Ser feliz ou Envelhecer? Você decide:

Hoje, recebi 4 mensagens que decidi compartilhar, duas são sobre "envelhecer", bárbaras, e as demais são sobre viver bem, uma com uma interessante abordagem (do Luiz do Nascimento Lyrio de Oliveira, de São Paulo):
 

Um sujeito comprou uma geladeira nova e pra se livrar da velha, colocou-a em frente à casa com o aviso:

"De graça. Se quiser, pode levar".

A geladeira ficou três dias, sem receber um olhar dos passantes.

Ele chegou à conclusão que as pessoas não acreditavam na oferta.

Parecia bom demais pra ser verdade, e ele mudou o aviso:

"Geladeira à venda por R$ 50,00".

No dia seguinte, ela tinha sido roubada! 
      
Cuidado! Esse tipo de gente VOTA !
     
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      Olhando uma casa para alugar, meu irmão perguntou à corretora de imóveis de que lado era o Norte, porque não queria que o sol o acordasse todas as manhãs.

A corretora perguntou:

"O sol nasce no norte?".
      Quando meu cunhado explicou que o sol nasce no Leste (aliás, há um bom tempo isso acontece), ela disse:

"Eu não me mantenho atualizada a respeito desse tipo de coisa".

          Ela também vota!
     
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      Antigamente, eu trabalhava em suporte técnico num centro de atendimento a clientes em Manaus.

Um dia, recebi um telefonema de um sujeito que perguntou em que horário o centro de atendimento estava aberto.

Eu disse a ele:

"O número que o senhor discou está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana."

Ele perguntou:

"Pelo horário de Brasília ou pelo horário de Manaus?".

Pra acabar logo com o assunto, respondi: "Horário de Manaus".
     
      Ele vota!
     
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      Meu colega e eu estávamos almoçando no restaurante self-service da empresa, quando ouvimos uma das assistentes administrativas falando a respeito das queimaduras de sol que ela havia tido, ao ir de carro ao litoral. Estava num conversível, por isso "não pensou que ficaria queimada, pois o carro estava em movimento". 
            Ela também vota!
     
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  Minha amiga tem uma ferramenta salva-vidas no carro, projetada para cortar o cinto de segurança, se ela ficar presa nele. Ela guarda a ferramenta no porta-malas!
     
      Minha amiga também vota!
     
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      Meus amigos e eu fomos comprar cerveja para uma festa, e notamos que os engradados tinham desconto de 10%. Como era uma festa grande, compramos 2 engradados. O caixa multiplicou 10% por 2 e ia dar um desconto de 20%...
     
      Ele também vota!
     
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      Saí com uma amiga e vimos uma mulher com um aro no  nariz, atrelado a um brinco, por meio de uma corrente. Minha amiga disse:

"Será que a corrente não dá um puxão a cada vez que ela vira a cabeça?". Expliquei que o nariz e a orelha de uma pessoa permanecem à mesma distância, independente da pessoa virar a cabeça ou não.
     
      Minha amiga também vota!
     
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      Eu não conseguia achar minhas malas na área de bagagens do aeroporto.        Fui então até o setor de bagagem extraviada e disse à mulher que minhas malas não tinham aparecido.  Ela sorriu e me disse para não me preocupar, porque ela era uma profissional treinada e eu estava em boas mãos.
      "Apenas me informe: o seu avião já chegou?".
     
      Ela também vota!
     
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      Esperando ser atendido numa pizzaria, observei um homem pedindo uma izza para viagem. Ele estava sozinho e o pizzaiolo perguntou se ele preferia que a pizza fosse cortada em 4 pedaços ou em 6. Ele pensou algum tempo, antes de responder:

"Corte em 4 pedaços... Acho que não estou com fome suficiente para comer 6 pedaços".
     
      Adivinha?? Ele também vota!

    
   
      A conclusão do Lyrio/SP é de que, agora, sabe quem elegeu esses políticos... 

     Na Teoria Geral do Processo Eleitoral você entenderá como acontece isso:

 

 
1ª Mensagem sobre Envelhecer, da advogada Marcia Crestani, de Porto Alegre:
Subject: UMA BONITA MENSAGEM SOBRE ENVELHECER
 

 

Uma bonita mensagem

sobre envelhecer

 

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???????????

 Droga!

Esqueci o que era...

 


 

 

Não esqueça de ver o video sobre o sol evitar Alzeimer em  http://www.youtube.com/view_play_list?p=646216DB52716D6A

 

 
 
Bem, era apenas para rirmos e introduzir a...
 
 2ª Mensagem sobre Envelhecer, do Prof. Celso Piaseski, dirigente desportivo gaúcho:

Pontos de vista de George Carlin sobre envelhecer

 

 

Apreciem a viagem; não há bilhete de volta!


George Carlin sobre envelhecer!  (brilhante)


Você sabia que a única época da nossa vida em que gostamos de ficar velhos é quando somos crianças? Se Você tem menos de 10 anos, Você está tão excitado sobre envelhecer que pensa em frações.

Quantos anos Você tem? Tenho quatro e meio! Você nunca terá trinta e seis e meio. Você tem quatro e meio, indo para cinco! Este é o lance!


Quando Você chega à adolescência, ninguém mais o segura.. Você pula para um número próximo, ou mesmo alguns à frente. 'Qual é sua idade?'


'Eu vou fazer 16!' Você pode ter 13, mas (tá ligado?) vou fazer 16 porra!



E aí chega o maior dia da sua vida!  Você completa 21!
Até as palavras soam como uma cerimônia: VOCÊ ESTÁ FAZENDO 21. Uhuuuuuuu!

Mas então Você 'se torna' 30. Ooooh, que aconteceu agora? Isso faz Você soar como leite estragado! Êle 'se tornou azedo'; tivemos que jogá-lo fora.  Não tem mais graça agora, Você é apenas um bolo azedo. O que está errado?  O que mudou?


Você COMPLETA 21, Você 'SE TORNA' 30, aí Você está 'EMPURRANDO' 40. Putz! Pise no freio, tudo está derrapando! Antes que se dê conta, Você CHEGA aos 50 e seus sonhos se foram.


Mas, espere!
Você ALCANÇA os 60. Você nem achava que poderia!

Assim, Você COMPLETA 21, Você 'SE TORNA' 30, 'EMPURRA' os 40, CHEGA aos 50 e ALCANÇA os 60.


Você pegou tanto embalo que BATE nos 70! Depois disso, a coisa é na base do dia-a-dia; 'Estarei BATENDO aí na 4ª.. feira!'


Você entra nos seus 80 e cada dia é um ciclo completo; Você bate no lanche, a tarde se torna 4:30; Você alcança o horário de ir para a cama. E não termina aqui. Entrado nos 90, V.. começa a dar marcha à ré; 'Eu TINHA exatos 92.'



Aí acontece uma coisa estranha. Se Você passa dos 100, Você se torna criança pequena outra vez. 'Eu tenho 100 e meio!'






Que todos Vocês cheguem a um saudável 100 e meio!!



COMO PERMANECER JOVEM ?



Livre-se de todos os números não-essenciais
. Isto inclui idade, peso e altura. Deixe os médicos se preocupar com eles. É para isso que Você os paga.


Mantenha apenas os amigos alegres.
Os ranzinzas, os que só reclamam da vida só deprimem.


Continue aprendendo.
Aprenda mais sobre o computador, ofícios, jardinagem, seja o que for, até radio-amadorismo. Nunca deixe o cérebro inativo. 'Uma mente inativa é a oficina do diabo. Trabalhe, estude! E o nome de família do diabo é ALZHEIMER.

Aprecie as coisas simples.


Ria
sempre, alto e bom som! Ria até perder o fôlego.

Lágrimas fazem parte.
Suporte, queixe-se e vá adiante.  As únicas pessoas que estão conosco a vida inteira somos nós mesmos. Mostre estar VIVO enquanto estiver vivo.

Cerque-se daquilo que ama,
seja família, animais de estimação, coleções, música, plantas, hobbies, seja o que for.  Seu lar é seu refúgio.

Cuide da sua saúde:
se estiver boa, preserve-a. Se estiver instável, melhore-a. Se estiver além do que Você possa fazer, peça ajuda.

Não 'viaje' às suas culpas.
Faça uma viagem ao shopping, até o município mais próximo ou a um país no exterior, mas NÃO para onde Você tiver enterrado as suas culpas.

Diga às pessoas a quem Você ama que Você as ama
, a cada oportunidade.

E LEMBRE-SE SEMPRE:


A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração.



 

A jornada da vida não é para se chegar ao túmulo em segurança em um corpo bem preservado,

e sim para se escorregar para dentro meio de lado, totalmente gasto, berrando:  

QUE VIAGEM!"   
 

Viva simplesmente.

Ame generosamente.

Importe-se profundamente.

Fale gentilmente.

Deixe o resto para o Universo...



E conheça a Monja Isshin
E seu Blog:

Monja Isshin - Blog Compaixão Zen Budista, Meditação e Ciência, [...]


Vídeo: Ciência da Felicidade

Um vídeo bastante interessante do site TED Talks – clicar em "view subtitles" para escolher legendas em português:
A pesquisadora cognitiva Nancy Etcoff analisa a felicidade — os meios que usamos para alcançá-la e aumentá-la, como está ligada à nossas circunstâncias reais, e seu surpreendente efeito em nossos corpos.
 
.


Se você não mandar para alguns pessoas - quem se importa?

Contudo, ao compartilhar com alguém,
e se cada um fizer o mesmo,
e se todos pensarmos sobre em que consiste o bem viver,
eu me pergunto:
O mundo ficará bem melhor?
 

Campeonato Brasileiro Universitario 2010 - Divisor de águas no Desporto de alto rendimento

Prezados:

O ano ocorrerá a tripartição do Desporto de alto rendimento. 
 
Até hoje,  houve uma polarização entre futebol e sua festa máxima, a Copa do Mundo www.padilla.adv.br/desportivo/futebol - e os demais desportos, cujo maior evento são os Jogos Olímpicos de verão www.padilla.adv.br/desportivo/aneis
 
Nasce um novo foco de grande atração nos Jogos Marciais, em Beijing, China, de
24 de agosto a 4 de setembro de 2010.
 
Mais de mil atletas, os homens e mulheres representando o melhor de treze artes marciais e esportes de luta, selecionados  criteriosamente por suas respectivas Federações Internacionais, participarão de competições e demonstrações especiais.
 
Aikido(80 atletas), Box(80), Judo(80), JyuJitsu(96), Karate(80), Kendo(80), Kickboxing(84), Muaythay(88), Sambo(96), Sumo(96), Taekwondo(64), Wrestling(96) e Wunshu(72),
 
O evento que será marcado, ainda, por uma programação de demonstrações e aspectos culturais das Artes Marciais:
 
 
Detalhes dos critérios de seleção usados por cada modalidade: http://www.sportcentric.com/vsite/vfile/page/fileurl/0,,5148-199856-217079-161099-0-file,00.pdf 
 
Disponibilizamos um interessante vídeo sobre esse evento em:
Preparando-se, a Confederação Brasileira de Desportos Universitários e sua Liga de Lutas realizarão, em abril, o Campeonato Brasileiro Universitario 2010.
 
Segue anexo o regulamento da parte de Karate, que tem despertado grande interesse.
Sobre outras modalidades, acessem o site da www.cbdu.org.br e contatem as respectivas Confederações.
Cuidem os prazos de inscrição, que encerram na primeira semana de abril
Na parte de Karate, a CBK é responsável pela organização e arbitragem.
 
Seria oportuno repassar, para divulgação entre todos os alunos universitários, para os DCE, AAA - Associação Atlética Acadêmica, e Diretórios e Centros Acadêmicos.
Atenciosamente
Prof. PADilla
 
 
 

A primeira pessoa no mundo reconhecida que não é nem homem, nem mulher

A primeira pessoa no mundo reconhecida que não é nem homem, nem mulher

(17.03.10)

http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=17694

Uma pessoa que mora na Austrália pode ser a primeira no mundo reconhecida oficialmente como não pertencendo a nenhum dos sexos, segundo a imprensa australiana. Segundo a notícia publicada no The Scavenger, os médicos declararam que não conseguiram determinar o sexo de Norrie - nem fisicamente nem em função do seu comportamento.

O governo do Estado de New South Wales emitiu uma certidão de "gênero não-específico" a Norrie May-Welby. Isso significa que o governo não reconhece Norrie como homem ou mulher.

Norrie se considera andrógino e é ativista do grupo Sex and Gender Education (Sage, na sigla em inglês), que faz campanha por direitos de pessoas com diferentes identidades sexuais.

Norrie, 48 de idade, nasceu na Escócia e foi registrado como homem. Aos 23 anos, ele passou por um tratamento hormonal e cirurgias para mudar de sexo, e foi registrado na Austrália como mulher. No entanto, Norrie ficou insatisfeito com a mudança e interrompeu seu tratamento, preferindo denominar-se "neutro".

"Esses conceitos de homem e mulher simplesmente não se encaixam no meu caso, eles não são a realidade e, se aplicados a mim, são fictícios", afirma o próprio Norrie em um artigo publicado no saite The Scavenger na semana passada. Norrie assina seu nome como "norrie mAy-Welby", um trocadilho com "may well be", que em inglês significa "pode ser".

Em e-mails enviados à redação de jornais australianos e europeus, Norrie comemorou a decisão do governo australiano. "Liberdade da gaiola do gênero!", escreveu.

A certidão de gênero não-específico foi dada de acordo com uma recomendação de 2009 de um relatório da Comissão de Direitos Humanos da Austrália, segundo o portal. A certidão foi publicada na capa do jornal australiano Sydney Morning Herald.

Leia a íntegra da matéria no saite do jornal inglês The Telegraph

"The first person to be officially recognised as neither male or female"

 

Lei Pelé, As crenças e sua importância na sociedade e no direito, Ética

Prezados alunos:
Em complemento e preparação à próxima aula, anexamos a esta a versão atualizada da Lei Pelé, bem como do texto compilando as informações sobre As crenças e sua importância na sociedade e no direito. Aduzimos, abaixo, dois textos, um sobre Ética no direito, do Prof. João Baptista Herkenhoff, da Universidade Federal do Espírito Santo e outro do Dr. Ricardo Di Bernardi, de Florianópolis/SC - sobre o que aconteceu com o Cristianismo.
Até sábado, 8:30 horas.
Sugerimos imprimir o texto da Lei Pelé, anexo, e sempre o trazer em aula.
Para economia de papel, é possível imprimir duas páginas por folha.
 

Ética da magistratura 

(11.03.10)


Por João Baptista Herkenhoff,
livre-docente da Universidade Federal do Espírito Santo, professor pesquisador da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha e escritor.
 
A palavra ética provém do grego ethos, que significa modo de ser, caráter.
 
A ética busca aquilo que é bom para o indivíduo e para a sociedade.  A ética não brota espontânea. É fruto de um esforço do espírito humano para estabelecer princípios que iluminem a conduta das pessoas, grupos, comunidades, nações, segundo um critério de bem e de justiça.  O bem e a justiça constituem uma busca.
 
Um dos mais importantes desdobramentos da ética refere-se à ética das profissões. Toda profissão tem sua ética. Vamos citar alguns exemplos. Seja o motorista reservado quanto ao que ouve dentro do carro quando transporta seus clientes. Seja o comerciante ético cobrando o justo preço pelas mercadorias que vende. Seja o profissional da enfermagem ético tratando com respeito o corpo do enfermo. Seja o advogado ético, fiel ao patrocínio dos direitos do seu cliente. Seja o médico ético servindo à vida e procurando minorar o sofrimento humano.
 
E a magistratura tem uma ética? Obviamente que sim.
 
A magistratura é mais que uma profissão. A ética do magistrado é mais que uma ética profissional.
 
A função de magistrado é uma função sagrada. Daí a advertência do profeta Isaías: "Estabelecerás juízes e magistrados de todas as tuas portas, para que julguem o povo com retidão de justiça".
 
Somente com o suplemento da Graça Divina pode um ser humano julgar.
 
A sociedade exige dos magistrados uma conduta exemplarmente ética. Atitudes que podem ser compreendidas, perdoadas ou minimizadas, quando são assumidas pelo cidadão comum, essas mesmas atitudes são absolutamente inaceitáveis quando partem de um magistrado.
 
Tentarei arrolar alguns princípios que suponho devam orientar a ética do magistrado:
 
1) A imparcialidade. Nada de proteger ou perseguir quem quer que seja. O juiz é o fiel da balança, a imparcialidade é inerente à função de julgar. Se o juiz de futebol deve ser criterioso ao marcar faltas, ou anular gols, quão mais imparcial deve ser o juiz de Direito que decide sobre direitos da pessoa.
 
2) O amor ao trabalho. O ofício do juiz exige dedicação. A preguiça é sempre viciosa, mas até que pode ser tolerada no comum dos mortais. Na magistratura, a preguiça causa muitos danos às partes.
 
3) A pontualidade, o zelo pelo cumprimento dos prazos. É certo que há um acúmulo muito grande de processos na Justiça. O juiz não é o responsável por esse desacerto mas, no que depende dele, deve esforçar-se para que as causas não contem tempo por quinquênio ou decênio, como verberou Rui Barbosa. Se por qualquer razão ocorre atraso, no início de uma audiência, o juiz tem o dever de justificar-se perante as partes. Não pode achar que é natural deixar os cidadãos plantados numa sala contígua, esperando, esperando, esperando.
 
4) A urbanidade. O magistrado deve tratar as partes, as testemunhas, os serventuários e funcionários com extrema cortesia. O juiz é um servidor da sociedade, ter boa educação no cotidiano é o mínimo que se pode exigir dele. A prepotência, a arrogância, o autoritarismo são atitudes que deslustram o magistrado.
 
5) A humildade. A virtude da humildade só engrandece o juiz. Não é pela petulância que o juiz conquista o respeito da comunidade. O juiz é respeitado na medida em que é digno, reto, probo. A toga tem um simbolismo, mas a toga, por si só, de nada vale. Uma toga moralmente manchada envergonha, em vez de enaltecer.
 
6) O humanismo. O juiz deve ser humano, cordial, fraterno. Deve compreender que a palavra pode mudar a rota de uma vida transviada. Diante do juiz, o cidadão comum sente-se pequeno. O humanismo pode diminuir esse abismo, de modo que o cidadão se sinta pessoa, tão pessoa e ser humano quanto o próprio juiz.
 
7) Razão e coração. Julgar é um ato de razão, mas é também um ato de coração. O juiz há de ter a arte de unir razão e coração, raciocínio e sentimento, lógica e amor.
 
8) A função de ser juiz não é um emprego. Julgar é missão, é empréstimo de um poder divino. Tenha o juiz consciência de sua pequenez diante da tarefa que lhe cabe. A rigor, o juiz devia sentenciar de joelhos.
 
9) As decisões dos juízes devem ser compreendidas pelas partes e pela coletividade. Deve o juiz fugir do vício de utilizar uma linguagem ininteligível. É perfeitamente possível decidir as causas, por mais complexas que sejam, com um linguajar que não roube dos cidadãos o direito, que lhes cabe, de compreender as razões que justificam as decisões judiciais.
 
10) O juiz deve ser honesto. Jamais o dinheiro pode poluir suas mãos e destruir seu conceito. O juiz desonesto prostitui seu nome e compromete o respeito devido ao conjunto dos magistrados. Peço perdão às pobres prostitutas por usar o verbo prostituir, numa hipótese como esta.
 


Entenda o que aconteceu com o Cristianismo

Dr. Ricardo Di Bernardi, Florianópolis/SC

Obs: Algumas datas podem ter pequena variação conforma a fonte.

 Desde os primeiros relatos dos evangelistas até os dias de hoje, a história do cristianismo apresentou uma série de fatos significativos, cuja compreensão permite o desenvolvimento de análises DAS CRENÇAS da sociedade com base na realidade dos FATOS:

1. Até o ano de 70, Jerusalém centralizava a liderança, passando posteriormente para Roma até o fim do século I.

2. Do ano de 270 até o ano  370, não existiam altares nas igrejas ; a partir daí, com recursos "extraídos" dos fiéis,  foram criados os altares cada vez mais suntuosos.

3. No ano de 400, foi instituído o sinal da cruz ao invés do peixe, alterando um símbolo por outro que expressava mais a questão física e o sofrimento material do que a essência espiritual dos ensinamentos.

4. Em 500, "criou-se" o purgatório. Nota sobre a data de "criação" do Purgatório: Em "O Céu e o Inferno" de A. Kardec, Cap. V, temos que "O Evangelho não faz menção alguma do purgatório, que só foi admitido pela Igreja no ano de 593" (por Gregório I), diferente da  data citada.

5. Em 553, o 2º Concílio de Constantinopla condenou as opiniões de Orígenes, reencarnacionista e rconhecido teólogo cristão, e às idéias palingenésicas (vidas sucessivas)  dos gnósticos, atitude que desencadeou reações, como a do cardeal Nicolau de Cusa sustentando, em pleno Vaticano, a pluralidade das vidas e dos mundos habitados, com a concordância do Papa Eugênio IV (1431-1447). Havia e houve sempre esse interesse em sepultar o conhecimento da reencarnação; então, ao invés de uma concepção simples e clara do destino, passou a ser necessária a criação de dogmas que lançaram a obscuridade sobre os problemas da vida, revoltando a razão e afastando o homem lúcido de Deus.

 O 2° Concílio de Constantinopla, ao condenar a doutrina da reencarnação,  considerou-a heresia. Passou-se, então, a perseguir seus adeptos com uma ferocidade inigualável. Curiosamente não estava o Papa  presente no Concílio. Aliás, aproveitando  a oportunidade lembramos que, com a justificativa da ausência papal, poderá a Igreja voltar atrás  quando quiser.

6. Valorização crescente do símbolo da Cruz. Símbolo do sofrimento físico do Cristo. Em função da necessidade do domínio e exercício de autoridade sobre os fiéis, houve uma crescente valorização do sofrimento, ao invés do estudo da filosofia cristã.

7. Em 609, foi criado o culto à virgem Maria e a invocação dos "Santos".

8. Em 610, o papado foi oficialmente estabelecido pelo imperador Focas, que outorgou a Bonifácio o título de Bispo Universal.

9. Em 787, estabeleceu-se o culto ou devoção às imagens, à cruz e às relíquias.

10. Em 998, criou-se a festa de "Todos os Santos" e a de "Finados".

11. Em 1054, os gregos insatisfeitos com algumas posturas da igreja, criam a Igreja Ortodoxa Grega.

12. Em 1074, estabeleceu-se o celibato clerical, um verdadeiro atentado à natureza humana  gerando inúmeros sacrifícios, sofrimentos e desvios de religiosos sinceros.

13. Em 1200, inventa-se o rosário! - Outra fonte, "Documentário Secreto do Vaticano", de Josué B. Paulino, aponta como autor do rosário Pedro, o ermitão, em 1090.

14. Em 1215, cria-se a confissão auricular, ao contrário dos tempos apostólicos que era pública (o que evitava a reincidência do "pecado"). Sem dúvida, a maior vítima passou a ser a mulher piedosa e sensível. Submeteu-se a longos interrogatórios íntimos, diante de um homem solteiro, muitas vezes traumatizado por um celibato mal resolvido pelo seu psiquismo. Lançam-se de joelhos as mulheres, crentes de estarem na frente do representante de Deus, aos pés de um homem cheio das mesmas (ou maiores) fraquezas dos demais, na enganosa suposição de que o sacerdote é a representação da divindade... E daí... - "Documentário Secreto do Vaticano", de Josué B. Paulino, indica a data de 758 d.C. para a criação da confissão auricular pelas ordens religiosas do oriente.

15. Em 1264, institui-se a festa "Sagrado Coração de Jesus" e também a do "Santíssimo Sacramento".

16. Em 1311, aparece a oração da Ave Maria (Santa Maria, mãe de Deus ao invés de mãe de Jesus). Em 1317, por ordem de João XXII : todos são obrigados a rezar a "Ave Maria"

17. Em 1414, inicia-se a institucionalização da Hóstia, ou Eucaristia. Sob as aparências de pão e vinho há o "milagre", sob alegação de estes ingredientes conterem o corpo, o sangue, a alma e a divindade de Jesus Cristo, fenômeno que se renova em todas as missas. Em "História dos Concílios Ecumênicos", de Giuseppe Alberigo, a hóstia foi criação do Concílio de Trento, entre os anos de 1545 e 1563.

18. Em 1517, Martinho Lutero reage contra os desvios do Cristianismo original e cria o cisma protestante.

19. Em 1529 organiza-se a Igreja Luterana.

20. Em 1533, surge a Igreja Anglicana Episcopal, instituída por Henrique VIII.

21. Em 1536, com Calvino, surge a Igreja Presbiteriana da França.

22. Em 1560, temos a Igreja presbiteriana escocesa com as famosas pregações de John Knox.

23. Em 1606, na Holanda, aparece a Igreja Batista de John Smith.

24. Em 1612, com Thomas Helwys surge também a Igreja Batista.

25. Em 1739, com John e Charles Wesley, cria-se a Igreja metodista na Inglaterra.

26. Em 1830, surge o dogma da Imaculada Conceição. Contudo, de acordo com a fonte citada anteriormente, p.368, rodapé, foi no ano de 1854, pelo Papa Pio IX.

27. Em 1870, já com a autoridade bastante em descrédito, e tendo sofrido inúmeros cismas, a Igreja, não mais chamada de Cristã, mas de Católica Apostólica Romana, resolve decretar que o Papa era infalível, e assim, num esforço, deter o poder absoluto e inquestionável do papa sobre seus fiéis. O papa Pio IX promulgou o decreto da infalibilidade papal.    O referido decreto assinala a decadência e a ausência de autoridade do Vaticano, em face da evolução científica, filosófica e religiosa da humanidade.

Curiosamente, a igreja que nunca atribuiu um título real à figura do Cristo (desnecessário), assim que viu desmoronar o trono de absolutismo, com vitórias da República e do direito em todos os países desenvolvidos, criou a imagem do Cristo-Rei para o ápice dos seus altares.

 

         As fogueiras da Inquisição, que imolaram inúmeros corpos, não conseguiram reduzir às cinzas as idéias genuinamente cristãs. O conceito da reencarnação, respaldado por Jesus, ressurgiu depois em diversos movimentos como, por exemplo, a doutrina espírita.

Agradecemos a contribuição do estudioso: José Ricardo Basílio da Cunha – SP, com referência as  6 notas acima. O texto é do livro  NAVEGANDO NOS MARES DA IMPRENSA – Ricardo Di Bernardi Solicitar pelo site:  www.icefaovivo.com.br  - com Vera - 10-3-2010

 

mau estar da civilização futebol homossexualismo


O mau estar da civilização



    Oportunizando congratular os esforços de desenvolvimento, damos as boas vindas a quem inicia o semestre letivo, instando-os à reflexão.

 Régis de Oliveira Montenegro Barbosa a Glaucia Dipp Dreher, ao final dos anos noventa, dinamizaram o Projeto Conciliação das Varas de Familia alcançando mais de 85% de acordos.  No texto seguinte, Régis sintetiza a crise de mal estar da "civilização" referindo leituras fundamentais para quem deseja afiar o pensamento.



 O Tempo, o ser e a Técnica
 Régis de Oliveira Montenegro Barbosa*
 São por todos nós conhecidos os benefícios, comodidades e facilidades gerados pelo avanço tecnológico da sociedade pós-industrial. Forçoso, contudo, indagar e refletir por que veredas trilhamos e a que custo. Assistimos, não sem assombro e consternação, ao depauperamento e à degradação das virtudes da alma, o que se constata com maior candência no campo da ética. Sucede como na estória do sapo que, colocado na panela imerso em água cujo calor é paulatinamente elevado, nela permanece até fenecer, já que deixa de perceber o gradativo aumento da temperatura. Assim também nos está a acontecer, seduzidos pela sociedade da técnica, fustigados pela azáfama cotidiana, sem que nos demos conta ou tenhamos força e energia para "remar contra a maré".
 Cooptados pelos "encantos da máquina", permanecemos embevecidos, "grudados" nos visores do celular, do computador, do televisor, quiçá nutridos da dissimulada ânsia de sermos percebidos, aos nossos olhos e aos dos outros, como pertencentes a uma sociedade tecnologicamente avançada. Visualizar-se socialmente inserido no contexto, este é o mote!  O problema é que, sem maiores perquirições, sofregamente lançamos mão de uma profusão de inovações tecnológicas (como a criança que se encanta com o brinquedo), ao escopo de sentirmo-nos "in" e não "out".  Desta forma, perdemos em sensibilidade para o que se encontra no entorno, vale dizer, para o belo e excitante mistério que a vida por si encerra, mas que vem perdendo em encanto e magia. Transitamos menos por uma consciência individualizada (acessada somente quando entramos em estreito contato com o recôndito de nosso ser) do que por aquela que se esgota no restrito grupo cultural a que pertencemos. Vale dizer, no inconsciente (ou consciente) coletivo Junguiano.
 Por isso que, rogando perdão pela tautologia, todo mundo só faz e pensa o que todo mundo faz e pensa! Portadores desta consciência obnubilada, tornamo-nos presas inermes do torpor e da inconsciência, para não dizer inconsistência! Cultiva-se apenas o que é saliente e visto, não o que está oculto, velado e não aparente, postura que colide de frente com o aforismo cunhado por Antoine Saint-Exupéry, que, no opúsculo O Pequeno Príncipe, alertara: "Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos".
 A menos que se pretenda fazer vistas grossas e ouvidos moucos, é de inferir que a tecnologia, com a rapidez e artificialismo ínsitos, sem embargo de muitas vezes benfazeja, acarreta efeitos colaterais e embute todo um modus vivendi. Vem emprestando aridez a um mundo no qual cada vez menos vicejam a poesia, a sensibilidade, o encantamento, a contemplação, a paz, o amor. Pelo contrário, tais estados anímicos, não raro, são maliciosa e distorcidamente estigmatizados e acoimados de parvoíce ou pusilanimidade. Até parece que por força de nossa condição humana nem estamos expostos a toda sorte de infortúnios, à doença, à velhice e à morte.
 Ao revés, no ápice da pirâmide axiológica grassam a competição, o arrivismo, a ânsia por sucesso pessoal e material, o açodamento impensado e insensato. Não assumimos nem damos a conhecer nossas fragilidades naturais e, o que é mais constrangedor, por vezes deixamos transparecer até mesmo o que bem lá no fundo nem somos ou nem estamos efetivamente sentindo (a velha hipocrisia da qual o meio e convívio social estão prenhes!).
 Isto sem mencionar o crescente solapamento da "cultura do livro", sucedida a passos largos pela indústria cultural e do entretenimento (ADORNO, HORKHEIMER, Dialética do Esclarecimento, e GUY DEBORD,  A Sociedade do Espetáculo). Integramos uma "massa" amorfa e esteriotipada, cujas posturas, sentimentos, e até pensamentos, passam a ser pré-concebidos e moldados pela cultura de massa (HERBERT MARCUSE, o Homem Unidimensional) e por uma mentalidade de rebanho (NIETZSCHE).
 De modo a provocar inveja ao mais genuíno "Fordismo", que nos alvores do século passado inaugurou o sistema de produção em série e de divisão do trabalho.
 Somos frutos de uma sociedade midiática que, modo intermitente, forja ídolos (ícones) que em seu proscênio são adorados e bajulados, mas que só conquistam e ostentam fama, prestígio e riqueza, na razão direta da existência de idólatras de plantão que, com tal atitude, deixam de despender atenção e energia para dentro de si, com o que desconectam os fios condutores que franqueiam o acesso à força e sabedoria interiores, em boicote ao despertar espiritual, que em determinadas culturas e filosofias do oriente assumem singular valia, mas que por nós são negligenciados.
 Não é por menos que a sociedade tecnológica contabilizou como um de seus acerbos críticos o filósofo alemão Martin Heidegger (Ser e Tempo), para quem ela elidiu do homem a imprescindível indagação pelo sentido do Ser e pelo significado mais profundo da existência humana. Tudo porque vivenciamos uma "Sociedade em Rede" (MANUEL CASTELLS), que nos exorta a que permaneçamos a ela "plugados", com o que se instala um mundo virtual e artificial (quase fictício!) a latere do mundo concreto e natural, aquele guindado a um posto de maior relevância, até mesmo nas relações afetivas.
 Tais considerações e invectivas, todavia, não denotam qualquer pretensão a que se retorne ao estado de natureza ou que se renda tributo ao mito Rosseauniano do "Bom Selvagem"!
 Outro efeito nefando protagonizado pela sociedade tecnológica reside na sensação de aceleração do tempo. É que tudo funciona de forma cada vez mais célere, regado por um bombardeio de informações, merçê da revolução da informática. Há quem diga que se cuida de fenômeno objetivo, tese preconizada pela "Doutrina Schuman", em conformidade com a qual as ondas eletromagnéticas que envolvem nosso planeta estariam vibrando com uma frequência e velocidade maiores.
 A triste evidência é que a vida nos está "levando de roldão", o que automaticamente nos impõe a pergunta acerca de qual o sentido disso tudo. Perdemos em calma, afeto e alma! Como sentenciara Sócrates do cume de sua sabedoria (já que segundo o Oráculo de Delfos sabia que nada sabia), uma vida não examinada não vale a pena ser vivida. Com efeito, tornamo-nos meras peças de reposição de uma engrenagem que se auto alimenta e se move autonomamente, que nutre um fim em si mesmo e que conta como um de seus precípuos combustíveis propulsores o Capital, velho inimigo de Karl Marx.
 Isto tudo não sem o sério risco de virmos a desembocar no autofagismo. O que até nos deixa timoratos de que se cumpra vaticínio escatológica da civilização Maia, que rendeu ensejo a recente produção cinematográfica, no sentido de que ocorrerão catástrofes de proporções alentadas por conta da inversão dos eixos polares da Terra, já no iminente ano de 2012, aptas a provocarem o epílogo da existência humana neste planeta, ao menos nas condições que conhecidas e vivenciadas.
 No crepúsculo e sintetizando: para que nos seja possível provar da polpa da fruta estamos tendo que engolir o caroço!


Homossexualismo e futebol 
O grande tabu
Se o futebol é democrático, a intolerância também é. Um ato de intolerância racista ou religiosa não é mais grave do que um ato homofóbico ou xenófobo. É tudo a mesma coisa
Oliver Seitz
Uma pergunta provocativa e uma resposta simples e direta que permitem abrir um leque maior de análise. Muito maior, diga-se.

Na entrevista com o diretor de marketing do São Paulo, Adalberto Baptista, publicada aqui na Universidade do Futebol na última sexta-feira, foi perguntado se seria possível o clube reposicionar o "bambi" para torná-lo um símbolo do clube. A resposta, que não gera nenhuma surpresa, foi que não, o clube não possui e nem possuirá interesse nisso.

A resposta é óbvia por pelo menos duas razões: primeiramente pelo seu sentido mercadológico. Bambi é um personagem do grupo Disney, portanto qualquer ação no sentido da adoção do personagem como símbolo teria que passar por algum acerto financeiro, ainda mais se for levado em conta que o São Paulo tem contrato com a Warner. Simples assim.

A segunda razão, bem menos simples, é o que o Bambi representa. Contextualizando sem maiores delongas, Bambi é um veado, logo é popularmente assumido como um símbolo de viado, a tradução pejorativa de homossexuais do sexo masculino, aparentemente originada da contração do termo "transviado". E, sob essa perspectiva, a razão se complica.

A homossexualidade é, possivelmente, o maior tabu do futebol contemporâneo. No período da fundação e do desenvolvimento inicial do futebol moderno ao redor do mundo, o seu grande problema social era a intolerância entre raças e nacionalidades.
Como o tempo e com a evolução das coisas esse problema foi minimizado. Ainda que casos de xenofobia e discriminação racial e, por vezes, religiosa, ainda aconteçam, nada se compara à intolerância em relação aos homossexuais. O problema da homofobia no futebol é tão grande, tão grande, que ele é simplesmente ignorado. É melhor fingir que não existe.
Para quem trabalha e convive diariamente com o futebol, não é incomum ouvir histórias sobre casos homossexuais envolvendo jogadores, comissões técnicas e diretores. Entretanto, oficialmente, não existem homossexuais jogando futebol. Na história do futebol, apenas um jogador de elite admitiu publicamente sua homossexualidade: o inglês Justin Fashanu, atacante que jogou por clubes como Manchester City e West Ham e foi o primeiro jogador negro da história do futebol inglês a ser transferido por um valor acima de um milhão de libras, quando trocou o WBA pelo Notthingham Forest em 1981.
Em 1990, Fashanu admitiu sua homossexualidade em uma entrevista ao tablóide The Sun. Em 1998, depois de intensa pressão psicológica e de uma acusação de ter abusado de um adolescente de 17 anos, da qual ele foi inocentado por falta de evidências, Fashanu se enforcou.
Quando Fashanu decidiu declarar publicamente sua homossexualidade, alguém deve ter imaginado que ele seria o primeiro de muitos. Mais do que isso, alguém deve ter pensado que já que o homossexualismo estava vindo à tona em 1990, a intolerância certamente estaria resolvida em 2010. Afinal, são vinte anos de evolução social. Mas, como todo mundo bem sabe, esse não é exatamente o caso. A intolerância ainda persiste.
Dez anos depois do suicídio de Fashanu foi criada a organização "Justin Campaign", em homenagem ao jogador, que tem como objetivo reduzir a homofobia no futebol. Logo em seguida, a organização se aliou a duas influentes parceiras, a "Kick it Out" - organização criada inicialmente para combater o racismo no futebol, mas que hoje se envolve com diversas formas de intolerância - e a própria Football Association, que colaborou para lançar uma campanha com o óbvio e esclarecedor mote: se o comportamento homofóbico não é aceito fora do estádio, por que ele é aceito dentro?

O vídeo, que estava há tempos sendo preparado e esperado pelos ativistas anti-homofobia, foi declarado decepcionante. Primeiro porque ele teve o seu lançamento adiado por algumas indecisões da FA e com exibição restrita à Internet, e segundo porque diversos jogadores da elite do futebol inglês foram convidados a participar da campanha, mas recusaram quase que unissonamente. A desculpa, óbvia também, é o medo de se associar ao ativismo e eventualmente ser hostilizado pelo público durante as partidas.
No futebol brasileiro, nada desse tipo jamais veio à tona. Justo no país que se gaba de ser a terra da tolerância, o grande centro mundial da aceitação de raças, credos e etnias e que possui no futebol o seu grande evento democrático, que une tudo e todos, até o Jamal, o pequeno judeu perna-de-pau, com o Jacó, o pequeno mulçumano filho do dono da barraca de grãos da feira.
Já está mais do que na hora da homofobia no futebol ser combatida. Se homossexuais já estão amplamente inseridos e aceitos nas principais plataformas de entretenimento do Brasil, incluindo o popular e recente caso do Big Brother – ainda que com evidente intolerância –, por que então ignorar a questão no ambiente futebolístico nacional?
Se o futebol é democrático, a intolerância também é. Um ato de intolerância racista ou religiosa não é mais grave do que um ato homofóbico ou xenófobo. É tudo a mesma coisa. Não dá pra achar que dá pra ignorar. Tem que combater. Mas aparentemente, ninguém está nem aí. Melhor fingir que não existe. Põe dentro de um saco e esconde. E esse saco, aparentemente, nem o perna de pau do pequeno Jamal conseguirá derrubar tão cedo.

*Pesquisador do Grupo de Indústria do Futebol da Universidade de Liverpool na Inglaterra, Oliver Seitz foi o primeiro brasileiro a integrar a equipe de pesquisadores do FIG e a lecionar sobre a indústria do futebol no nível superior inglês.Além disso é bacharel em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela UFPR, pós-graduado em Administração Esportiva pela FGV-SP, especialista em Comunicação Empresarial pela PUC-PR e colunista da Universidade do Futebol.


From: Newsletter Universidade do Futebol
Sent: Thursday, March 04, 2010 9:06 AM
Subject: Homossexualismo e futebol 





 Qual a conexão entre os dois textos?

 O engodo psicopata acentuado a partir de Karl Marx. 
 Esse desprezível está na na raiz de todos os problemas da sociedade porque as suas falácias são o combustível para alimentar o fogo reformador da juventude incendiando-os de encontro aos valores da civilização.
   Os psicopatas, por não possuírem experiência emocional, não sonham, como nós, humanos, com coisas boas para a sociedade.  Pelo contrário, esses bandidos dissimulados identificam os sonhos humanos usando-os para alavancarem os seus planos diabólicos. Enquanto não se desperta para o perigo desses seres do mau com aparência humana, ficamos indefesos diante da manipulação emocional. 
   "Para realizar grandes sonhos, precisamos GRANDES sonhos..." Sonhamos e trabalhamos para ampliar a rede de conscientização, encerrando à era de trevas contemporânea.    



Karl Marx foi sustentado pela esposa por 16 anos enquanto escrevia "O Capital" até ela ficar pobre. Só teve um único emprego fixo em 64 anos de vida, e foi como como correspondente do jornal “New York Herald” por breve período e que não resultava em quantias suficientes para manter a família.

Embora estudioso de economia, era cronicamente irresponsável nas finanças pessoais e sempre passou necessidades. Em 1852, quando morava em Londres sem ter mais para onde correr, Marx tentou penhorar alguns talheres de prata com o brasão da família da esposa quando o dono da loja, desconfiado daquela criatura de cabelos desgrenhados e mal vestida, chamou a polícia.

Viu 4 de seus 7 filhos morrerem ainda bebês pela vida insalubre e miserável que sua vagabundice impôs à família, viu duas de suas três filhas sobreviventes se suicidarem, traiu a mulher que o sustentou por anos a fio com a melhor amiga dela e ainda deu o bebê nascido desta relação para o amigo rico Engels criar. Morreu pobre, intelectualmente debilitado e com um abscesso no pulmão. Somente 11 pessoas incluindo Engels foram ao seu enterro.

Esse é o ídolo da esquerda. O "pai do socialismo". Sujeito ordinário, preguiçoso e imoral, que não conseguiu sequer colocar a própria vida em ordem. É este pilantra, em muitos aspectos similar ao Lulla, o criador do sistema que tem a pretensão de trazer a solução para o mundo? Pois é. Cada um tem a referência que merece.

E o Paul Johnson cita no livro “The Intelectuals” que esse energúmeno, além de tudo, não tomava banho e não fazia a barba por muito tempo. Seus seguidores também deixam a barba crescer sem saber por que.

Mas, suas ideias errôneas, ainda estão por aí, a estrepar com o mundo, a azarar com a sociedade. Pior de tudo é que estamos sendo vítimas desses sórdidos caolhos, gigolôs da miséria, parasitas e aproveitadores, os Schmarotzers, na línguagem de seus conterrâneos alemães. Até quando, como diria Catilina, o senador romano?