segunda-feira, 31 de março de 2014

A Verdade sobre o governo militar pós 31-3-1964

 O Governo Militar
 A população foi acostumada a tratar como "ditadura" o governo militar iniciado no contra-golpe comunista em 31 de março de 1964. Os terroristas são idolatrados enquanto os militares, defensores da pátria, são infamados como se fossem bandidos.
 Como aconteceu tamanha inversão de valores? Usaram técnicas de manipulação coletiva como a denominada "Janela de Overton". Conheça-a em https://drive.google.com/file/d/0B2CNDxRTI8HAYkhyUTVIZDNNOTQ/view?usp=sharing
   Embora momentos de intensa dureza, os sucessivos governos de militares não contém as características de uma ditadura:



 1. Ditaduras caracterizam-se pelo caráter permanente; ditadores só abandonam o poder mortos, depostos a força ou presos.
 Nenhum dos presidentes militares quis manter o poder. Humberto de Alencar Castello Branco foi eleito pelo Congresso Nacional no dia 11/04/1964 com 361 votos favoráveis, incluindo o do ex-presidente Juscelino Kubitschek. Governou somente 3 anos passando o cargo em 15/03/1967 quando entrava em vigor a nova Constituição Federal revogando os Atos Institucionais AI 1 a 4.
 Os governos militares teriam encerrado com Costa e Silva, não fosse o recrudescimento da subversão e o terrorismo assassino.
 Os psicopatas comunistas não queriam a normalização do pais. Provocaram os militares com terrorismo.  Os psicopatas mataram 19 pessoas antes do AI-5 quase dois anos depois em 13/12/1968.
 Os militares caíram na armadilha e fizeram exatamente o que os bandidos queriam: preocupados com a existência de terroristas patrocinados pela URSS, queriam exterminá-los antes de devolverem o controle político aos civis - como se um governo civil não pudesse combater a criminalidade...
 Isso perdurou até o final da cortina de ferro.
 
 Em 1964, os Militares depuseram o governo a pedido do povo!


 Não devolveram o poder aos civis imediatamente devido a dificuldade de lideranças civis aptas à conduzir o país de volta ao progresso. Desgastaram-se pois isso criou condições para, nas décadas seguintes, os psicopatas disseminarem preconceitos contra os Militares a fim de impedir a reação militar à instalação da ditadura comunista em curso no Brasil no momento atual (31/03/2015). O problema foi agravado por uma certa soberba, isto é, pelos militares não terem dado importância ao que os bandidos faziam!

 Décadas depois, no Brasil atual, o golpe comunista já foi aplicadohttps://goo.gl/ZFYlYX



 Os comunistas empregaram o FRAMING ou MONTAGEM para reescrever o passado e inverter valores transformando os bandidos em mocinhos e vice-e-versa. Foram verdadeiras operações de desinformação onde cada grupo reforça um aspecto da mentira e outros anulam quem tentar expor a verdade. A respeito, elucidativo este vídeo:


 2. As Ditaduras terceirizam o pensamento. Obrigam a seguir determinadas crenças. Sufocam o livre arbítrio. Aparelham o sistema de ensino. Reprimem severamente qualquer ideologia contrária cerceando até a liberdade de pensamento. Promovem a idiotização para facilitar a dominação. Quem se opõe é dizimado.
 Os governos pós-1964 desejavam impedir o comunismo falso e desumano de tomar o poder; queriam justamente preservar a liberdade, o livre arbítrio, a paz social e os valores da educação.




 3. A ditadura atua no interesse de um pequeno grupo, o ditador e sua entourage; concentram toda a riqueza e poder transformando-se em bilionários. Para assegurar a continuidade desse enriquecimento, o poder político e econômico fica sob controle permanentemente do mesmo grupo.
 Nenhum dos presidentes militares se manteve no poder e, muito menos, nem eles nem seus familiares ficaram ricos. Pelo contrário, alguns terminaram a vida com patrimônio inferior ao antes de dirigirem o país. A prioridade era o desenvolvimento da nação. Foi a época de maior crescimento do país nos mais variados setores.

 Em 1965, o marechal Castello Branco leu no jornal sobre um de seus irmãos, funcionário da Receita Federal, receber, em cerimônia pública, um automóvel Aero Willys. Era agradecimento de sua classe pelo esforço dele em organizar a carreira. 
 O presidente telefonou para o irmão e, sem lero lero, disse-lhe para devolver o carro. O fiscal da Receita começou a argumentar ser um mero presente, se cada colega lhe desse uma gravata, o valor da soma seria muito maior do que o carro. Castello interrompeu-o: 
- Você não entendeu. Afastado do cargo você já está. Estamos decidindo agora se você vai preso ou não. (fonte Elio Gaspari, Folha de São Paulo 10/07/2005) 


 Anos mais tarde, o Presidente Geisel mandou seu filho vender uma propriedade rural quando soube de uma estrada que seria construída ali, e terminaria valorizando muito a propriedade. Essa a probidade dos dirigentes Militares. Totalmente oposta aos dirigentes civis que lhes sucederam.

 4. Uma ditadura identifica-se pela exploração e desconforto. A prioridade de uma ditadura é se manter no poder sugando o produto do trabalho. A qualidade de vida é secundária e, além de economicamente explorada, a população não aufere bem estar e paz social compatíveis com o nível de desenvolvimento.  
 Ao longo das duas décadas do regime militar o povo desfrutou de segurança, paz social, mobilidade, saúde e educação públicas. Os cidadãos honestos e sem envolvimento com o terrorismo viveram sem serem incomodados com tranquilidade.

 Se o governo militar não teve as características de uma ditadura, por que  adjetivam-no assim? Porque esse preconceito contra as Forças Armadas?

 O exército brasileiro possui excelente caráter.
 Por isso os psicopatas não conseguiram se infiltrar e nem o corromper.

 

      Paulo Vieira/SP aponta 
três erros dos militares: 
 1. Misericórdia;
 2. Misturar os terroristas aos presos comuns;
 3. Anistia

  Contudo, os erros grandes mesmo foram:
 4. A Emenda Constitucional n. 9, a semente de toda a infâmia contra as Forças Armadas: https://docs.google.com/document/d/1MM-Bxh7ybsRWwl3gakBuaGOo_f2d-7DvjcymkPpPjEU/pub
5. Os militares de meio século atrás foram ingênuos com respeito ao inimigo, os seres desumanos mutantes, saiba mais em http://bit.ly/desumanos


 Assim, para o Foro de São Paulo aplicar um golpe de estado a "conta gotas" criaram preconceito, jogaram o povo contra os Militares criando resistência à defesa contra o aparelhamento de todas instituições civis.

 Durante décadas, covardemente infamaram as Forças Armadas aproveitando-se dos regulamentos vedarem aos Militares manifestações sobre questões de Governo.
 Os psicopatas manipulam... Então, o que você pode fazer?
  Descubra e conte a verdade! 
  Prova ser o exército brasileiro gente da melhor estirpe eles deterem todo o poder dos armamentos e não o usarem em seu benefício!
 Saiba mais:


 Ditaduras encenam falso humanismo e simulam aspectos de democracia até mesmo eleições. PSDB, PT e outros partidos planejaram uma aparente alternância do mesmo grupo no poder. Manipulam até através de pesquisas: http://bit.ly/Avaaz-NOM

  Não há oposição de verdade.

  O PSDB e FHC são comunistas. 

Trabalham pelo completo aparelhamento do Estado. 

Através do Foro de São Paulo criado por FHC, PT está associado às Farc e demais organismos do crime organizado crime organizado que não sairá do poder senão pela força! Mais informações:   https://goo.gl/s6QDxP (FHC e PSDB comunistas) + http://bit.ly/BNDs (um bilhão por dia desviado)

As mentiras sobre o governo militar visavam impedir um novo contragolpe:



O endurecimento do governo militar aconteceu em consequência da violência dos terroristas, esses falso humanistas. Esses que, hoje, fingem terem sido "vitimas" da alegada "ditadura", são bandidos desumanos:
Assaltaram centenas de bancos!
Sequestraram, explodiram bombas, assassinaram a sangue frio seus próprios companheiros e, sobretudo mataram centenas de inocentes!




A espiritualidade:

CHICO XAVIER:

FORÇAS ARMADAS, DROGAS, e DEMOCRACIA

"...Desfrutamos do benefício da ordem...
Só não estamos desfrutando de uma espécie de liberdade,  
aquela liberdade de prejudicar a comunidade.
Nós estamos no tempo das massas
E não devemos prejudicar a ninguém,
e muito menos à coletividade."






O golpe de estado a conta gotas usando a estratégia de Saul Alinsky:

A estratégia de Saul Alinsky foi usada para aparelhar as estruturas de poder colocando tudo, da economia à política passando pela mídia e educação, sob controle do...




O Foro de São Paulo:



 Por que escondem o Foro de São Paulo?



Os 5 CRIMES principais do FORO de SÃO PAULO:
1. Abriga e protege política e juridicamente as organizações terroristas e as quadrilhas de narcotraficantes e sequestradores. Espalha o vício, o sofrimento e a morte por todo o continente. Fez do Brasil o país onde mais cresce o consumo de drogas e a violência no Mundo.
2. Associa o crime organizado aos partidos políticos transformando-os em parceiros acobertando a criminalidade. Institucionaliza a ilegalidade como rotina "normal" da vida política.
3. Burla as constituições dos países e viola a soberania com governantes e traficantes interferindo despudoradamente na política interna das nações “sem que ninguém o percebesse” como confessou Lula. Desviam recursos, inclusive para o exterior, sem jamais prestar quaisquer satisfações aos seus respectivos eleitorados: https://www.facebook.com/padillaluiz/videos/10152918329418823/
 4. Ocultou a sua existência e a natureza das suas atividades durante dezesseis anos enquanto fazia e desfazia governos e determinava o destino de nações e povos inteiros sem lhes dar a mínima satisfação ou explicação. Rebaixou toda a política continental à condição de uma negociação secreta com narcotraficantes. Reduziu a democracia a uma fachada enganosa, um engodo.
5. Desperdício de recursos com despesas em viagens e hospedagens para muitos milhares de pessoas durante vinte e três anos sem jamais informar, seja ao povo brasileiro, nem aos povos das nações vizinhas, a fonte do dinheiro, nem os critérios da sua aplicação. Até hoje não se sabe quanto das despesas foi pago por organizações criminosas, quanto foi desviado dos vários governos, quanto veio de fortunas internacionais ou de outras fontes. Nunca se viu uma nota fiscal, uma ordem de serviço, uma prestação de contas, um simulacro sequer de contabilidade. A coisa tem a transparência de um muro de chumbo. http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/03/24/conheca-o-foro-de-sao-paulo-o-maior-inimigo-do-brasil/ 


 COMO FUNCIONA essa ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA?
 O Foro de São Paulo foi criado em 1990 associando o terrorismo e o narcotráfico na América Latina e Caribe FARC’s aos partidos de esquerda, ONG’s,  grupos guerrilheiros e de luta armada como MST. Essa organização criminosa - a maior máfia do mundo! - foi concebida pelo sanguinário ditador Fidel Castro. Iniciou com 48 partidos políticos de esquerda e organizações extremistas reunidos em São Paulo a convite do PT Partido dos Trabalhadores.   Daí o nome de Foro de São Paulo como passou a ser conhecido.
 Hoje, ampliou-se para 150 partidos e organizações atuando em 28 países da América Latina e Caribe roubando os recursos, escravizando as populações e espalhando idiotização, drogas, miséria e violência. É a nova Internacional Comunista da América Latina e Caribe substituindo a, desaparecida no fim da União Soviética.
 Durante 16 anos, ajudados pela mídia infiltrada e sufocada, o Foro de SP e seus dirigentes empenharam-se em esconderem a sua existência do público.
 Chegaram a qualificar de "fantasia" as primeiras denúncias sobre os objetivos e atuação do Foro de São Paulo. Fácil compreender porque, durante 16 anos, procuraram encobrir e negar a sua própria existência: é uma estratégia de escravização implantando o regime comunista em toda a América Latina. Estão acabando com a democracia e a substituindo por regimes autoritários "populistas" semelhantes ao de Cuba. Já implantado na Venezuela cuja realidade é encoberta pela mídia controlada pelo Foro de SP para evitar nascer a resistência. O socialismo-marxismo adotou a estratégica dissimulada para alcançar os seus objetivos de para tomar o poder de forma pacífica baseada na estratégica do GRAMSCISMO.
 GRAMSCI ensinou: se as trincheiras vivas das Forças Armadas, Policiais, Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Ministério Público, mídia, sistema econômico capitalista, Sistema de Ensino, família, Igrejas e outras forem aparelhadas, dominadas ou cooptadas aceitando o marxismo, o Estado não contaria com qualquer proteção caindo nas mãos dos "revolucionários"  sem resistência. 
 ISSO É EXATAMENTE o que ACONTECE no BRASIL! Observes:
►Poder Legislativo neutralizado pelo suborno ostensivo do governo. 
►Poder Judiciário aparelhado por militantes.
►Ministério Público boicotado pelo Judiciário aparelhado;
►Mídia TV, Jornais, Rádios, Revistas, alvo prioritário, foram aparelhados por militantes e a parcela democrática remanescente é sufocada pelo corte das fontes de sustento e pela pressão de ações de intimidação.
►Forças Armadas tradicionalmente anticomunistas, os seus Ministérios foram suprimidos e submetidas ao Ministro da Defesa chefiado por indivíduo o qual declarou nem querer ouvir falar em "Segurança Nacional".
►Policias Militar abalada em sua hierarquia e disciplina pela criação governamental de sindicatos de Cabos e Soldados e impedidas pelos seus Governadores, intimidados pelo Governo Federal, de agir com eficácia contra a violência nas ruas contra os bandidos e vândalos coordenados pelo próprio governo: MST, Black Bloc’s, narcotráfico;
►Sistema de Ensino alvo da idiotização para disseminar a doutrinação marxista; faz sentido: quem entende Marx é contra, só idiotas que não entendem aceitam a doutrina pregada por psicopatas utilizando-na para facilitar a escravização. MEC e seu Plano Nacional de Educação quer perverter a infância e abolir a família, tirando a autoridade dos pais;
Assista ao vídeo da Drª Damares Alves: a criminosa perversão infantil escolar promovida pelo Foro de SP em https://youtu.be/TuwFBb0W-eo 
►Sistema Econômico Capitalista – empresários nacionais esmagados por altas taxas de juros e carga tributária exorbitante; controle de parcela do grande empresariado, por meio de uma política de financiamento e facilidade especiais, resultando em adesões desse grupo ao Governo;
►Igrejas Católicas e Evangélicas – passaram a ser atacadas em sua inflexibilidade doutrinária (homossexual, aborto, indissolubilidade do matrimônio), para fragilizá-las, desmoralizá-las.
►Família sofre desintegração moral por  governo e mídia perversos e tendenciosos. "Ações politicamente corretas" mascaram estratégias para anular a família neutralizando sua eficácia educacional para idiotizar a população facilitando a nossa escravização! 
 Medo da população rural acuada pelo terror gerado pelo MST patrocinado e financiado pelo PT, embrião do Exército Popular Revolucionário; Desarmamento urbano a pretexto de combater a violência deixando a classe média refém da bandidagem. Perplexa e intimidada pela criminalidade incentivada pela impunidade tornando-nos o país mais violento do planeta. Divisão, jogando uns contra os outros, criando cotas raciais para ingresso no ensino superior; “proteção” aos indígenas, submetendo-os às ações desnacionalizantes de ONG’s estrangeiras; perseguição dos que, por dever patriótico, derrotaram as guerrilhas comunistas nas décadas de 1960∕70; combate à construção de hidrelétricas e ao asfaltamento de estradas, a titulo de salvaguarda do meio-ambiente impedindo a ocupação social e o controle das áreas mais desabitadas.
 Triste observar como poucos se interessam saber o rumo de suas vidas. Se tardar, quando decidirem, pode ser tarde!
PSDB e PT mantém o povo apatetado com estratégias políticas de doutrinação e domínio de massas. Lula, o aproveitador transformado em habilidoso agitador político pelos mais habilidosos manipuladores. FHC, expert em dissimular: fingindo ainda ser professor, desmanchou o ensino público federal! 
 Juntos, simulando uma oposição de fachada, em 20 anos conseguiram transformar a nação brasileira em 198 milhões de trouxas. Muito trouxa por m2.
 O aparelhamento total das instituições civis, o assassinato sistemático da reputação de qualquer opositor, só deixa uma saída, a intervenção constitucional para colocar todos esses corruptos criminosos atrás das grades e salvar o país. 
 Pense nisso! Estamos em uma guerra contra a desinformação! Nós somos pelo movimento das Ruas! Por um Brasil Melhor! Fora Dilma! Foro PT! Fora Foro de São Paulo!
 Patriotas, defendendo a democracia e a liberdade, SEMPRE com a verdade.    A Pátria somos nós: todo poder emana do povo, e em seu nome deve ser exercido! 




O QUE FOI 31 DE MARÇO DE 1964
Por Alexandre Garcia
Gostaria de dizer algumas coisas sobre o que aconteceu no dia 31/03/1964 e nos anos que se seguiram. Porque concluo, diante do que ouço de pessoas em quem confio intelectualmente, que há algo muito errado na forma como a história é contada. Nada tão absurdo, considerando as balelas que ouvimos... sobre o "descobrimento" do Brasil ou a forma como as pessoas fazem vistas grossas para as mortes e as torturas perpetradas pela Igreja Católica durante séculos. Mas, ainda assim, simplesmente não entendo como é possível que esse assunto seja tão parcial e levianamente abordado pelos que viveram aqueles tempos e, o que é pior, pelos que não viveram. Nenhuma pessoa dotada de mediano senso crítico vai negar que houve excessos por parte do Governo Militar. Nesta seara, os fatos falam por si e por mais que se tente vislumbrar certos aspectos sob um prisma eufemístico, tortura e morte são realidades que emergem de maneira inegável.

Ocorre que é preciso contextualizar as coisas. Porque analisar fatos extirpados do substrato histórico-cultural em meio ao qual eles foram forjados é um equívoco dialético (para os ignorantes) e uma desonestidade intelectual (para os que conhecem os ditames do raciocínio lógico). E o que se faz com relação aos Governos Militares do Brasil é justamente ignorar o contexto histórico e analisar seus atos conforme o contexto que melhor serve ao propósito de denegri-los.
Poucos lembram da Guerra Fria, por exemplo. De como o mundo era polarizado e de quão real era a possibilidade de uma investida comunista em território nacional. Basta lembrar de Jango e Jânio; da visita à China; da condecoração de Guevara, este, um assassino cuja empatia pessoal abafa sua natureza implacável diante dos inimigos.

Nada contra o Comunismo, diga-se de passagem, como filosofia. Mas creio que seja desnecessário tecer maiores comentários sobre o grau de autoritarismo e repressão vivido por aqueles que vivem sob este sistema. Porque algumas pessoas adoram Cuba, idolatram Guevara e celebram Chavez, até. Mas esquecem do rastro de sangue deixado por todos eles; esquecem as mazelas que afligem a todos os que ousam insurgir-se contra esse sistema tão "justo e igualitário". Tão belo e perfeito que milhares de retirantes aventuram-se todos os anos em balsas em meio a tempestades e tubarões na tentativa de conseguirem uma vida melhor.


A grande verdade é que o golpe ou revolução de 1964, chame como queira, talvez tenha livrado seus pais, avós, tios e até você mesmo e sua família de viver essa realidade. E digo talvez, porque jamais saberemos se isso, de fato, iria acontecer. Porém, na dúvida, respeito a todos os que não esperaram sentados para ver o Brasil virar uma Cuba.
Respeito, da mesma forma, quem pegou em armas para lutar contra o Governo Militar. Tendo a ver nobreza nos que renunciam ao conforto pessoal em nome de um ideal. Respeito, honestamente. Mas não respeito a forma como esses "guerreiros" tratam o conflito. E respeito menos ainda quem os trata como heróis e os militares como vilões. É uma simplificação que as pessoas costumam fazer. Fruto da forma dual como somos educados a raciocinar desde pequenos. Ainda assim, equivocada e preconceituosa.
[...preconceitos facilitados pela acultura da superficialidade]
Numa guerra não há heróis. Menos ainda quando ela é travada entre irmãos. E uma coisa que se aprende na caserna é respeitar o inimigo. Respeitar o inimigo não é deixar, por vezes, de puxar o gatilho. Respeitar o inimigo é separar o guerreiro do homem. É tratar com nobreza e fidalguia os que tentam te matar, tão logo a luta esteja acabada. É saber que as ações tomadas em um contexto de guerra não obedecem à ética do dia-a-dia. Elas obedecem a uma lógica excepcional; do estado de necessidade, da missão acima do indivíduo, do evitar o mal maior.
Os grandes chefes militares não permanecem inimigos a vida inteira. Mesmo os que se enfrentam em sangrentas batalhas. E normalmente se encontram após o conflito, trocando suas espadas como sinal de respeito. São vários os exemplos nesse sentido ao longo da história. Aconteceu na Guerra de Secessão, na Segunda Guerra Mundial, no Vietnã, para pegar exemplos mais conhecidos. A verdade é que existe entre os grandes Generais uma relação de admiração.
A esquerda brasileira, por outro lado, adora tratar os seus guerrilheiros como heróis. Guerreiros que pegaram em armas contra a opressão; que sequestraram, explodiram e mataram em nome do seu ideal. E aí eu pergunto: os crimes deles são menos importantes que os praticados pelos militares? O sangue dos soldados que tombaram é menos vermelho do que o dos guerrilheiros? Ações equivocadas de um lado desnaturam o caráter nebuloso das ações praticadas pelo outro? Penso que não. E vou além. A lei de Anistia é um perfeito exemplo da nobreza que me referi anteriormente. Porque o lado vencedor (sim, quem fica 20 anos no poder e sai porque quer, definitivamente é o lado vencedor) concedeu perdão amplo e irrestrito a todos os que participaram da luta armada. De lado a lado. Sem restrições. Como deve ser entre cavalheiros. E por pressão de Figueiredo, ressalto, desde já. Porque havia correntes pressionando por uma anistia mitigada.

Esse respeito, entretanto, só existiu de um lado. Porque a esquerda, amargurada pela derrota e pela pequenez moral de seus líderes nada mais fez nos anos que se seguiram, do que pisar na memória de suas Forças Armadas. E assim seguem fazendo. Jogando na lama a honra dos que tombaram por este país nos campos de batalha. E contaminando a maneira de pensar daqueles que cresceram ouvindo as tolices ditas pelos nossos comunistas. Comunistas que amam Cuba e Fidel, mas que moram nas suas coberturas e dirigem seus carrões. Bem diferente dos nossos militares, diga-se de passagem.

 Graças a eles, nossa juventude sente repulsa pela autoridade. Acha bonito jogar pedras na Polícia e acha que qualquer ato de disciplina encerra um viés repressivo e antilibertário. É uma total inversão de valores.

O que explica, de qualquer forma, a maneira como tratamos os professores e os idosos no Brasil. Então, neste dia 31 de março, celebrarei aqueles que se levantaram contra o mal iminente. Celebrarei os que serviram à Pátria com honra e abnegação. Celebrarei os que honraram suas estrelas e divisas e não deixaram nosso país cair nas mãos da escória moral que, anos depois, o povo brasileiro resolveu por bem colocar no Poder.
Bem feito. Cada povo tem os políticos que merece.



Se você não gosta das Forças Armadas porque elas torturaram e mataram, então, seja, pelo menos, coerente.  Passe a nutrir o mesmo dissabor pela corja do outro lado, a esquerda que explodiu, sequestrou e matou. Contudo, tenha certeza: se um dia for necessário sacrificar a vida para defender nosso território e nossas instituições, você só verá um desses lados ter honradez para fazê-lo. A esquerda, na verdade, já está entregando o país aos estrangeiros! Faltam recursos aqui devido aos trilhões roubados e desviados para o exterior pelos psicoPaTas!


Desculpe a dureza da sinceridade: o simples fato de alguém ainda defender o PT nos dias atuais comprova problema de caráter: Só quem é desprovido de escrúpulos pode defender a sem-vergonhice!



      A História de 1964:

Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964. Numa década quando guerrilhas e atentados espoucavam por toda parte, seqüestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.

1964 e a atualidade, verdades sobre o Governo Militar, Pátria Amada por Rodrigo Leone.

  O fato é tanto mais inusitado quando se considera que os comunistas estavam fortemente encravados na administração federal, que o presidente da República apoiava ostensivamente a rebelião esquerdista no Exército e que em janeiro daquele ano Luís Carlos Prestes, após relatar à alta liderança soviética o estado de coisas no Brasil, voltara de Moscou com autorização para desencadear – por fim! – a guerra civil no campo. Mais ainda, a extrema direita civil, chefiada pelos governadores Adhemar de Barros, de São Paulo, e Carlos Lacerda, da Guanabara, tinha montado um imenso esquema paramilitar mais ou menos clandestino, que totalizava não menos de 30 mil homens armados de helicópteros, bazucas e metralhadoras e dispostos a opor à ousadia comunista uma reação violenta. Tudo estava, enfim, preparado para um formidável banho de sangue.

  Na noite de 31 de março para 1o. de abril, uma mobilização militar meio improvisada bloqueou as ruas, pôs a liderança esquerdista para correr e instaurou um novo regime num país de dimensões continentais – sem que houvesse, na gigantesca operação, mais que duas vítimas: um estudante baleado na perna acidentalmente por um colega e o líder comunista Gregório Bezerra, severamente maltratado por um grupo de soldados no Recife. As lideranças esquerdistas, que até a véspera se gabavam de seu respaldo militar, fugiram em debandada para dentro das embaixadas, enquanto a extrema-direita civil, que acreditava ter chegado sua vez de mandar no país, foi cuidadosamente imobilizada pelo governo militar e acabou por desaparecer do cenário político.

  Qualquer pessoa no pleno uso da razão percebe que houve aí um fenômeno estranhíssimo, que requer investigação. No entanto, a bibliografia sobre o período, sendo de natureza predominantemente revanchista e incriminatória, acaba por dissolver a originalidade do episódio numa sopa reducionista onde tudo se resume aos lugares-comuns da "violência" e da "repressão", incumbidos de caracterizar magicamente uma etapa da história onde o sangue e a maldade apareceram bem menos do que seria normal esperar naquelas circunstâncias.

  Os trezentos esquerdistas mortos após o endurecimento repressivo com que os militares responderam à reação terrorista da esquerda, em 1968, representam uma taxa de violência bem modesta para um país que ultrapassava a centena de milhões de habitantes, principalmente quando comparada aos 17 mil dissidentes assassinados pelo regime cubano numa população quinze vezes menor. Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe. E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada. Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.

  No entanto, a historiografia oficial – repetida ad nauseam pelos livros didáticos, pela TV e pelos jornais – consagrou uma visão invertida e caricatural dos acontecimentos, enfatizando até à demência os feitos singulares de violência e omitindo sistematicamente os números comparativos que mostrariam – sem abrandar, é claro, a sua feiúra moral – a sua perfeita inocuidade histórica.

 Por uma coincidência das mais irônicas, foi a própria brandura do governo militar que permitiu a entronização da mentira esquerdista como história oficial. Inutilizada para qualquer ação armada, a esquerda se refugiou nas universidades, nos jornais e no movimento editorial, instalando aí sua principal trincheira. O governo, influenciado pela teoria golberiniana da "panela de pressão", que afirmava a necessidade de uma válvula de escape para o ressentimento esquerdista, jamais fez o mínimo esforço para desafiar a hegemonia da esquerda nos meios intelectuais, considerados militarmente inofensivos numa época em que o governo ainda não tomara conhecimento da estratégia gramsciana e não imaginava ações esquerdistas senão de natureza inssurrecional, leninista. Deixados à vontade no seu feudo intelectual, os derrotados de 1964 obtiveram assim uma vingança literária, monopolizando a indústria das interpretações do fato consumado. E, quando a ditadura se desfez por mero cansaço, a esquerda, intoxicada de Gramsci, já tinha tomado consciência das vantagens políticas da hegemonia cultural, e apegou-se com redobrada sanha ao seu monopólio do passado histórico. É por isso que a literatura sobre o regime militar, em vez de se tornar mais serena e objetiva com a passagem dos anos, tanto mais assume o tom de polêmica e denúncia quanto mais os fatos se tornam distantes e os personagens desaparecem nas brumas do tempo.

  Mais irônico ainda é que o ódio não se atenue nem mesmo hoje em dia, quando a esquerda, levada pelas mudanças do cenário mundial, já vem se transformando rapidamente naquilo mesmo que os militares brasileiros desejavam que ela fosse: uma esquerda socialdemocrática parlamentar, à européia, desprovida de ambições revolucionárias de estilo cubano. O discurso da esquerda atual coincide, em gênero, número e grau, com o tipo de oposição que, na época, era não somente consentido como incentivado pelos militares, que viam na militância socialdemocrática uma alternativa saudável para a violência revolucionária.

  Durante toda a história da esquerda mundial, os comunistas votaram a seus concorrentes, os socialdemocratas, um ódio muito mais profundo do que aos liberais e capitalistas. Mas o tempo deu ao "renegado Kautsky" a vitória sobre a truculência leninista. E, se os nossos militares tudo fizeram justamente para apressar essa vitória, por que continuar a considerá-los fantasmas de um passado tenebroso, em vez de reconhecer neles os precursores de um tempo que é melhor para todos, inclusive para as esquerdas?

  Para completar, muita gente na própria esquerda já admitiu não apenas o caráter maligno e suicidário da reação guerrilheira, mas a contribuição positiva do regime militar à consolidação de uma economia voltada predominantemente para o mercado interno – uma condição básica da soberania nacional. Tendo em vista o preço modesto que esta nação pagou, em vidas humanas, para a eliminação daquele mal e a conquista deste bem, não estaria na hora de repensar a Revolução de 1964 e remover a pesada crosta de slogans pejorativos que ainda encobre a sua realidade histórica?
Por Olavo de Carvalho
via Leo Henriques skype: l.henriques13 facebook/leohenriques twitter: @leo_henriques
"sapientian auten non vincit malitia"


EUA – MOVIMENTO DE 31 DE MARÇO DE 1964 – OPERAÇÃO CONDOR
General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva
  O envolvimento de um país na política interna de outro sempre existiu. Os EUA e a URSS o faziam com seus serviços de inteligência e diplomacia. Alguém é ingênuo para pensar que o Brasil não o faça?
 Os EUA apoiavam financeiramente institutos, partidos e políticos anticomunistas brasileiros. Acompanhavam a situação e, com a ameaça de uma guerra civil revolucionária, preparavam-se para apoiar a oposição a Jango ou mesmo intervir militarmente. Não aceitariam passivamente a queda do Brasil na esfera da URSS, pois, ao contrário de Cuba, seria fatal para sua liderança continental ao arrastar toda a América do Sul (AS) para o socialismo.
  A URSS apoiava organizações ligadas ao movimento comunista internacional. O Partido Comunista Brasileiro (PCB) não era nacional e sim um vassalo subordinado ao Partido Comunista da URSS, seguindo sua orientação para a tomada do poder. As Ligas Camponesas e os Grupos dos Onze eram financiados por Moscou para lançar-se à luta armada, caso a subversão e infiltração não lograssem êxito. A KGB, órgão de informações da URSS, infiltrara-se nos ministérios, estatais, Forças Armadas (FA), mídia e instituições científicas e educacionais. O golpe comunista era real e estava em andamento.
Os socialistas alimentam a teoria de que os EUA autorizaram e dirigiram o Movimento de 31 de Março. Distorcem descaradamente atividades normais de diplomacia, relações internacionais e inteligência, apresentando-as como sendo articulações com lideranças nacionais para a execução de um golpe de Estado. As famosas cartas do Embaixador Lincoln Gordon não mostram nenhuma participação dos EUA na preparação nem no Movimento. Para o Embaixador: “O autor do golpe contra Goulart foi o próprio Goulart. Se ele fosse mais habilidoso, teria pressionado por suas reformas dentro do âmbito constitucional, em vez de ceder à tentação de seguir os modelos de Getúlio Vargas e Perón”. A historiadora Phyllis Parker publicou o livro“1964: O Papel dos EUA no Golpe de Estado de 31 de Março”, entrevistando os principais personagens do episódio e acessando a correspondência secreta. Disse não ter encontrado provas da participação direta dos EUA naquele evento, embora reconheça que apoiaram o desenlace da deposição de Jango, acompanharam a evolução dos acontecimentos e tinham um plano para o caso de uma guerra civil. Uma esquadra iniciara deslocamento dos EUA para o sul, no final de março de 1964, mas retornou após o rápido sucesso do Movimento (pg. 99 a 116).
  Melhor assim, pois se a esquadra desembarcasse no Brasil mudaria todo o quadro. A massa das FA certamente reagiria contra a violação de nossa soberania e do sagrado solo da Pátria. Problemas brasileiros são resolvidos entre brasileiros.
  Além disso, o livro “A KGB e a Desinformação Soviética” de Ladislav Bittman, do Serviço de Desinformação da Tchecoslováquia, confirmou ser fictícia a “Operação Thomas Mann” para derrubar governos latino-americanos. Foi forjada pela KGB.
  E a Operação Condor? Ora, assim como hoje existem a Conferência dos Exércitos Americanos e as Reuniões Bilaterais e Regionais para tratar de assuntos de pessoal, operações, ensino, logística, doutrina e, também, inteligência (inclusive antiterrorismo), naqueles anos havia reuniões para tratar de diversos assuntos militares, intercambiar informações, experiências e, também, cooperar no combate à ameaça vermelha. Por que não?
  Os socialistas condenam uma ilusória participação dos EUA no Movimento de 31 de Março, mas aceitam como normal os comprovados financiamentos e orientação soviética, cubana e chinesa na subversão e na luta armada. No início dos anos 1960, havia a Organização Latino-Americana de Solidariedade (OLAS), exportando a guerra revolucionária a partir de Cuba. Hermógenes P. de Arce, em “Terapias para Cerebros Lavados” (Cap. VII; p.277), diz: “En 1974, se fundó en París una Junta de Coordinación Revolucionaria integrada pelo Ejército de Libertación Nacional de Bolívia, Ejercito Revolucionário del Pueblo de Argentina, el Movimiento de Libertación Nacional Tupamaros de Uruguay y el Movimiento de Izquierda Revolucionária de Chile (---) y junto com ellos luchará por fortalecer y acelerar el processo de coordinación de la izquierda revolucionária latinoamericana y mundial”.
  Portanto, nada mais lógico do que os governos agredidos se aliarem para neutralizar a guerra revolucionária de âmbito internacional, que procurava implantar ditaduras de partido único em toda a AS. Os socialistas, mestres da hipocrisia e falsidade, condenam os regimes militares por violações como supostas trocas de prisioneiros, mas se calam quando o governo petista devolve refugiados cubanos à ditadura de Fidel Castro, sanguinário ícone de nosso governo e da liderança socialista tupiniquim.  



          MARÇO DE 1964  por  Ênio José Toniolo

Em março de 1964 eu era calouro na Universidade Federal do Paraná. Vivi tudo. O governo Jango (em quem eu tinha votado) era fraco e confuso; a corrupção corria solta, embora menos ostensiva que hoje;  greves pipocavam por toda a parte; a inflação beirava os 90% e o PIB diminuiu 2% num ano. O país andava devagar, quase parando. A maioria do povo e da imprensa praticamente imploravam a derrubada do governo, e a conspiração foi de início encabeçada pelos civis: governadores Lacerda, Ademar, Menegheti e Magalhães Pinto.  Ney Braga, da esquerda católica, ficou em cima do muro o quanto pôde. A população saiu ordeiramente às ruas, nas imensas Marchas da Família com Deus pela Liberdade. As fotos estão aí, nas coleções de jornais.  As Forças Armadas saíram dos quarteis quando os janguistas começaram a quebrar a sua disciplina.
Dia 31 (e não primeiro de abril, como às vezes inventam) o general Mourão Filho desceu de Minas, deu a partida,  e o castelo de cartas desmoronou sem um tiro sequer. Os “defensores do povo”,  que juravam estar prontos a morrer por ele,  pegaram suas malas de dinheiro e refugiaram-se nas embaixadas e nos países vizinhos.  Fala-se na ajuda ianque; mas no enfrentamento com a URSS leninista, que esperar dos Estados Unidos?  Que aplaudissem a provável vitória vermelha no Brasil?  Ora, não sejamos tão ingênuos!
Os desfiles de agradecimento às Forças Armadas, nos primeiros dias de abril,  foram monumentais e mostravam de que lado estava a opinião pública.   Mas esperava-se que a intervenção militar fosse cirúrgica e de pouca duração, já que os governadores, vários deles candidatos à presidência, ansiavam pela eleição de 1965. Nada feito: os generais gostaram do poder, ou desconfiavam dos civis.
Começaram os ataques guerrilheiros e terroristas, com a desculpa de “retorno à democracia”. Pura propaganda enganosa. A escola deles, no sentido literal e figurado, era a ditadura cubana, onde vários deles estagiaram – e fizeram cirurgia plástica...  Claro que houve prisões, torturas e mortes. Era uma guerra, e pouco limpa. As luvas de pelica ficaram no tempo dos Três Mosqueteiros. Quem realmente pelejou pela redemocratização foi o PMDB. E, quisessem ou não, deu nisso que está aí.
No balanço: de dois males, devemos escolher o menor. Em 1932, São Paulo merecia torcida contra Getúlio; em 1939, os Aliados eram melhores que o Eixo;  em 1964,  os militares eram preferíveis à República Sindicalista em gestação.

A guerra civil dissimulada:

Humanos  "versus" mutantes DESUMANOS.

Até agora, os bandidos levaram vantagem.


E a melhor parte:
Você pode evitar a manipulação.
Se cada humano despertar um irmão do Torpor da HEM  (hipnose em massa) vencermos os falsos humanistas:


Como os desumanos dominaram até agora?

 O que fazer para a Humanidade retomar o controle planetário? 


  A luta humana contra a desinformação psicopata:

 A Hipnose em Massa:



 A origem de todo o mal:


As mentiras para entorpecer: 




Outros tópicos da teia de paradoxos
e do combate à desinformação:



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