Benefícios Karatê idosos; Niver Thiago; PintoSan; Kata Seisan-Hangetsu-Seishan; Kalaripayattu

Os benefícios da prática do Karatê na vida dos idosos.

O Karatê-Dô é uma palavra de origem japonesa que significa caminho das mãos vazias (Kara = vazio, Tê = Mãos, Dô = Caminho). É uma arte marcial altamente científica, fazendo uso do corpo inteiro como arma. Os benefícios da prática regular desse esporte são muitos, principalmente para as pessoas idosas, onde desenvolve hábitos posturais e auxilia no fortalecimento da musculatura. O objetivo desta pesquisa é mostrar os benefícios que este esporte pode causar na vida dos idosos. Se caracterizando por ser um estudo de revisão bibliográfica, onde foi baseada em artigos e livros do referente assunto. A prática do Karatê pela população idosa irá contribuir para o fortalecimento muscular que tem grande contribuição para a prevenção da osteoporose, proporciona uma maior flexibilidade diminuindo assim riscos de queda, no bem estar geral e maior autonomia no dia-dia, proporcionado uma expectativa de vida longa, saudável e prazerosa.

Leia todo o trabalho de Venceslau Rodrigues Silva Neto na Educação Física em Revista - v.5 - n.1 - 2011 em http://portalrevistas.ucb.br/index.php/efr/article/view/1987/1393


PCDs no Campeonato Sulamericano de Karate 2023 no Polidedportivo de São Bernardo do Campo/SP

Arbitragem no Campeonato Sulamericano de Karate 2023 no Polidesportivo de São Bernardo do Campo/SP




Eduardo De Mattei aplica uma técnica no Campeonato Mundial de Karate Wadokai


Ao final deste post  reproduzimos paper sobre Kalaripayattu, uma arte marcial pouco conhecida, sobre a qual comentamos na aula* do dia 30/4/2011.*
 
Só para termos uma idéia da quantidade de artes marciais que existem, saiba que fala-se em algo como 30 as artes marciais criadas no Brasil.  http://www.padilla.adv.br/desportivo/capoeira/
 
A Câmara de Vereadores Porto Alegre decidiu, e o Prefeito sancionou. Será outorgada inédita homenagem póstuma ao Sensei Akira Taniguchi, um dos principais difusores do Karate Goju. Até então, esse tipo de honraria só era prestada em vida. Quem obteve a vitória no legislativo foi Thiago Duarte - também pudera: Faixa-preta, calejado em competições, até no Japão.  O Vereador, que também é médico de destacada atuação na saúde, celebra aniversário esta semana. Terça-feira, dia 14.6.2011, a partir das 19 horas, na Churrascaria do Galpão Crioulo, do Parque da Harmonia: drthiagoduarte@camarapoa.rs.gov.br
 
Por falar em médico, e já que estamos na hora do recreio:

"- Mestre, o que é a vida?"
Deepak Chopra perguntou, ao ingressar no curso de medicina, e seu 1º professor respondeu:
 
"Vida é uma doença incurável,
    sexualmente transmitida,
         e de terrível prognóstico:
 
"O Paciente debate-se durante anos e,
    ao fim e ao cabo, 
        invariamente termina morrendo."
 
LIFE IS TOO SHORT TO BE LITTLE.
http://www.padilla.adv.br/evoluir/shibumi/
*Conferência de abertura do Congresso Cirurgia Pediátrica, um dos ramos mais ortodoxos da medicina, 2001, Las Vegas-USA.
 
Life is do too short to be little...
 

*Plano de ensino de DIREITO DSPORTIVO revisto e ampliado: http://www.padilla.adv.br/desportivo/
www.padilla.adv.br/desportivo/artesmarciais

Trabalhando em uma Teoria Geral dos Processos que atinge o de pensamento - na pesquisa das percepções constatamos uma discriminação: "Artes marciais fomentariam a violência"?

Aparece na imprensa, justamente os profissionais que deveriam buscar informações.

A bibliografia especializada aponta em sentido contrário:

O aprendizado de artes marciais orientais desenvolve capacidade de manter a serenidade e harmonia da metafilosofia zen/taoista que lhes é inerente.

Crianças matriculadas em escolas de artes marciais desenvolvam desde cedo elevada capacidade de percepção e disciplina.

Acreditas que as Corporações, com interesse em terceirizar o pensamento, espalham "crenças" para aliciar comportamentos?        http://www.padilla.adv.br/evoluir/perceber

A discriminação de que "artes marciais fomentariam a violência"?
Não faz sentido...
Jornalistas?
Justamente os profissionais que buscam a verdade?
Ignorarem-na?
As artes marciais desenvolvem a paz interior e semeiam a harmonia.
A quem interessa a mentira?
As corporações espalham a "crença" de suposta violência para evitar que os pais coloquem seus filhos em boas escolas de artes marciais.
As artes marciais desenvolvem a capacidade de percepção:
Vacinam contra a terceirização do pensamento!
Deixa a tua opinião em
http://blogln.ning.com/forum/topics/cultura-da-superficialidade-e

Video Martial Arts canal em contrução no Youtube:
http://www.youtube.com/view_play_list?p=60BE973916F3ECA1
http://www.youtube.com/view_play_list?p=C5B7128EED135C52
http://www.youtube.com/view_play_list?p=67B57881364B4753
www.padilla.adv.br/desportivo/artesmarciais

http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento

Blog recomendado:

HISTÓRIA DO KATA - Seisan, Hangetsu ou Seishan

Pinto San | 28/05/2011 at 15:36 |

Seisan é um dos Kata fundamentais da linhagem NahaTe seguido dos Kata Sanchin e Sanseru. Sua tradução é treze (13) às vezes sendo chamado de treze mãos, não sendo o correto. O significado do numero treze assim como sua origem foi perdido no tempo, sabe-se que é proveniente do estilo da garça branca de Fujian [...]

Por falar em Kata:
Dia 2.7.2011, as 14 h. e 15 m.,  na ACM de Porto Alegre, treinamento para estandartização dos Katas Gojukay, destinado a faixas-pretas e 1º e 2º kyu.
Phase IV Standards of Goju Kata special training, July, 2th, 2011 at the YMCA dojo in Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil. For black belts, and 1st and 2nd kyu. Coordinator: Arthur sensei, 6th dan CBK/WKF - BRI Brazil

website: http://www.karategojuriograndedosul.blogspot.com Arthur in shiko-dachi running a harai-uke

 
----- Original Message -----
Sent: Saturday, May 21, 2011 12:21 PM
Subject: BRI News 201119 - KALARIPAYATTU - AN INTRODUCTION

Dificuldades com o idioma original?
Use o tradutor online.
Budo-Ryu International


KALARIPAYATTU, THE OSTENSIBLE "MOTHER"
MARTIAL ART

BRI NEWSLETTER
Volume 4, Issue 19
May 2011



Richard Salmon Dai-Hanshi of Budo-Ryu International
From Hanshi :

Once again Gautum Pant from BRI in India sends us something to mull over. Personally I had never heard of the Art of Kalaripayattu, so I hope you find his article as interesting as I did. Once more it shows what we are about, educating each other and sharing ideas.

Hanshi


Gautam Pant - Budo-Ryu International

KALARIPAYATTU: AN INTRODUCTION

Although I am no "expert" in the Martial Arts beyond my own limited arena, I do fancy myself to be a constant student and a selective researcher in the vast and hugely fascinating universe of these Arts. So in that context I would like introduce one of the Ancient Martial Arts of India, KALARIPAYATTU/KALARIPAYAT OR "KALARI".

This is one of India's ancient and most indigenous Martial Arts, forged centuries ago, according to classical literature, by Parshuram, revered otherwise as a Warrior-Sage. It is mentioned that he trained a select few disciples in largely what is today Kerala, the most South-Western State of India. Then down the ages, the art descended, as every other Martial Art has, changing, adjusting and surviving down the centuries, nay millennia!

It is this very Martial Art, that was exported in modified form by Bodhidharma to Shaolin, thence moved to Okinawa, mainland Japan and today worldwide! Is Gendai (and Karate is quite truly Gendai, not Koryu, though that is verily another argument altogether!) Karate is a relative of Kalaripayattu ? Just as a seventh generation descendant IS related by blood, yet in NO way quite the same as his/her ancestor, so too that the Karate we know today is TRULY OKINAWAN & JAPANESE.

Despite its tradition, the first I personally heard of Kalari was around a year or so after I had started training in Karate, and this introduction was through a newspaper article written and based on inputs by then Okinawan Goju Ryu Sensei-Pervez Mistry and his close associate Sensei Burge Cooper and some others. Today, Mistry Sensei ranks as perhaps one of the senior most and hugely respected old-school Sensei in India. So it was, that I forst heard of Kalari.

Not much then was known about the technical aspects, though Kalari today is much more widely taken note of in the media. What we did know was, that it was taught under the personal guidance of Senior Gurus, over a long 7-year period, WITH NO "GRADES" IN BETWEEN! Well, THAT alone was a turn-off for the majority of many supporters! The attire worn, was nowhere as exotic as the Gi or Hakama and the training would, as I understood it, then be commenced with certain massages using special medicinal Ayurvedic/Herbal oils. Then there would be sets of exercises to make the body flexible and only then only would the actual training begin.

 

Kalari, as with many arts, has Northern and Southern variants and I have gathered on good authority, that in traditional training, weapons were taught first, then unarmed combat and ULTIMATELY Marma-techniques, or nerve-centre attacking. I have personally only seen demonstrations, never trained in Kalari myself and will definitely say that it is an extraordinary Art, yet STRICTLY A YOUNG TRAINIE'S Art. No matter what some people believe, in Kalari, one MUST catch them young.

So for many years Kalari struggled but survived. Then about ten to fifteen years back, the world outside woke-up to the "miracles" that could be wrought by India's ancient system of Ayurved-medicine and it's Kerala version and the Kalari Masters suddenly became much sought-after, largely due to their medical skills. The good days for Kalari had arrived and the savvy tourism department of the Kerala State Government saw this as a great opportunity and promoted medical tourism with a vengeance, that set the cash registers ringing and the local Gurus smiling, and for good reason !

Soon, under the onslaught of new-found devotees, Kalari re-invented itself ! Gone was the drab attire of the past and in came white silk&satin Gi with bright red sashes! The belt system, though no way as formal as in Budo. Fortnight-long brief certified courses in Basic Kalari and some good workshops began to be held to cater to the tourist-student. So all of a sudden, an Art that had been struggling to survive was rejuvenated. Today it is possible to view assorted videos on the Net and to get asorted literature about Kalari.
KALARIPAYATTU
KALARIPAYATTU
KALARIPAYATTU


So were it not for the dedicated traditional Gurus, who held-on to their beloved Art for centuries, when it was neither profitable nor encouraged, and was even restricted by the powers of certain times, followed by the contribution of modern day devotes of the Arts, such as Mistry Sensei, who studied and wrote of the Art of Kalari, even when it was NOT fashionable to do so, it might have just been lost in time.

In conclusion, I would wish to say, that Kalari, like any Martial Art, deserves its place on the stage that is Budo and this essay is just a mere introduction to the concept of Kalari. It is however for Martial Artists who have actually researched and trained in Kalari to correct my limited effort and to spread the word and provide more in-depth input so that our knowledge of this ancient Martial Art may yet be enriched. OSS.

Gautum Pant, 2nd Dan, BRI India

 




 

2011 - 50th Anniversary of BUDOKAN SA
Budokan SA Picture Gallery 1950 - 2010 - click here
Budokan SA  Picture Gallery 1950 - 2011

click here to translate the Newsletter

   
Acknowledgement
The
Kalari pictures were taken from the internet.
 
BRI 2008- 2011 - © www.budoryu-international.com
Budo-Ryu International - Copyright © BRI, www.budoryu-international.com - All rights Reserved
The Newsletter content and artistic works are the intellectual property of www.budoryu-international.com and their respected owners..you may not reproduce our articles & pictures online or in print without first obtaining written permission from the administration.

E-mail: luizrobertonunesos@padilla.adv.br

 

 

Atenciosamente 
Prof. Padilla
Faculdade de Direito da UFRGS

Retransmita - informações, questionamentos e fontes de consulta -

Espetacularização artes marciais


Pata ilustrar a espetacularização das artes marciais, algumas imagens do Campeonato SulAmericano de Karate finalizando nesta data:

 
PCDs 🥋 ParaKarate



















A espetacularização das artes marciais.


O fenômeno não é novo e já se manifestou quando as artes marciais passaram a ganhar interesse do grande público no ocidente. As primeiras impressões vieram matizadas pela mística incompreensível – pelo menos para os ocidentais – colorida pela roupagem cinematográfica, nos anos 60 e 70 do século XX. E lá já vão cerca de sessenta anos.


Somente depois as artes marciais infiltraram-se na cultura ocidental como semente estrangeira semeada através de escolas voltadas para sua difusão.


Desde então, o fenômeno embrionário ganhou dimensões que não poderiam ser imaginadas ao princípio. As artes marciais orientais cariam no gosto ocidental, multiplicaram-se a partir de suas diversas origens, chinesas, coreanas, hindus e, mormente, as japonesas, que nos trouxeram o Judō, o Karatē-Do e o Kendō, somente para citar as mais conhecidas.


E as artes marciais não vieram apenas como instrumento educativo ou de formação, como se mantiveram no oriente por séculos. Mal aqui chegaram e se confundiram com os esportes, transmudaram-se em modalidade competitivas e passaram a reivindicar espaço no universo esportivo, inclusive nos Jogos Olímpios, mercê da grande divulgação que o evento recebe e das verbas, públicas e privadas, que atrai.


Contudo, ao contrário dos esportes, as artes marciais não têm vocação originalmente esportiva. Os esportes foram criados (em geral para emulação e substituição de batalhas) justamente para o embate esportivo. A prática, desde o princípio, no desenvolvido das técnicas envolvidas e no conhecimento das regras regulatórias, tem um único objetivo: a competição.


Não há qualquer demérito nessa vocação originária dos esportes, até porque são conhecidos seus benefícios em favor dos praticantes (duvidosos com relação aos assistentes, que frequentemente envolvem-se em badernas, violência, uso excessivo de álcool e outras drogas, além do fanatismo e da idolatria), na sua saúde física e mental, sem contar os atletas que ganharam notoriedade e recolheram os dividendos econômicos da celebridade.


Os esportes foram concebidos para a competição e originados junto com as “regras do jogo”. São duas faces da mesma moeda e, por isso mesmo, as técnicas e as regras foram idealizadas para o fácil entendimento de todos, do público, bem como para o deleite de quem assiste, cujo desfrute não depende de conhecimento aprofundado. O espetáculo sempre esteve na sua essência.


Ao contrário, as artes marciais respondem por origens muito mais complexas. Algumas delas se perdem na bruma dos tempos. Constituíram, originalmente, mecanismo de defesa pessoal e para utilização na guerra. Jamais, nesse tempo remoto, foram pensadas por seus idealizadores para a finalidade de se tornarem modalidades esportivas.


Passaram por um longo e penoso processo de ajuste, desde o momento em que eram utilizadas exclusivamente no campo de batalha, para logo depois, em tempos de paz, serem difundidas em escolas fundadas com esta finalidade.


Essa remissão às suas origens assegura às artes marciais um espectro de atuação muitíssimo mais amplo do que simplesmente uma modalidade esportiva. No sentido formativo ou educacional, as artes marciais, quando já transformadas e ministradas em escolas, tinham e têm por fundamento interiorizar no praticante os valores que as orientavam e estavam na sua semente. No caso das artes marciais japonesas, por exemplo, inicialmente o zen-budismo, depois a sua transformação do que conhecemos por Budō, também, e mais remotamente, o xintoísmo e o confucionismo. Há uma interpenetração entre o conceito de arte marcial com os ramos das culturas filosóficas desenvolvidas no oriente e também das religiões.


Somente nos últimos 60 anos que esse processo histórico, já contado em milênios, vai desaguar em práticas competitivas, com regras próprias às modalidades esportivas.


Inicialmente, e para a finalidade transformar as competições de artes marciais em práticas civilizadas, foram abolidas, ou pelo menos reprimidas, todas as técnicas que poderiam causar lesões graves no oponente, algo contraditório rigorosamente porque, no campo de batalha, onde as artes marciais foram inicialmente aplicadas, esse era o verdadeiro e último objetivo.


Para a finalidade do que se pode chamar de “esportivização” das artes marciais foi necessário conviver com a grave contradição: enquanto nos esportes em geral sua prática no treinamento significa exatamente a reprodução dos atos e gestos que serão utilizados na competição, as artes marciais deveriam se voltar justamente ao contrário de sua natureza para se adaptar ao ambiente esportivo. Tudo que fosse lesivo ao oponente, razão de ser das artes marciais no sentido prático de sua expressão, deveria ser coibido.


E essas limitações sempre suscitaram importantes críticas pela violação à natureza das artes marciais em si próprias. Nas múltiplas modalidades esportivas que elas criaram, com frequência seus idealizadores procuravam preservar a essência das técnicas, pelo menos em sua origem e forma, procurando desenvolver regras que às estimulassem, ainda que garantida a proteção ao oponente, bem como sistemas de arbitragem que pudesse captá-las e valorá-las através das pontuações.


E essa proposta, entretanto, sempre representou impedimento essencial, pois a captação do rigor técnico e da pureza e significado dos movimentos depende de conhecimentos aprofundados da prática, inacessíveis ao público em geral, que somente está disposto à assistência de espetáculos esportivos quando for capaz de entendê-los razoavelmente e desfrutar do que consegue ver.


Foi quando as artes marciais deram mais um passo no que se pode chamar neste processo de “espetacularização”. As regras foram novamente alteradas, com ênfase para aquelas técnicas que possam ser compreendidas pelo público em geral, e que caiam bem aos olhos do espectador. Movimentos amplos e acrobáticos foram valorizados em detrimento das técnicas minimalistas, quase invisíveis, mas de eficiência comprovada.


Em vão. As competições de artes marciais continuaram sendo opção para os iniciados. Até hoje, salvo no grotesco espetáculo nas competições de MMA – de fácil entendimento para quem vê de fora, pois o derrotado será sempre aquele que cair ensanguentado ou que desistiu da contenda – as competições de artes marciais em geral não atraem grande público, limitando-se quase sempre à plateia aos praticantes, aos conhecedores de sua essência, eventualmente alguns familiares, jamais as assistências numerosas que podem gerar dividendos com a venda de ingressos, o interesse de patrocinadores ou transmissões televisivas.


Passados mais de 60 anos de quando efetivamente tiveram início as competições nas artes marciais, transformando-as elas em modalidades esportivas, a conclusão a que se chega, sem qualquer demérito aos eventos respectivos e suas várias virtudes, é que o preço a pagar em nome da espetacularização é alto demais em relação ao benefício, correndo-se o risco da perda essencial com relação a natureza original do fenômeno, de vocação nitidamente educativa e formativa.


Dia das mães no Dojo...





















Sobre regras e competições, confira 







Armanento e Tiro IAT



 




Conhecer a raiz de todo mal é essencial para poder combate-lo eficazmente.

🤔

Sun Tzu, A arte da guerra...


👁👃👁 Teste realizado pela ITF, com a colaboração de 85 policiais experientes, desmascara a falacia da narrativa sobre armas de fogo.
Até 3 metros de distância, a faca é mais letal.
⚙️
Desafio com coldre abotoado ou desabotoado e em distâncias de 2 e 4 metros:
Sacar e dar 2 disparos com a arma de fogo...
🏥
Sem sofrer golpes de faca em áreas letais ou capazes de impedir o prosseguimento de disparos.
8️⃣4️⃣💀
Se fosse real, 84 de 85 policiais teriam sido incapacitados por golpes em regiões letais, de auto risco ou áreas dificultando o prosseguimento do combate.
1️⃣
Só um policial conseguiu vencer o desafio e fe-lo apenas na linha de 4 metros com o coldre desaboatado.
Na distância de 2 metros e, também nos 4 metros com o coldre abotoado, todos os 85 policiais experientes foram atingidos.
⚠️
Ataques com faca são perigosos!
Devem ser levados a sério, estudados e treinados de forma profissional e regular.
🫥
🚨🔪🆚🔫  Ataques com faca contra saque de arma de fogo comentado por MasGuru Rodrigo Ramos 👀
🎞 Também publicado em
= https://youtu.be/8BOM0sMjmNc
https://www.instagram.com/reel/CrLrOCRNiB8/
= https://fb.watch/j_t83RDHUN
= https://fb.watch/j_rs70fpqF
= https://twitter.com/prof_padilla/status/1648338406143819783
= https://gettr.com/post/p2eqbbvd884
= https://rumble.com/v2iyou6--faca-.html
= https://youtu.be/M5EUlQ34HRg
= https://youtu.be/-IOSk9LnrTU
= https://youtu.be/G5AgZwsdd-I
= https://youtu.be/R2Mp3zmLNPE

 
É mais letal do que a faca o colega IAT Domingos ?

IAT Coesp














🤥
Sobre a falsidade da narrativa desarmamentista, confira a compilação ✍️ https://bit.ly/impunidade-aumenta

Legado de Samuel Colt


👁👃👁
Os maus só precisam que a maioria fique inerte...
🤥
As pessoas precisam acordar para o fato de que 
O MAL É A AUSÊNCIA DO BEM:
🫥
Omitir-se é ajudar o mal!
🎞




👁👃👁

Em 1937, ganhou o Prêmio Nobel o desvendador da histologia do Câncer, uma disfunção metabólica causada por maus hábitos alimentares.

A singela prática da alimentação funcional assegura evitar essa doença.

Contudo, para venderem tratamentos caros e instalar o clima de terror, o mecanismo desinforma em jogral, levando maior parte da população a acharem "normal" adoecer ignorando mais de 99% das doenças poderem ser evitadas e decorrerem da desinformação...

📚 Saiba mais no e-book https://bit.ly/saude-cuidados