-poderoso-antibactericida-sem-contra-indicacoes
 Por que a maioria da população ignora informações como essa? Porque os controladores das megacorporações, criam uma espiral do silêncio mantendo a população desinformada para manipulá-la mais facilmente. Querem que o povo adoeça e gaste tudo o que tem e não tem com remédios. Quem lucra com a idiotização, a violência e o medo? Os humanos debilitados são facilmente manipulados, individual ou coletivamente no processo de HEM, a hipnose em massa, uma espécie de escravização dissimulada onde, ao invés de grilhões, somos aprisionados por falsas crenças, mediante a indução de comportamentos e pela inversão de valores que realimenta o processo de aculturamento sedimentando a acultura da superficialidade a qual é, basicamente, a causa de todos problemas da sociedade contemporânea.


O cérebro humano, esse ilustre desconhecido

Cérebro em mutação
O cérebro humano é a estrutura biológica mais complexa na Terra.
Ele tem cerca de 100 bilhões de neurônios, segundo os últimos cálculos. Cada neurônio tem milhares de conexões com outrosneurônios, mas podem também se comunicar uns com os outros à distância.
Além disso, o cérebro muda ao longo do tempo por uma série de razões - por exemplo, através do mecanismo da plasticidade cerebral.
E tem mais: as conexões do nosso cérebro estão sendo continuamente alteradas à medida que aprendemos, nos socializamos, passamos por estresse ou nos deparamos com variações nas condições ambientais.
É isso mesmo: Nossos cérebros são anatômica e fisiologicamente alterados por experiências intelectuais e físicas comuns no dia-a-dia, ou por práticas explícitas, como a meditação.
Lesões cerebrais também podem provocar vários tipos de alterações na anatomia e na fisiologia do cérebro, para compensar a função perdida ou maximizar as funções que permanecem.
Assim, cada um de nós - continuamente submetidos a experiências novas e diferentes - temos um cérebro único.
De fato, mesmo os cérebros de gêmeos idênticos diferem um do outro.
Sendo tão complexo e dinâmico, nosso cérebro ainda é, em larga medida, uma caixa preta bem fechada, cujos segredos esperam por ser desvendados.
Na verdade, a nossa compreensão do cérebro é absolutamente rudimentar em comparação com o nosso entendimento de outros órgãos.
O cérebro humano, esse ilustre desconhecido
A nossa compreensão do cérebro é absolutamente rudimentar em comparação com o nosso entendimento de outros órgãos. [Imagem: NSF/Thinkstock]

Em busca de uma teoria do cérebro
Apesar dos grandes avanços tecnológicos na pesquisa do cérebro durante as últimas décadas, os cientistas ainda não conseguiram nem mesmo descrever todos os tipos de células que compõem o cérebro e determinar as suas funções.
Para complicar ainda mais as coisas, o cérebro é mais do que a soma das suas partes.
Ou seja, os vários componentes do cérebro não funcionam isoladamente um do outro, eles se comunicam uns com os outros e trabalham juntos para processar a informação e produzir memórias, pensamentos e comportamentos.
Mas os cientistas ainda não entendem como a informação é processada em qualquer organismo, seja no complexo cérebro humano, seja em um verme humilde, cujo sistema nervoso é composto por apenas algumas centenas de neurônios.
Nós simplesmente não sabemos o que acontece no cérebro quando o organismo pensa, interage com o mundo, recebe uma informação sensorial ou dorme.
Em outras palavras, os cientistas não têm uma teoria sobre como um cérebro saudável funciona, que pudesse explicar como memórias, pensamentos e comportamentos surgem a partir de atividades dinâmicas no cérebro - qualquer cérebro.
Este vácuo teórico tem persistido, ainda que as atividades moleculares, celulares e neuronais no cérebro venham sendo estudadas continuamente, assim como o comportamento em muitas espécies, incluindo os seres humanos.
No entanto, as relações entre estes dois tipos de fenômenos - fisiologia e comportamento - e a sequência de eventos que traduz um em outro, permanecem um mistério.
Ao fornecer um método para prever como microeventos cerebrais produzem comportamentos, e vice-versa, uma teoria da função cerebral estaria para a neurociência assim como a teoria da evolução está para a biologia, a teoria da tectônica de placas está para a geologia ou a teoria da relatividade está para a cosmologia.
O cérebro humano, esse ilustre desconhecido
Uma das linhas de pesquisas mais recentes nas neurociências é relacionada com a música do cérebro. [Imagem: Mark Churchland/Stanford]

Maior realização científica da história
Incapazes de explicar como um cérebro normal funciona, os cientistas ainda não conseguem explicar como as lesões traumáticas e doenças do cérebro, tais como Alzheimer, esquizofrenia, autismo e epilepsia, prejudicam seu funcionamento.
Nem podem determinar como as lesões cerebrais e as doenças devem ser tratadas. Em comparação, imagine um mecânico tentando consertar o motor de um carro sem uma lista de peças e sem compreender como ele funciona!
"Quando os cientistas finalmente descobrirem como o cérebro funciona, não importa quanto tempo isso demore, essa conquista será, provavelmente, considerada o maior realização científica de toda a história humana", disse John Wingfield, da Fundação Nacional de Ciências (NSF) dos EUA.
A NSF está por trás de um esforço anunciado recentemente pelo governo norte-americano, para tentar compreender o cérebro.
A ideia não é nova e, na verdade, é uma tentativa de alcançar outros grupos internacionais, que já estão mais avançados, como o Projeto Cérebro Humano, que tentar recriar um cérebro virtual em um supercomputador.
Tudo o que nos resta a fazer é torcer para que estas pesquisas levem a resultados mais conclusivos que nos levem, finalmente, a pensar melhor sobre o nosso próprio cérebro.
08/04/2013

Ondas neurais questionam divisão do cérebro em áreas específicas

Redação do Diário da Saúde
Cérebro uno
Encorajados por estudos pioneiros que questionaram o paradigma atual das neurociências, mais e mais pesquisas rebatem a visão tradicional de que o cérebro possa ser dividido em áreas especializadas.
Primeiro foi a chamadamúsica cerebral, mostrando que as ondas cerebrais não são apenas "tuntuns" de tambores, mas uma sinfonia completa.
Agora, David Alexander e Cees van Leeuwen, da Universidade de Leuven (Bélgica), deram mais uma demonstração de que a divisão do cérebro em áreas especializadas é rígida demais, e não corresponde à realidade.
Segundo eles, o córtex inteiro é ativado quando uma tarefa é iniciada, e não apenas as áreas tidas como responsáveis por uma determinada função.
Além disso, a atividade neuronal ocorre seguindo um padrão de ondas, que seguem ritmos de um lado do cérebro para o outro - não uma onda cerebral no sentido tradicional, mas um turbilhão de sinais neurais formando um bloco que ondula pelo cérebro.
Questão de escala
Segundo os pesquisadores, é possível estudar o cérebro em diversas escalas, e pode estar faltando uma perspectiva mais ampla para as neurociências.
"Você pode estudar os neurônios, os circuitos entre os neurônios, as áreas de Brodmann - as áreas que correspondem a determinadas funções - e o córtex inteiro. Tradicionalmente os cientistas têm olhado para a atividade local, por exemplo, para a atividade das áreas de Brodmann," disse o Dr. Alexander.
Isto é feito capturando dados de um eletroencefalograma conforme um voluntário faz uma determinada atividade.
Ondas neurais questionam divisão do cérebro em áreas específicas
Estudo é mais uma demonstração de que a divisão do cérebro em áreas especializadas é rígida demais, e não corresponde à realidade. [Imagem: KU Leuven]
O grupo belga escolheu uma abordagem diferente, capturando sinais do córtex inteiro, e não apenas de partes específicas. E os resultados são muito diferentes.
"Quando percebemos alguma coisa, a informação não morre em uma parte específica do nosso cérebro. Em vez disso, ela é adicionada à atividade já existente no cérebro. Se medirmos a atividade eletroquímica do córtex todo, encontramos um padrão de ondas.
"Este estudo mostra que a atividade cerebral não é local, mas sim uma atividade que se move constantemente de uma parte do cérebro para outra. A atividade local nas áreas de Brodmann só aparece quando você tira a média de muitas dessas ondas," afirmam os pesquisadores.
Ondas únicas
Segundo o grupo, cada onda no córtex cerebral é única.
"Quando alguém repete a mesma ação, como estalar os dedos, o centro motor no cérebro é estimulado. Mas a cada ação individual, você vê uma onda diferente no córtex como um todo. Talvez a pessoa estivesse mais envolvida na ação na primeira vez do que na segunda vez, ou talvez ela tinha outra coisa em sua mente ou teve uma intenção diferente para a ação.
"A direção das ondas também é significativa. Já é evidente, por exemplo, que as ondas de atividades relacionadas com a orientação se movem de forma diferente nas crianças - principalmente de trás para a frente - do que nos adultos. Com mais pesquisas, esperamos desvendar o que essas diferentes trajetórias de onda significam," concluem os pesquisadores.



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