Desmanche do RS plano globalista

Desmanche do RS 🆘😢 Rio Grande do Sul vanguarda cultural nacionalista até 1988


😢O desmanche do RS, Rio Grande do Sul, berço de vanguarda cultural e de alguns principais líderes nacionalistas até 1988.
🆘
Como e porque, a partir dali, nosso Estado sofreu um desmantelamento❓⁉️⁉️
O que fazer para combater o mal 🙏  
🤔
O atraso do RS é um plano articulado e pilotado, desde o final dos anos oitenta, pelos agiotas multibilionários.
💰
Donos de 75% dos recursos financeiros, tem o poder de decidir quem se elege, sendo capazes de controlar os políticos sob diversas formas.
🌐
Controlando a comunicação de massa, promoveram a desarticulação da cultura e do povo gaúcho.
🙃
Diversas vezes, os gaúchos foram os únicos lutar contra os planos globalistas.
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Saiba mais neste live-ao vivo no Facebook, de 20/08/2018, estava no https://www.facebook.com/ProfessorPadilla/videos/234696107238749/ atalho via Bittly http://bit.ly/desmancheRS O fato de ter sido deletado ilegalmente pelo Facebook em 19/03/2018 sinaliza estarmos no caminho certo. Apresentação republicada em 20/03/2019 em https://youtu.be/my8ENmDmoEM 

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Trabalhos citados no vídeo sobre a manipulação globalista:
- na 1ªeleição direta para Presidente:
- manipulação dos 2% mutantes: http://bit.ly/desumanos
- como os mutantes se organizam para nos dominar: http://bit.ly/perigosos
- os 4 estágios pelos quais um humano bem intencionado é reduzido a um psicoPaTeta com imunidade cognitiva: http://bit.ly/1mundomelhor
- os desinformantes infiltrados, o quanto prejudicam e como os identificar: http://bit.ly/Infiltrad
- a dissimulada guerra contra a humanidade, a luta fraticida da entourage psicopateta corrupta pilotada pelos 2% mutantes : http://bit.ly/5guerra
- a hipnose coletiva ou em massa, a HEM: http://bit.ly/hipnose-massa
- as técnicas usadas para esconder a verdade: http://bit.ly/espiral-silencio
- porque os Controladores Globalistas se preocupam tanto com o nacionalismo? Porque infamam a cultura gaúcha e desmancham o RS, politica e economicamente: http://bit.ly/dPedroII
- como a humanidade vai vencer: http://bit.ly/qsnos
🇧🇷
Nacionalismo aguerrido é a característica da cultura gaúcha que desencadeou os planos dentro de PLANOS motivando o atraso do RS.
🎯
Os gaúchos foram o maior entrave aos planos de domínio do 🇧🇷 pelos Controladores 🌐, conhecido como NOM, a http://bit.ly/nova-ordem
mundial.
👊🏻
Nacionalistas educados na cultura gaúcha impediram os globalistas de consolidar o domínio sobre o Brasil.
💰
Ao se tornar a 4ª maior economia mundial, atraímos a atenção dos Rothschild . NOM acabou com o reinado de Dom Pedro II, cujo maior aliado na modernização foi um gaúcho de Arroio Grande, Irineu Evangelista de Souza.
⚔️
Em 1902, 1930, 1951 e 1964, os gaúchos impuseram o nacionalismo contra o globalismo.
👮🏼‍♂️
Ao fim do governo militar, a Riograndense era a única cultura regional do Brasil a sobreviver à globalização.
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Outro nacionalista gaúcho ameaçava os interesses globalistas http://bit.ly/idolatria-politica
👿
A NOM decidiu retroagir o Rio Grande do Sul à fronteira do atraso: acabar com a cultura gaúcha e desmanchar a economia do RS.
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Para degradar a cultura, o humor preconceituoso, colocando falsas crenças no inconsciente!
👹
Promoveram sucessivas e intermináveis piadas sobre gaúchos para desencadear a rejeição à nossa cultura.
🤡
Entenda o poder de manipulação do humor preconceituoso aqui http://bit.ly/humorismo
🎼
‪ Até a canção Veterano sofreu censura por aludir à Guerra dos Farrapos!
👐🏽
A tecnologia permite proporcionar conforto e qualidade de vida para toda a população.
Isso só não acontece porque os globalistas criaram e mantém um apartheid, dividindo-nos e nos jogando uns contra os outros.
Essa luta consome recursos e nos distrai enquanto os controladores se apropriam das riquezas.
😢
Todo o mal é causado pelos psicopatetas pilotados pelos mutantes.
É doloroso entender o quanto a nossa geração e a anterior foram enganadas com a encenação do "fim do comunismo" e o falso humanismo.
Nos anos oitenta, tornei-me o primeiro estudante admitido na ADR, Ação Democrática Renovadora, a associação civil fundada em 13 de setembro de 1965 por líderes gaúchos para combater o comunismo.
Contudo, poucos anos depois, a ADR foi extinta quando o engodo dos comunistas surtiu efeito http://bit.ly/adr1982
🙏
A emoção da derrubada do Muro de Berlin impactou todos nós.
Acreditamos no "fim" do mal.
Contudo, na verdade, estava iniciando a  dissimulada 5GW.
Os globalistas perceberam a necessidade de mudar a sua estratégia quando o combate ao comunismo foi declarado de utilidade pública em 21 de setembro de 1978.
O que pode ter maior utilidade pública do que combater o comunismo e o globalismo? Não são a causa de TODO o mal?
A eficácia da 5GW foi tanta que dominaram partes da Europa e América.
Entenda por que aqui: http://bit.ly/fluores
A humanidade está sendo salva pela espiritualidade.
🥰
Abraços 🤗
Professor PADilla
🇧🇷
Censura: Secretário-geral das ONU, Nações Unidas, Antonio Guterres, sugere o fim da liberdade de expressão:
“Precisamos reunir todos os segmentos da sociedade na batalha por valores que o nosso mundo enfrenta hoje - e, em particular, enfrentar a ascensão do discurso de ódio, xenofobia e intolerância. Ouvimos ecos incômodos e odiosos de eras passadas”, disse Guterres ,“visões venenosas estão penetrando nos debates políticos e poluindo a corrente principal. Nunca nos esqueçamos das lições dos anos 1930. O discurso de ódio e os crimes de ódio são ameaças diretas aos direitos humanos...”
Guterres acrescentou: “Palavras não são suficientes. Precisamos ser eficazes em afirmar nossos valores universais e em tratar das causas profundas do medo, da desconfiança, da ansiedade e da raiva. Essa é a chave para levar as pessoas em defesa daqueles valores que estão sob grave ameaça hoje”.
Guterres encarregou seu consultor especial a prevenção do genocídio, Adama Dieng, de “apresentar um plano de ação global contra o discurso de ódio e crimes de ódio em uma base acelerada”. Falando em uma conferência de imprensa sobre os desafios da ONU para 2019, Guterres afirmou: “O maior desafio que os governos e instituições enfrentam hoje é mostrar que nos importamos - e mobilizar soluções que respondam aos medos e ansiedades das pessoas com respostas…”
Portanto, juntou-se abertamente na briga em nome do "desenvolvimento sustentável, Agenda 2030, Nova Agenda Urbana, etc."
Fontes:
https://www.activistpost.com/2019/07/all-out-war-on-free-speech-launched-by-united-nations.html
https://www.technocracy.news/all-out-war-on-free-speech-launched-by-united-nations/
https://www.un.org/sg/en/content/sg/press-encounter/2019-01-18/secretary-generals-press-conference
https://www.un.org/press/en/2019/pi2264.doc.htm
https://www.un.org/en/genocideprevention/documents/UN%20Strategy%20and%20Plan%20of%20Action%20on%20Hate%20Speech%2018%20June%20SYNOPSIS.pdf
https://www.un.org/sg/en/content/sg/articles/2019-06-18/the-wildfire-of-hate-speech
https://www.un.org/pga/72/wp-content/uploads/sites/51/2018/07/migration.pdf


A propósito da conscientização... 🤔 Por que o Brasil 🇧🇷 demorou tanto 🕰 para começar a sair da fronteira do atraso?
🔮 
Saiba o que não querem que você descubra!
 🧿 Assista aqui: https://lnkd.in/daAD6aa
Abraços 🤗 
Professor Padilla 

 Ajude a vencer a espiral do silêncio http://bit.ly/1mundomelhor
 Atenciosamente
 Saudações acadêmicas, desportivas e paz profunda.
 "Não se transforma uma sociedade por meio de leis. As leis e as instituições nada são sem os costumes, sem as crenças elevadas." Léon Denis
 O que cada um de nós pode fazer para construir um mundo melhor? Vacinar-se contra a manipulação: http://bit.ly/6ondas
 "Sejamos a mudança que queremos ver no Mundo!" Gandhi
  Faz sentido?


Raízes do antiintelectualismo

Raízes do antiintelectualismo 


Fernando Malheiros Filho

27 de maio de 2019

Para a surpresa alguns, teorias de compreensão da fenomenologia circundante deixaram o sepulcro eterno e voltaram ao mundo dos vivos. Há para todos os gostos: a teoria globalista da conspiração, o terra-planismo, o repúdio às vacinas, o criacionismo, o geocentrismo. Todas elas, sem exceção, chocam-se com as evidências, mas encontram fiéis e numerosos seguidores, ainda que algumas possam custar a vida que quem as professa (já há casos de mortes daqueles que deveriam se vacinar, mas deixaram de fazê-lo).

Como entender esse complexo fenômeno, quando a civilização parecia andar firme e amparada pela ciência, nesses tempos em que as constatações científicas são tão abundantes e acessíveis a todos, como igualmente copiosas as vantagens para o ser humano?

Em parte, a desconfiança que alimenta às soluções místicas deriva das contramarchas da própria ciência. O sistema de investigação da realidade não está imune à contradição dos postulados erigidos nas percepções não totalmente comprovadas, mas aceitas por longo período. Na a saúde humana essas contramarchas são frequentes. O cigarro já foi reconhecido como bálsamo para várias enfermidades, enquanto demonizava-se a gordura animal, ambos postulados vencidos pela investigação mais recente. Assim, várias percepções que vieram se modificando com tempo. É clássica a compreensão astronômica que partiu do geocentrismo, chegou ao heliocentrismo para depois descobrir-se que não era nada disso. Não passamos, no concerto cósmico, de infinitesimal e desimportante grão de poeira, como hoje se sabe.

Essas constantes alterações no cenário científico traem a percepção humana, que exige certeza onde não é possível encontrá-la. É difícil conviver com ideia de que o tudo veio do nada e que para o nada voltará, ainda que as grandezas cósmicas, de tempo e espaço, em comparação do tempo da vida humana, transformem essas constatações em mera curiosidade, não fosse a angústia que causam nos espíritos mais sensíveis; a maioria dos pensantes.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam o ressurgimento do antiintelectualismo, ainda mais nessa era de completo domínio da tecnologia sobre a vida de todos. Os avanços tecnológicos na comunicação servem à divulgação das ideias esotéricas, justamente aquelas que colidem com as evidências produzidas pelo mesmo desenvolvimento que permitiu a instantânea divulgação em rede de todos os exotismos disponíveis.

Ainda que o ser humano alimente irreprimível atração pelo esoterismo, subproduto do sistema racional e do impulso de entender tudo; ainda que a explicação seja mero, mas engenhoso, invento, a ciência política e o andamento mesmo da política têm forte influência nessa desconfiança.

O reino da mentira impregnou os movimentos políticos, notadamente os de esquerda. Na Revolução Francesa (1789), os ideais de igualdade, fraternidade e legalidade, foram traídos pelo período de terror, que terminou com a decapitação de seu mais avultado prócer, Robespierre (1794), remédio para que se evitassem as decapitações de todos. Sobreveio o retorno à monarquia pelas mãos de Napoleão, ele próprio auto-entronizado imperador (1804). Sorte dos franceses. Napoleão, entre as virtudes e os defeitos, apesar do belicismo que instituiu, dotou a França dos elementos que a lavariam à condição de farol do ocidente, no final do Século XIX, eleita Paris a capital do mundo.

Mesma sorte não experimentaram os alemães. No nazismo não se pode encontrar nada de bom, mas seu ocaso não se deveu exclusivamente à maldade intrínseca de que era dotado. Regime ainda pior sobreviveu, e fortalecido, na União Soviética do pós-guerra.

É desnecessário arrolar os horrores do sovietismo; mas é interessante estudar sua vitória na propaganda. Mesmo a denúncia de Kruschev (Nikita Serguêievitch Khrushchov), na reunião do partido após a morte de Stalin (1953), que escandalizou os bem-pensantes que aderiram ao ideário maluco, não abalou o sistema, que seguiu exibindo feitos enquanto amassava àqueles que dizia proteger.

O sovietismo redeu frutos até que o muro de Berlim desmoronou mercê de suas inconsistências (1989). O muro físico desabou à força das picaretas que se voltaram contra sua existência; metaforicamente, veio abaixo por si mesmo.

Mas a história não se deteve. Tão imanente à natureza humana parece ser o sovietismo que seus filhotes sobrevivem até a atualidade. Na China, com sua pitoresca e paradoxal união do comunismo político com o capitalismo econômico; em Cuba e sua deletéria ideação.

Cuba multiplicou sua própria catástrofe. Não bastassem os índices miseráveis de desenvolvimento social da ilha, mesmo despovoada pela maciça fuga dos mais aptos, o modelo foi exportado para a Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua, e teve ainda representantes no poder no Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Peru. Quase sempre a triste ideologia resultou em desastre, alguns dantescos, como na Venezuela e Nicarágua, outros igualmente graves, mas superáveis, como no Brasil e Argentina.

Em todos o traço comum: o maltrato à verdade, o uso absoluto da mentira. No caso de Cuba e Venezuela – os mais escandalosos –, enquanto a elite dirigente locupleta-se da roubalheira generalizada, da corrupção em todos os quadrantes do Estado, do tráfico de drogas, de armas, de metais precisos, de alimentos e medicamentos à população faminta e doente, dizem estar à serviço da mais nobre das causas: o bem-estar coletivo, o desenvolvimento social, a igualdade.

Hoje se sabe, com absoluta certeza, que Fidel Castro, até a morte, viveu como monarca absoluto. Era dono da ilha. Tinha a seu dispor o iate particular e verdadeira frota de navios. Eram suas casas majestosas e espalhadas em vários pontos da ilha. Dispunha de grande frota de veículos Mercedes-Benz 500 (o mais caro da marca) blindados. Toda a família era servida por enorme séquito de serviçais. As refeições eram preparadas por chefs fardados de branco, à la carte, cabendo a cada indivíduo escolher seu prato, todos os dias. Cada um dos membros da família tinha sua própria vaca leiteira, para atender o gosto pessoal, enquanto os víveres eram extraídos abundantemente das hortas plantadas nas propriedades de Fidel. Mesmo no “período especial”, após 1989, quando faltou tudo na ilha, jamais faltou nada à opípara vida do líder cubano, sua família e ministros. Fidel recebia valores de todas as origens, especialmente dos negócios que comandava, do tráfico de drogas e outras atividades ilícitas, que depositava na conta do el jefe, a qual somente ele tinha acesso. Com isso vivia regiamente. Chegou, em várias oportunidades, a emprestar ao “governo cubano” (ele próprio) dinheiro de sua conta pessoal, estabelecendo, capitalistamente, a remuneração do dinheiro: 10% ao ano.

Fidel ensinou o modus faciende aos líderes Chavistas que ainda dominam a desnutrida Venezuela. Em troca da expertise cobrou as remessas diárias de petróleo venezuelano (chegaram a 140 mil barris dia), que aos poucos vai findando mercê do mesmo modelo, com a total depauperação da estatal petroleira (PDVSA), que nesse ocaso não consegue extrair do solo e do mar nem uma quarta parte daquilo que extraía nos tempos de alta eficiência que, sintomaticamente, encerraram-se em 1999, quando Chávez chegou ao poder.

Na Venezuela reproduziu-se o modelo cubano, especialmente no vezo das atividades ilícitas. Lá instalou-se, como em Cuba com Fidel, o centro do tráfico latino-americano de drogas, atraindo não somente os principais carteis mexicanos e colombianos, como também os movimentos de pátina política que se financiam pela mesma prática (Hezbollah, FARCS, ELN). A reunião dos militares venezuelanos para o tráfico de drogas ficou conhecida como o “Cartel dos Sóis”, referência às insígnias do exército nacional. Não sem razão os líderes chavistas são processados no exterior por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outras malfeitorias graves.

Esses sistemas jamais vicejariam sem o investimento em pesados mecanismos de repressão, cerceamento de direitos, violência explícita, tortura, ameaças, prisões e execuções sumárias: cópia aperfeiçoada e ajustada aos trópicos do sistema soviético sob Stalin.

Jamais esses líderes hesitaram em sacrificar quem quer que fosse para se manter no poder. Desde a morte de Camilo Cienfuegos – independente e carismático companheiro de Fidel em Sierra Mestra, vítima de preparado acidente aeronáutico em outubro de 1959 – até a execução do general Ochoa, em 1989 – após processo sumário, quando as traficâncias de Fidel foram descobertas, sendo necessário “executar os culpados” – somaram-se milhares de evidências. Cubanos exilados depuseram sobre as práticas, de resto conhecidas, ainda que parcamente divulgadas.

O problema é que esse aparato criminoso contou com a cobertura intelectual. Por variadas razões, exércitos de escritores, professores universitários, educadores de todo o tipo, saíram em defesa do indefensável, e principalmente das mentiras necessárias à manutenção do modelo.

Demonstrada a absoluta inoperância econômica do sistema comunista (e nem poderia de outra forma), desfraldaram-se outras bandeiras igualmente mentirosas, passando pelo aquecimento global, o sexismo, afronta ao conservadorismo, o ataque às instituições de combate ao crime, a defesa dos mecanismos abertamente criminosos quando, aparentemente, defendem causas políticas.

Elegeram-se os Krischner, Lula, Humala, Morales, Lugo, Correa e, após os flagelos que produziram em seus respectivos países, paulatinamente descobriu-se que mentiam sempre, em qualquer hipótese, sobre tudo. Não havia nenhum teor de verdade naquilo que diziam e propagavam como verdade absoluta. Era necessário mentir com convicção, e nisso, é necessário reconhecer, foram insuperáveis.

E os intelectuais trataram de dar cobertura a essa calamidade, ainda o fazendo nesses tempos estranhos não sem algum constrangimento. Os intelectuais, ao sufragar a mentira, foram os primeiros desacreditar o intelectualismo. Não admira que, perdendo a credibilidade, sufocaram a própria voz. Esses, destinados aos escaninhos da história, não farão falta.


Ler o texto acima, lembra-nos de Mario Ferreira dos Santos.
Mario Fereira dos Santos e Fernando Malheiros Filho estudaram na mesma Casa de André da Rocha, a Faculdade de Direito da UFRGS.

Compare com a obra " Invasão vertical dos barbaros"
Publicada em maio de 1967, inaugurando a coleção “Uma Nova Consciência”

Ainda sobre o tema:




Confira outras obras do 
maior filósofo do Século XX



MEC recomenda Direito Desportivo após 23 anos de pioneirismo nosso


MEC recomenda o Direito Desportivo após 23 anos de pioneirismo da UFRGS:


  Através de nosso trabalho, a UFRGS tornou-se pioneira na disciplina Direito Desportivo e no currículo transdisciplinar da matéria.
 O Direito Desportivo, disciplina que criamos entre 1995-2002 e desenvolvemos em abordagem transdisciplinar http://bit.ly/Ufrgs 🥇passa a ser recomendado, ao lado de Direito Ambiental e Eleitoral etc, nos PPC, Projetos Pedagógicos do Cursos de Direito, como uma das "novas competências e saberes necessários aos novos desafios que se apresentem ao mundo do Direito".
 Isso significa o reconhecimento da importância de nosso trabalho e da capacidade de antevisão, percebendo-o em 1995, e preparando a nossa Faculdade, 23 anos antes da nova orientação do MEC!
!

 O MEC, Ministério da Educação,  homologou Resolução do CNE, Conselho Nacional de Educação, com as novas diretrizes aos cursos de Direito, ato publicado no último conjunto de normas de 2018, Processo 23001.000020/2015-61 Parecer: CNE/CES 635/2018, Portaria n° 1.351, publicada no D.O.U. de 17/12/2018, Seção 1, Pág. 34.

    
  Ficaram mantidos os núcleos obrigatórios nos currículos, como, por exemplo, os Direito Constitucional, Processual e Internacional.
  A nova norma do CNE utiliza a definição "Direito Esportivo", de esporte, dizendo fazê-lo por ser "a língua falada usual".
  Embora pareça simétrico ao termo internacional, da língua inglesa, mundialmente conhecido no setor, Sports Law, a sugestão do CNE e MEC vai de encontro à tradição legislativa brasileira.
  A legislativa desportiva brasileira inicia com o mais ilustre ex-aluno da Faculdade de Direito da UFRGS, Getúlio Vargas.
 Ademais, a Portaria do MEC ignorou o fato da disciplina de Direito Desportivo nascer da necessidade de regular apenas uma parte do esporte, o formal.
  Embora o Direito Desportivo conceitue o Esporte para podermos, então, diferenciar o Desporto como sendo o esporte formal/organizado rigidamente, a razão de ser da disciplina é o Desporto, e não o Esporte, para o qual não é preciso de um ramo próprio no Direito conforme demonstramos em nossa TGDD.

  Há uma tradição quase secular na legislação desportiva no Brasil.
  Iniciou com a legislação de Vargas, há 81 anos, falando, pela primeira vez na palavra e acentuou-se, em 1941, com o Decreto-lei iniciando a regulamentar o Sistema Desportivo, criando o CND, Conselho Nacional de Desportos; a CBD, Confederação Brasileira de Desportos, etc.

Viaduto da Av. Borges de Medeiros sendo construído, em 1935 em Porto Alegre, durante o Governo de Getúlio Vargas que, pouco depois, criaria o Sistema de Direito Desportivo

 
Confira a respeito de Getúlio Vargas e de sua época http://padilla-luiz.blogspot.com/2015/08/sistema-desportivo-o-criador.html

 Confira a respeito do Sistema de Direito Desportivo nossos inúmeros trabalhos disponíveis na Internet.

 Portaria 1.351/2018 do MEC homologa Resolução do CNE, Conselho Nacional de Educação, com novas diretrizes para os cursos de Direito:

  MEC, Ministério da Educação,  homologou, ato publicado no último conjunto de normas de 2018, Processo 23001.000020/2015-61, Parecer CNE/CES 635/2018, Portaria n° 1.351, publicada no D.O.U. de 17/12/2018, Seção 1, Pág. 34.
 
       Ficaram mantidos os núcleos obrigatórios nos currículos, como, por exemplo, os Direito Constitucional, Processual e Internacional.
 Os oito requisitos essenciais, previstos na legislação anterior, passam por uma releitura. As instituições de ensino superior em Direito deverão capacitar os seus alunos às seguintes competências:
I – interpretar e aplicar as normas (princípios e regras) do sistema jurídico nacional, observando a experiência estrangeira e comparada, quando couber, articulando o conhecimento teórico com a resolução de problemas;
II – demonstrar competência na leitura, compreensão e elaboração de textos, atos e documentos jurídicos, de caráter negocial, processual ou normativo, bem como a devida utilização das normas técnico-jurídicas;
III – demonstrar capacidade para comunicar-se com precisão;
IV – dominar instrumentos da metodologia jurídica, sendo capaz de compreender e aplicar conceitos, estruturas e racionalidades fundamentais ao exercício do Direito;
V – adquirir capacidade para desenvolver técnicas de raciocínio e de argumentação jurídicos com objetivo de propor soluções e decidir questões no âmbito do Direito;
VI – desenvolver a cultura do diálogo e o uso de meios consensuais de solução de conflitos;
VII – compreender a hermenêutica e os métodos interpretativos, com a necessária capacidade de pesquisa e de utilização da legislação, da jurisprudência, da doutrina e de outras fontes do Direito;
VIII – atuar em diferentes instâncias extrajudiciais, administrativas ou judiciais, com a devida utilização de processos, atos e procedimentos;
IX – utilizar corretamente a terminologia e as categorias jurídicas;
X – aceitar a diversidade e o pluralismo cultural;
XI – compreender o impacto das novas tecnologias na área jurídica;
XII – possuir o domínio de tecnologias e métodos para permanente compreensão e aplicação do Direito;
XIII – desenvolver a capacidade de trabalhar em grupos formados por profissionais do Direito ou de caráter interdisciplinar; e
XIV – apreende conceitos deontológicos-profissionais e desenvolver perspectivas transversais sobre direitos humanos.
Busca-se o rigor técnico do egresso do curso, ponto bastante criticado pela sociedade e pelos profissionais do Direito. Percebe-se o efeito das novas tecnologias na área jurídica, como o processo judicial eletrônico e audiências por vídeo-chamada, passando a temas essenciais para os futuros formandos.
A tecnologia é uma realidade cada vez mais presente no exercício da atividade profissional. Há profissionais que sequer dispõem de locais físicos, seu escritório é virtual. Realidades como essa precisam ser aprendidas pelos bacharelandos do curso, afinal eles poderão lidar com isso também.
Contudo, muitos saiam das faculdades sem nunca terem manejado sequer o portal do advogado, um analfabetismo digital.
A atuação extrajudicial também ganhou ênfase porque a atuação do profissional em Direito não se limita aos fóruns sendo o trabalho extrajudicial de suma importância, especialmente no meio administrativo e fiscal, porque a atuação de um advogado nesta etapa pode evitar futuros processos milionários e execuções fiscais impagáveis.
A “desjudicialização” aparece na ênfase ao preparo para atuar na seara extrajudicial, e no incentivo ao aspecto notado no item VI, a necessidade de refletir e buscar soluções por meio do diálogo e do consenso, para escapar da litigiosidade. Esse incentivo é muito presente na nova diretriz, onde as matérias de mediação, conciliação e arbitragem se tornam obrigatórias para a grade básica do curso, conforme destacamos a seguir.
Mantém-se as três vertentes do aprendizado tradicional: formação geral, formação técnico-jurídica e formação prático-profissional.
A formação geral continua a mesma com as disciplinas propedêuticas: Antropologia, Ciência Política, Economia, Ética, Filosofia, História, Psicologia e Sociologia.
A formação técnico-jurídica foi alterada nas disciplinas cujos conteúdos são considerados essenciais. Toda a faculdade de direito tem obrigação de fornecer o necessário preparo para essas matérias.
Quadro de disciplinas essenciais/obrigatórias para o curso de direito pela Portaria n° 1.351/2018:
Teoria Geral do Direito, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Tributário, Direito Penal, Direito Civil, Direito Empresarial, Direito do Trabalho, Direito Internacional, Direito Processual; Direito Previdenciário, Mediação, Conciliação e Arbitragem.
Comparando às disciplinas obrigatórios para o curso de direito antes da Portaria n° 1.351/2018, verificamos na revogada Resolução nº 9 do CNE/CES terem sido acrescentados três novos conhecimentos na área essencial do curso:
Teoria Geral do Direito, Direito Previdenciário e um conjunto formado por Mediação, Conciliação e Arbitragem.
Há valorização da resolução consensual e atuação administrativa, matérias anteriormente elencadas como “optativas”.
O último eixo de aprendizado, qual seja, o prático-profissional, obteve um maior detalhamento por parte da nova resolução. Deve acontecer de modo transversal em todos os eixos de aprendizado. O recado é: harmonizem teoria com a prática.
Foi incentivado o acréscimo de matérias eletivas específicas no plano pedagógico do curso.
Permitida a diversificação curricular, as IES poderão introduzir no PPC conteúdos e componentes curriculares visando desenvolver conhecimentos de importância regional, nacional e internacional, bem como definir ênfases em determinado(s) campo(s) do Direito e articular novas competências e saberes necessários aos novos desafios que se apresentem ao mundo do Direito, tais como: Direito Ambiental, Direito Eleitoral, Direito Esportivo, Direitos Humanos, Direito da Criança e do Adolescente, Direito Agrário, Direito Cibernético e Direito Portuário.
A importância de estabelecer as disciplinas obrigatórias reside no maior valor dado a elas em termos de carga horária e preparação. Quando optativa, a matéria tem menos carga horária, menos aulas (encontros mensais ou quinzenais), além da possibilidade de ser transmitida online.
A elaboração do exame da ordem, no conteúdo, até agora, considerou as disposições da revogada resolução nº 9 do CNE/CES. Contudo, os próximos exames deverão levar em conta algumas disciplinas ignoradas anteriormente pois Teoria Geral do Direito, Previdenciário, Mediação, Conciliação e Arbitragem passam a fazer parte do grupo de matérias obrigatórias. Elas devem ser cobradas no exame da OAB.
  Cabe aos Conselhos Diretores e de ensino das faculdades de direito incluir a disciplina em seus currículos como matéria eletiva ou obrigatória respeitando a autonomia universitária na definição das respectivas matrizes curriculares.
 Frise-se o reconhecimento pelo MEC do pioneirismo em perceber, no longínquo 1995, a necessidade de incluir Direito Desportivo preparando a nossa Faculdade, 23 anos antes da nova orientação do MEC!

 Fontes:
http://portal.mec.gov.br/docman/outubro-2018-pdf-1/100131-pces635-18/file

A propósito do Sistema de Ensino:

  A fraude ostensiva do sistema de ensino está sendo desbaratada pela Polícia Federal como vemos em http://bit.ly/fraudensino  Contudo, há um problema muito maior amplo e grave e ligado ao entorpecimento bioquímico facilitando a aceitação por pessoas bem intencionadas do patrocínio de atividades inúteis, para não dizer nefastas, com tremendo desperdício de recursos públicos:
Confira os efeitos da intoxicação bioquímica
Paracetamol Tylenol e 5GW 👺👿👹👽💤🤪🌐 a guerra das narrativas criando zumbis psicopatetas:
https://lnkd.in/etdayXn https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vScOBWXhJ6dKNSBMgfBAzU78Qc5JgCrLPs3ry9WmGH-lOH-HWJnF7r7XkIB_S6GT-coPdC_O1DygpKY/pub 
 

Fraterno abraço 🤗 

Atenciosamente


Há décadas, combato a corrupção na sociedade e, recentemente, até ousei entrar na política para fazê-lo melhor porque, para limpar uma casa, precisamos entrar nela!
Como advogado e em outras ações voluntárias, defendo o bem comum desde ´84. Protegi a liberdade de trabalho dos profissionais de Yoga, Dança e Artes Marciais.
Fundei e ampliei Rotary. Desenvolvi projetos sociais e um novo esporte olímpico. Participei da construção de entidades como a Kinder atendendo às crianças especiais.
Mestre por Salamanca, médium espírita na Casa de João Pedro, leciono na UFRGS desde '92.
Queremos segurança, saúde e educação
Chega de políticos reféns ou mancomunados com a bandidagem http://bit.ly/PortoAlegre-segura

Democracia sem manipulação
Desmascarar a hipocrisia social do falso humanismo
Construir 1 MMM, um Mundo Muito Melhor, com paz social para o desenvolvimento e qualidade de vida
Meritocracia e direitos humanos para humanos direitos
A verdade acima de tudo vence a espiral do silêncio http://bit.ly/1mundomelhor