Criadores e deformadores Agronegócio Monsanto

Os criadores e os deformadores 👺👿👹👽💤🤪🌐 do Agronegócio

 

Quem inaugurou o agronegócio no Brasil foram familiares do Presidente Ernesto Geisel, antes mesmo de 1974. 
A revolução do agronegócio nasceu no Planalto Médio e Alto Uruguai, e em algumas áreas na vizinhança de Bagé, no Rio Grande do Sul, com o fomento oficial de financiamento ao plantio do trigo nacional, uma medida nascida com Getúlio e que vinha sendo posta em prática, com certa negligência até os idos de 1950, pelo Banco do Brasil, a qual acabou atraindo dezenas e mais dezenas, depois centenas, de profissionais liberais, comerciantes, industriais e homens de negócio para tais áreas de campos baratos e de baixa fertilidade, ocupados por uma pecuária atrasada, capaz de sustentar apenas uma cabeça bovina por dez hectares, naquela época.

O feijão-soja, hoje designado pelo feminino "a soja", nasceu da técnica de alguns poucos, incluindo a granja-fazenda de Henrique Geisel, pai de Jorge geisel que nos conta essa história da vida real. Era militar da Reserva e irmão do Presidente Ernesto Geisel. No município de Sarandi, também participava do início Carlos Marques Ribeiro, um grande amigo vizinho. A soja havia sido escolhida como leguminosa restauradora de nitrogenio nos solos, em rotação com o trigo, em culturas de inverno e de verão, respectivamente - e cujo grão poderia ser matéria-prima com inúmeros aproveitamentos industriais e, no mínimo, para inclusão em nossa alimentação e nas rações animais.E, tal visão, foi logo aproveitada por inúmeras indústrias, operadas por empresas e cooperativas tritícolas gaúchas, que foram nascendo, facilitando a a logística de um marketing de venda confortável. Dentro daquele cenário de mecanização intensiva da lavoura e de ativações de novos negócios, Ernesto Geisel nos visitara e se hospedara conosco, por algumas vezes antes de 1964 e tomara conhecimento da revolução agrícola na qual estávamos empenhados e ficou muito bem informado sobre os inúmeros problemas que se arrastavam, com as incompreensões de Brasília.
Graças a Deus, quando em seu governo, Geisel procurou pelo Paulinelli para ser Ministro da Agricultura.
Antes disso, a gauchada já havia se espraiado Brasil afora, como pioneiros em diversos pontos do país. Plantando soja e em cooperativas de produção, com as ausências típicas de seguidos governos. Jorge Geisel, em 1960, foi um dos poucos pioneiros de trigo/soja no planalto de Maracaju, hoje Mato Grosso do Sul, sem qualquer assessoria técnica oficial.

Hoje, não somos campeões apenas do mundo de faz de conta com futebol. Somos um dos maiores campeões do mundo no ramo dos agronegócios. produzimos alimentos em quantidade suficiente para aumentar uma população 5 vezes maior do que a nossa e exportamos proteínas e outros itens agropecuários para encher a barriga da humanidade.
Essa riqueza não caiu do céu. Vamos reabrir um assunto bastante ignorado ou esquecido na memória do povo brasileiro.

Naquela época, o Presidente da República Ernesto Geisel, já sabia que a agricultura brasileira só sairia da mesmice de cinco séculos de extrativismo se sofresse uma revolução tecnológica. Mandou chamar para conversar o jovem Secretário de Agricultura de Minas, Alisson Paulinelli, saído das salas de aulas e da direção da Universidade Agrícola de Lavras, de Minas Gerais, e expressaria a este jovem o seu desejo de desenvolver a agricultura brasileira, Em seguida, Geisel o convida para ministro da Agricultura e fazer essa revolução.

Paulinelli topou. Chamou o presidente da adormecida Embrapa e o diretor de recursos humanos Eliseu Alves e estabeleceram o rumo das ações: não queremos cientistas para resolver problemas da ciência, mas para resolver os problemas da produção da nossa agricultura. Escolheram a dedo, nas melhores universidade brasileiras 1.600 recém formados e os mandaram para fazer mestrado ou doutorado nas melhores universidades agrícolas do mundo: Califórnia nos Estados Unidos, França, Espanha, Índia, Japão e outras. Plantaram a semente da maior revolução na agricultura já realizada na América Latina. Eliseu Alves que havia chegado dos Estados Unidos com bagagem mundial como cientista e como gestor de ciência e tecnologia assumiu a presidência da Embrapa e acertaram a seguinte linha de trabalho:

Criaram 14 Centros de Pesquisas em 14 regiões do País para pesquisar 14 produtos (exceção do café que já tinha o IBC, e do cacau que tinha a Ceplac);
Soja em Londrina e em todo o Paraná;
Mandioca e fruticultura em Cruz das Almas na Bahia;
Milho e sorgo em Sete Lagoas em Minas;
Vinho em Bento Gonçalves RS;
Feijão e arroz em Goiânia GO;
Gado de leite em Juiz de Fora MG;
Gado de corte em Campo Grande MS e seringueira em Manaus AM.

Criaram, também, 4 Centros de Recursos Genéticos para o serrado, em Brasília.

Anos depois, o investimento da Embrapa em aprendizado externo e pesquisas internas explodiu a agricultura brasileira.

Não foi milagre. Foi competência mesmo dos seus criadores com a visão correta da ciência e das necessidades do Brasil.

Nossa gratidão ao Presidente Ernesto Geisel, ao agrônomo Dr. Alisson Paulinelli e ao cientista Dr. Eliseu Alves.
Lamentavelmente, nos anos noventa, iniciou o desmantelamento da economia e da cultura gaúchas ainda estava se consolidando - saiba mais neste vídeo: http://bit.ly/desmancheRS - e o êxodo dos produtores ainda estava iniciando.


O RS, Estado do Rio Grande do Sul, ainda era o principal produtor de alimentos do Brasil quando, em 1995, soube de um fato que me preocupou.

A agropecuária era facilitada pela assistência técnica rural prestada pela Emater-RS com milhares de funcionários, cuja maioria eram especialistas em agronomia, veterinária, etc, totalmente custeados pelo Poder Público que arcava com toda a folha de pagamentos.

Para ter ajuda dos técnicos, o produtor pagava apenas uma pequena taxa de visitação, cujo valor era usado principalmente para o custeio das centenas de veículos usados exclusivamente nesse serviço.

Em 1995, soube que pretendiam privatizar a Emater/RS por conta de uma dívida impossível de pagar ao INSS.

Acreditava a agricultura precisar da assistência técnica rural custeada pelo RS. Contudo, a privatização da Emater-RS deixaria o produtor desamparado

Lutei contra e terminei sendo alvo de bullying, assédio moral e assassinato de reputação causando sofrimento a mim e aos meus familiares.

Eu nunca havia ouvido falar na Monsanto.

Não podia nem imaginar ser tudo uma armação, um plano da Monsanto, muito elaborado, para assumirem o controle da produção de alimentos e impor os transgênicos. Teria sido um desastre para a saúde pública.

Só fui começar a entender muito mais de dez anos depois…
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Tentáculo da teia 👺👿👹👽💤🤪🌐 promovendo enfermidades e sofrimento, Monsanto assassina reputações, controla-censura a mídia e as redes sociais:

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╰☆╮
A TT, Teoria Transdisciplinar, aponta a causa de todo mal estar na sociedade ignorar os planos e a forma de ação dos 👺👿👹👽💤🤪🌐, isto é, dos mutantes e desumanos psicopatas operacionalizados através da sua entourage, composta por indecentes corruptos e psicopatetas, um tipo de esquizofrenia induzida causadora de imunidade cognitiva.

 
A Monsanto começa a ser condenada em alguns dos muitos processos onde usa batalhões de peritos e advogados. Ainda assim, deverá pagar indenização de mais de US$ 289 milhões a uma vítima de câncer.
 Saiba mais aqui...
 Nos anos noventa, o desmantelamento da economia e da cultura gaúchas ainda estava se consolidando - saiba mais neste vídeo: http://bit.ly/desmancheRS - e o êxodo dos produtores ainda estava iniciando.
O RS, Estado do Rio Grande do Sul, ainda era o principal produtor de alimentos do Brasil quando, em 1995, soube de um fato que me preocupou.
A agropecuária era facilitada pela assistência técnica rural prestada pela Emater-RS com milhares de funcionários, cuja maioria eram especialistas em agronomia, veterinária, etc, totalmente custeados pelo Poder Público que arcava com toda a folha de pagamentos.
 Para ter ajuda dos técnicos, o produtor pagava apenas uma pequena taxa de visitação, cujo valor era usado principalmente para o custeio das centenas de veículos usados exclusivamente nesse serviço.
Em 1995, soube que pretendiam privatizar a Emater/RS por conta de uma dívida impossível de pagar ao INSS.
Acreditava a agricultura precisar da assistência técnica rural custeada pelo RS. Contudo, a privatização da Emater-RS deixaria o produtor desamparado
Lutei contra e terminei sendo alvo de bullying, assédio moral e assassinato de reputação causando sofrimento a mim e aos meus familiares.
Eu nunca havia ouvido falar na Monsanto.
 Não podia nem imaginar ser tudo uma armação, um plano da Monsanto, muito elaborado, para assumirem o controle da produção de alimentos e impor os transgênicos. Teria sido um desastre para a saúde pública.
 Só fui começar a entender muito mais de dez anos depois…
  Saiba mais aqui.

I had never heard of Monsanto when, in 1995, I thought it would be wrong to privatize rural technical assistance by Emater-RS.
I believed that agriculture needed to be subsidized.
I could not even imagine it to be a very elaborate frame of Monsanto's plan to take control of food production and impose transgenics.
It would have been a public health disaster.
I fought against and ended up being bullied, harassed and reputed murder causing suffering to me and my family and that was only beginning to understand more than ten years later!



 A importância, para o desenvolvimento humano, de combater a Monsanto:
Em 2019, New York Times rompeu o silêncio imposto por Monsanto et corja 👽.
 A indústria da morte 💀 esconde, há 4 anos, a existência de um organismo resistente capaz de matar bilhões de pessoas.
 A coisa é séria como mostra esta reportagem https://www.brighteon.com/6026835517001
🤪
 Para “não alarmar”, a pandemia tem sido escondida pela mídia controlada pelos 👺👿👹👽➕🤪🌐🥰.
Há quatro anos, a morte espalha-se silenciosamente em hospitais e UTIs com taxas de fatalidade de 41% a 88% de óbitos.
 Especialistas epidemiológicos afirmam não poder parar a Candida auris.
Esse fungo é tão resistente aos ataques químicos que nem mesmo borrifar água oxigenada o detém.
Pensando em quem não domina o inglês, preparamos um mini e-book: 🆓📚  http://bit.ly/fungomortal
Se houvesse uma vacina para Candida auris, a epidemia seria notícia de primeira página em todo o mundo.
Os jornalistas estariam gritando para corrermos e injetar a vacina.
Contudo, como o staff médico não tem nenhum tratamento para este agente patogênico mortal, conspiram para encobri-lo.
Como isso aconteceu?
A praga desenvolveu-se devido às ações da Monsanto durante as últimas décadas.
Isso acentua a importância de, sosinho, em 1995, haver conseguido frustrar os planos da Monsanto de privatizar a Emater-Ascar/RS
Os 👺👿👹👽➕🤪🌐🥰 teriam ocupado o espaço da assistência técnica rural no Rio Grande do Sul, então a maior fonte de alimentos do 🇧🇷, facilitando controlarem toda a produção de alimentos e imporem a transgenia e o uso de agrotóxicos.
 As minhas ações bloqueando o plano da Monsanto permitiram o desenvolvimento da agropecuária orgânica, onde está uma chance de sobrevivência humana.
 Os raios ultravioleta e a produção orgânica de alimentos são os fatores para deter esse super fungo.
 O heroismo tem um alto preço: sofri e ainda sofro represálias: a indústria da morte 💀 tem departamentos especializados em destruir quem ameaça os seus planos como se mostra aqui http://bit.ly/monsanto-assassina
 
Pelo menos, eu sobrevivi. Outros foram totalmente destruídos.
Ari Dionísio Dalmolin é um exemplo de como assassinam reputaçōes e destroem vidas!
Ari Dionísio Dalmolin esteve com um pé no Ministério da Agricultura até acabarem com a sua vida. O motivo? Criou uma cooperativa gigantesca, começou a produzir fertilizantes e, depois, defensivos agrícolas para fornecer aos cooperados.
 Desafiou a gigantesca Monsanto!
Acusaram de desviar milhões de dólares da cooperativa e acabaram com ele.
De executivo brilhante, passou por humilhações, perdeu o pouco patrimônio que tinha e morreu de tristeza, doente e sem dinheiro.
Pesquisando pelo seu nome, Ari Dionísio Dalmolin, só é encontrado na ações judiciais.
Pesquisando pelo nome da cooperativa criado por ele, a CENTRALSUL - Central de Cooperativa de Produtores Rurais do Rio Grande do Sul, não se encontra nenhuma referência ao trabalho de Ari Dionísio Dalmolin, tamanha a eficácia do assassinato de reputação!

 Emater/RS
Poucos sabem a Emater/RS quase haver deixado de existir, nos anos noventa.
 Naquela época, o RS produzia a maior parte dos alimentos do 🇧🇷.
Conheça a história escondida do "processo mais importante do Estado do RS"
Nos anos noventa, o desmantelamento da economia e da cultura gaúchas ainda estava se consolidando - saiba mais neste vídeo: http://bit.ly/desmancheRS - e o êxodo dos produtores ainda estava iniciando.
 O RS, Estado do Rio Grande do Sul, ainda era o principal produtor de alimentos do Brasil quando, em 1995, soube de um fato que me preocupou.
 A agropecuária (agricultura e pecuária) era facilitada pela chamada extensão rural, uma assistência técnica ao produtor.  O estudo da legislação brasileira demonstra atribuições legais de ações de extensão rural remontarem ao século XIX.
A assistência técnica e a extensão rural são serviços de importância fundamental no processo de produção de alimentos.
A obrigação legal do poder público atuar em extensão rural sempre esteve presente, inclusive na Constituição Federal de 1988.
Não obstante, na prática, o apoio governamental a esses serviços foi decrescente desde a década de 80 passada, provocando uma crise generalizada no setor que interessava às corporações multinacionais que iam tomando conta do setor.
A assistência técnica rural prestada pela Emater-RS usava milhares de funcionários, cuja maioria eram especialistas em agronomia, veterinária, etc, cuja folha de pagamento era totalmente custeada pelo Poder Público estadual.
 Para obter ajuda dos técnicos, o produtor pagava apenas uma pequena taxa de visitação, cujo valor era canalizado, principalmente, para o custeio das centenas de veículos usados exclusivamente nesse serviço.
Então,  eu soube: iam privatizar a Emater/RS devido a uma dívida enorme, impossível de pagar ao INSS.
Eu, o Professor Padilla, sempre acreditei a agricultura precisar da assistência técnica rural custeada pelo RS.
 A privatização da Emater-RS deixaria o produtor desamparado.
Um relatório do Senado de 50 laudas demonstra desenvolvimento do meio rural brasileiro: “Extensão rural no Brasil - uma abordagem histórica ... - Senado Federal”
https://www12.senado.leg.br/publicacoes/estudos-legislativos/tipos-de-estudos/textos-para-discussao/td-48-extensao-rural-no-brasil-uma-abordagem-historica-da-legislacao

 ðŸŽ¯
 Em 1996, a assistência aos produtores rurais como conhecemos estava em risco. A entidade que realiza esse trabalho, a Emater-RS,  ia ser privatizada.
💰
 O pretexto era uma dívida “impagável”.
💵
 Para uma ideia, na época, equivalia a duzentos milhões de dólares norte americanos.
💸
 O rombo junto ao INSS havia sido artificialmente criado.
💶
 Precisei muito tempo para entender o plano. Foi colocado em prática dez anos antes, iniciando durante a morte do presidente eleito Tancredo Neves.
😫
 A venda da empresa pública deixaria os produtores de alimentos entregues à própria sorte.
 Um erro enorme porque o Poder Público deve amparar a produção de alimentos.
 Só o risco de desabastecimento de gêneros justificava qualquer luta.
  Contudo, ninguém me ajudou.
  ðŸ’ª
  Lutei sozinho.
 Realizei diversas ações, absolutamente fora de minhas atribuições como Procurador do Estado.
  Eu nem sabia contra o que lutava!
 ðŸ‘¹ðŸ˜ˆ☠️💩🤖
 Sequer imaginava a ligação entre as mega indústrias dos fertilizantes, aos medicamentos, pesticidas, alumínio, etc.
 ðŸ‘‰ðŸ»
 A privatização da Emater era o principal plano de quem controlava o governo!
Queriam dominar a produção de alimentos para impor a total transgenia e o uso dos pesticidas e da fertilização não funcional.
 ðŸ¥—🥕🌽🍅🍐🥬🍠🧀🥩🍳
 Nunca havia ouvido falar em Monsanto e nunca imaginaria essas mega corporações manterem departamentos especializados em assassinar reputação.
 ðŸŽ¯
  Eu passei a ser alvo dos sortilégios globalistas.
  ðŸŽ¯
  Não obstante os problemas que passei a enfrentar, prossegui defendendo a agropecuária!
  Fiz dezenas de procedimentos culminando numa espécie de ação rescisória administrativa.
Apesar dos esforços, o Conselho da Previdência rejeitou nossa fundamentação.
Obviamente, foi a influência da Monsanto pois, pouco depois, o Ministro da Previdência determinou - através da Portaria 3.015 - que todos processos administrativos em andamento observassem exatamente o que eu argumentava ser necessário nos processos da Emater.

Sem o amparo da Emater/RS, as produções artesanais e de orgânicos acabariam!
 Hoje, tudo estaria sendo adubado com fertilizantes de Potássio, o qual promove crescimento das plantas 🌱 sem absorver o Magnésio, privando-nos do mineral mais essencial à saúde humana, pois é absolutamente necessário em mais de 300 ações fisiológicas.
 Uma população mal nutrida seria ainda mais frágil física e psicologicamente. Seria mais facilmente manipulada como demonstra o e-book http://bit.ly/saude-cuidados   
Em 19/02/1998, com procuração outorgada pelo então Diretor Presidente da Emater/RS, Cezar Augusto Schirmer, ajuizamos a ação ordinária 98.00.04102-8 (RS) 0004102-30.1998.4.04.7100 na Justiça Federal de Porto Alegre.
   ⚖️
   No primeiro dia de 1999, logo após tomar posse como Secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, ao sair do Palácio do Piratini, José Hermeto Hoffmann telefonou-nos para tratar dessa ação.
🎖
Classificou como “o processo mais importante do Estado”.
 ðŸ¥‡
 A tarde, em reunião com diversas autoridades do setor, informou que eu havia salvado a agropecuária e seria agraciado com uma condecoração por tudo que eu havia feito.
🏆
Contudo, essa luta quixotesca foi colocada no ostracismo.
O monstro gigantesco permeia praticamente toda a sociedade eu NUNCA recebi a tal condecoração.
 ðŸ™ƒ
 Pelo contrário, fui bastante perseguido pelos globalistas porque, além de impedir o controle direto da produção de alimentos em 1995...  
 ðŸ¤¬
Iniciei o ano de 2000 muito incomodado pela crescente hipocrisia dos políticos.
Prometiam uma coisa na campanha e, conquistados os votos, faziam outra, não raro oposta.
Como especialista em processo e pesquisando a sua Teoria Geral desde 1988, fiz uma releitura das eleições sob a perspectiva de ser um processo, o processo eleitoral.
Conclui ser necessário dar solução de continuidade ao “dizer uma coisa e fazer outra” porque compromete a própria essência do sistema.
Quando o político promete em campanha e, tendo a chance, não cumpre, praticou todos os elementos do tipo estelionato, vedado pelo art. 171 do Código Penal pois 😡 “induziu em erro” o eleitorado “para obter vantagem ilícita”.
As vantagens do cargo são óbvias assim como a indução em erro. Quando alguém nos promete algo possível em uma relação de formalização do mandato, não é lícito deixar de fazê-lo. A confiança é elemento essencial da relação de mandato e a promessa de fazer é um exercício infiel da representação.
Ademais, ilicitamente, o político furta-nos o voto que poderia ter sido outorgado a outrem para uma representação melhor.
Mais ilícito, ainda, quando o político usa o cargo para criar, manter ou ampliar mecanismos de corrupção!
Criei a expressão "estelionato eleitoral".
Obviamente, isso estava em rota de  colisão, totalmente de encontro aos interesses globalistas. Estes querem políticos corruptos, capazes de enganar -mentir descaradamente.
 Rapidamente, promoveram uma espiral de silêncio em torno das minhas ideias e promoveram mais bullying e assassinato de reputação para ne sufocar.
O nascimento da tese do estelionato eleitoral está registrado em volume impresso e no e-book em http://www.padilla.adv.br/processo/tgp
 Essa tese foi criada durante a fase de transição da TGPs 💳 Teoria Geral dos Processos para a TT ⛩ Teoria Transdisciplinar http://bit.ly/tgp-t  
🚦
Na mesma época, expus a manipulação coletiva pela mídia, sobretudo pela Rede Globo quando colocou e retirou Collor no poder. Confira como isso aconteceu  em http://bit.ly/idolatria-politica
 ⚖
Em 2003, impedi o total aparelhamento da OAB-RS.
🤡
 Há algum tempo, vinha alertando dos riscos de uma pretensa celeridade iniciado com a implementação da Lei 9.099/95 em meio ao maior arrocho vencimental experimentado pela magistratura, desencadeando profundas alterações no funcionamento da Justiça.
 Alterava-se o perfil dos candidatos admitidos. Olvidou-se a investigação prioritária em selecionar os vocacionados passando a manifestar-se o que o Ministro Salvio de Figueiredo Teixeira, então um dos mais respeitados processualistas, denominou de juizite, o complexo de autoridade e abuso de poder que comete os não vocacionados que, pelo decurso de três anos, são vitaliciados no cargo.
 O ostracismo da segurança jurídica comprometeu a efetividade da Justiça dando ensejo ao que se denominou de encenação jurisdicional onde os processos são formalmente julgados exame das provas e dos fundamentos.
 O que antes era teratologia, passou a ser parte do dia a dia forense onde o papel aceitava qualquer tipo de decisão, não raro dissociada do conteúdo dos autos .
 Esse era o ambiente desejado pelos controladores que provocaram as mudanças pois dissimula a corrupção. Uma decisão comprada usando argumentos injustos pode ser menos estranha dos que as superficiais feitas com base em um “modelão” onde são alterados o nome das partes e a data.
 Para reduzir o trabalho de adaptar peculiaridades, as decisões passam a ser cada vez mais genéricas.
 Também se desenvolveu o cacoete de procurar pretextos para arquivar evitando o trabalhoso exame dos argumentos das partes. Esse era outro objetivo dos controladores pois permitiu às grandes empresas fornecedoras de serviços de telecomunicações cometerem abusos contra milhões de consumidores impunemente pois apenas uma parcela pífia consegue vencer a tendência ao arquivamento ou improcedência por “falta de prova”. Isso quando, mesmo diante da prova, não julgam em favor da corporação usando qualquer pretexto.
 Para reduzir ainda mais as perdas, os controladores reduziram os valores das condenações a quantias muito aquém do mínimo necessário mediante a alegação de que condenações expressivas estimulariam o ajuizamento de maior quantidade de ações.
Ao contrário do espalhado pelos desinformantes, a pequena quantidade de condenações e ainda em valores inexpressivos aumentou a quantidade de processos.
Os consumidores e a maioria dos advogados ignora haver essa “política de chinelizar a lesão” e vai ajuizar.
E a quantidade de lesões aos consumidores aumenta porque a impunidade das companhias estimula a prática de ilicitudes.
Finalmente, os gabinetes judiciais são jogados contra os advogados que, na maioria, não fazem parte do mecanismo, com honorários inexpressivos e, não raro, aviltantes.
 Essa conjunção de fatores inviabilizou a advocacia artesanal. Os processos passaram a ser concentrados em escritórios cada vez maiores onde há profissionais especializados em manter o bom relacionamento com os gabinetes.
Esses escritórios contratam trainees e advogados para o trabalho quase braçal mediantes remunerações pífias proporcionadas por um mercado de trabalho artificialmente inflacionado. Para implantar o falso humanismo, era desejada uma massa de bacharéis em direito de deficiente formação, obtida mediante a centuplicação das Faculdades. Orgulhe-se! O Brasil possui mais cursos de direito do que todos os demais duzentos países do mundo juntos! Quase um milhão de formandos anuais dos quais 85% não passa no Exame da OAB sem participarem dos cursinhos especializados em dar dicas de como serão as provas.
 O plano de desmanche da efetividade da Justiça foi denunciado em dezenas de artigos e centenas de postagens ou comentário na internet. Uma boa ideia é examinar http://bit.ly/mazelas
As críticas realizadas com a sincera intenção de colaborar com o aperfeiçoamento da Justiça atraiu a ira dos que se acham deuses e ignoram a máxima de Ulpiano sobre “a vontade constante e perpétua de dar a cada um o que é seu”.
O processo eletrônico, colocando todas as provas dentro do computador, é o primeiro passo para agravar ainda mais a distorção desse mercado de trabalho. Milhões de empregos podem acabar num piscar de olhos.
A inteligência artificial já é capaz de solucionar os casos 20% mais eficazmente do que a melhor média de acerto humano.
Computadores podem armazenar todas as leis, doutrina e jurisprudência em tempo real, no momento quando surgem. Não esquecem. Não cansam  e podem decidir 24 h por dia 365 dias por ano.
 ⌛
Em março de 2006, critiquei o mau exemplo do roubo de patrimônio público do político do MDB, então Ministro, alavancado ao ponto de ser ventilado para a presidência da República http://www.padilla.adv.br/etica/exemplo
Em 18 de outubro do mesmo ano, para me anular, evitando pudesse repetir o combate ao aparelhamento da Ordem, 18 dias antes da eleição da OAB-RS, demitiram-me da PGE-RS. Foi uma decisão apressada no Conselho Superior da PGE, por 5 x 4, tanto que a maioria era composta por Procurador que havia instaurado o processo , voto manifestamente ilegal e que reduz o resultado real ao empate de 4 x 4.
Eu era concursado e nada havia feito para prejudicar os interesses públicos. Pelo contrário, era um dos mais eficazes procuradores da defesa judicial e  apenas me defendi na Justiça de situações criadas (de forma ilegal) por “erros” da PGE-RS que, por exemplo: descontava em folha pensão alimentícia nas não a repassava ao beneficiário; ou quando implantou e descontou, durante meses, duas pensões para o mesmo alimentado...
Sim, adivinhou: o órgão foi aparelhado, a partir de 1999, como demonstra http://www.padilla.adv.br/pgers/desmanche/
No dia 3 de novembro de 2006, mesmo sofrendo um agravamento dos conflitos emocionais pela síndrome de burnout, o dever cívico e a insistência do então candidato Claudio Lamachia, levou-me a mais uma façanha. Saiba mais em http://bit.ly/oab2006
  ðŸ«
Nas pesquisas e publicações pela internet, sistematizei como os maus "chinelizaram” o Brasil http://bit.ly/5guerra  + http://bit.ly/qsnos + http://bit.ly/espiral-silencio  + http://bit.ly/hipnose-massa


A treta da Aids e do coquetel anti HIV
Como age a indústria da morte:
Há 24 anos, não sabia da existência da  indústria da morte 💀, e sem imaginar haver toda uma treta por trás da criação da Aids, denunciei o absurdo do poder público entregar bilhões, eram US$ 24.000,00 anuais por cada um dos soropositivos, em troca do coquetel anti HIV.
O tempo mostrou, uma vez mais, minha antevisão estar certa!
Em 1995, uma das piores preocupações da população era a “epidemia” de AIDS, uma doença incurável sobre a qual jamais se ouvira falar. Nesse clima de pânico, os cofres públicos passaram a pagar o fornecimento do coquetel anti HIV aos 2 mil soropositivos do RS, Estado do Rio Grande do Sul.
O Professor PADilla, como Procurador do Estado, elaborou uma manifestação contrária a esse fornecimento  porque;

I. Os laboratórios estavam cobrando um preço extorsivo equivalente a 24 mil dólares americanos anuais por pessoa. Pior, “não cura”, diziam os próprios laboratórios, apenas “prolonga a vida”. Ora, se o paciente vai durar mais, gerará ainda mais gastos porque continuará precisando do coquetel. Seria uma sangria de verbas públicas.
Só no RS, 2 mil soropositivos representavam gastos de 288 milhões de dólares anuais.
Por alto, algo em torno de 5 bilhões de dólares anuais no Brasil e 1 trilhão de dólares anuais no Mundo.
Obviamente, um preço desproporcional.
 Comprovou o valor ser extorsivo quando, há uma década, os laboratórios cederam às pressões e reduziram o preço dos coquetéis anti HIV em mais de 20 (vinte!) vezes e continuam lucrando!
Os Controladores não cederam por ficarem bonzinhos e sim porque desenvolveram outros nichos de superfaturamento com drogas viciantes de uso permanente! Há centenas de milhões de consumidores viciados em drogas lícitas! Há das sexuais, como o viagra, até os pretensos "estabilizadores" de humor - leia-se: entorpecentes robotizantes esvaziando o conteúdo emocional humano reduzindo o ser a alguma coisa similar a um psicopata.


II. Violava os princípios constitucionais da proporcionalidade, racionalidade, legalidade, igualdade e isonomia.
O poder público não fornecia tratamento para doenças curáveis como tuberculose, pneumonia, etc., e nem mesmo aplicava vacinas para evitar enfermidades nos anos noventa.
Portanto, era desproporcional canalizar vultosas verbas daquela forma que, segundo declaravam as autoridades e publicações da medicina de então, não iria salvar nenhuma vida porque a morte seria inevitável - diziam - em até dois anos. Diziam não haver cura para os soropositivos.
 Para fornecer o coquetel anti HIV a apenas um aidético num ano na época, eram necessários US$ 24.000,00 - vinte e quatro mil dólares americanos. Essa mesma quantia permitiria CURAR mais de 500 pessoas com tuberculose ou pneumonia, doenças que matavam milhares de pessoas.
 Portanto, era uma inversão de valores e uma violação da lei usar os recursos para prolongar a vida de apenas uma pessoa quando aquela quantia podia salvar meio milhar da morte!


III. O poder público estadual alegava falta de recursos e nem mesmo pagava os vencimentos dos servidores. A mesma estratégia empregada entre 2014-8, havia sido usada - pelo mesmo partido ! - vinte anos atrás. Visa provocar o desmanche institucional como explica este vídeo http://bit.ly/desmancheRS criando clima para "privatizar" setores de atividade - leia-se: entregar monopólios de mercados aos Controladores!

IV. Coquetel podia colaborar para  agravar a epidemia. Quando surgiu, em meados dos anos noventa, o coquetel anti HIV não era apresentado como uma cura e, sim, apenas como um meio de reduzir sintomas e prolongar a vida do infectado.
Ajudado pelo coquetel, o infectado não apresenta sinais ostensivos da doença ampliando as chances de a transmitir porque: (a) os outros não percebem; (b) o infectado pode esconder a enfermidade por uma série de fatores; (c) salvo raríssimos casos, o soropositivo contaminou-se por promiscuidade sexual ou no compartilhamento de seringa de drogas ilícitas, não havendo qualquer motivo para acreditar que possa mudar seus hábitos por se saber infectado e com uma expectativa de morte.
Visto dessa forma, o fornecimento do coquetel poderia acelerar a disseminação e o aumento da quantidade de infectados, consumindo ainda mais recursos.

 Hoje, acredita-se que, quando foi criado e espalhado esse vírus, os Controladores das multinacionais de medicamentos sabiam poder conter a epidemia e, contudo, esconderam essa e outras informações  para evitar suspeitarmos tudo ter sido criado para faturarem trilhões aproveitando o desespero!

Apenas do relativamente pequeno Estado do RS, eram quase US$ 50 milhões por ano; numa década, meio bilhão de dólares! Jogados fora com pessoas que, diziam, morreriam em até dois anos. Quanto bem estar poderia gerar essa fortuna? Quantos milhões de vidas poderia salvar?
 Ainda houve um ganho secundário para os Controladores: o temor criado pela doença incurável auxiliou a instalar o torpor prê-pânico na população facilitando a manipulação coletiva pela HEM, "Hipnose em massa.

 O professor Padilla havia começado a desatar a trama.
Para desviar a atenção do sortilégio engendrado, os habilidosos lobistas separaram, do último argumento, o aspecto sobre a ampliação das chances de contágio pela sobrevida prometida pelo tratamento.
Descontextualizaram e distorceram os fatos criticando severamente o autor do estudo. Uma das mais ácidas, foi do Boechat, um jornalista sempre de prontidão a defender os interesses dos Controladores!

A imprensa o infamou intensamente e, imediatamente, foi procurado pelo Secretário da Saúde sugerindo-lhe não tocar mais no assunto para se “proteger” da imprensa.
O professor Padilla já vivenciava um cipoal de problemas decorrentes do assédio moral iniciado quando começou a impedir a privatização da assistência técnica rural no RS e, portanto, estava impedindo o controle do agronegócio. Não tinha condições de perceber o que realmente se passava e seguiu o “conselho” deixando o assunto de lado. Para saber mais:   http://bit.ly/PADilla

A medicina, a indústria de “alimentos” (entre aspas porque a maior parte dos produtos consumidos são tóxicos!) e o agronegócios são cuidadosamente controlados. Diretamente, pelos laboratórios, pagando publicidade, tanto a ostensiva quanto a dissimulada. Controlam as notícias e reportagens. Financiam as pesquisas, os congressos e as publicações.
Os Controladores decidem quem vai falar e o que será dito como “ciência médica” e induzem padrões de consumo e comportamento.  Implacavelmente, destroem quem ousa falar a verdade. Assassinam reputações, promovem o assédio e bullying fazem parte do cotidiano dessa gente desumana e, se não funcionar, promovem uma grande quantidade de assassinatos camuflando os latrocínios encomendados.
  Os Controladores escondem as informações essenciais sobre como preservar a saúde e o funcionamento da sociedade manipulando, desinformando e promovendo a robotização http://bit.ly/6ondas - Não se importam com o sofrimento de bilhões de humanos e agem visando o poder.
Enriquecem duplamente: mediante o agronegócio intoxicante e fertilização com potássio para impedir a absorção de magnésio do solo, causam doenças. Ai, vendem a esperança de saúde em medicamentos e tratamentos que combatem as consequências das enfermidades e não as causas.
Saiba mais aqui: http://bit.ly/saude-cuidados
Recentemente, a coisa escancara-se.  Há empresas controlando laboratórios farmacêuticos e agronegócio com a fusão da Dow e Dupont; a Bayer comprou a Monsanto; a Chemchina comprou a Syngenta, e por ai vai...

🥋🥋🥋🥋🥋
🥋🥋🥋🥋🥋
 A luta em defesa do caráter pedagógico das Artes Marciais:
Quase ao final dos anos noventa, foi regulamentada a atividade de Professor de Educação Física. Foram criados os CONFEF e CREFs.
Os controladores globalistas - os quais promoviam a infâmia-descrédito e procuravam sufocar as artes marciais, convenceram as lideranças da educação física a ampliar a arrecadação de taxas e anuidades criando a obrigação dos profissionais de lutas, artes marciais, dança e yoga, inscreverem-se e pagarem taxas e anuidades aos CREFs.
 Por trás da sanha arrecadatória, os globalistas procuravam criar uma forma de estancar o crescimento da prática das artes marciais ante a manifesta dificuldade financeira da maioria dos profissionais do setor vivendo com orçamentos apertados onde não cabia mais essa despesa frequente.
🤔
Por que os controladores globalistas desejavam provocar dificuldades para os profissionais e reduzir o setor?
🥋
As artes marciais desenvolvem personalidade ativa e perceptiva, focada na evolução, cuidados com a própria saúde e os praticantes ficam praticamente imunes ao estado de torpor pré-pânico da acultura do medo e da superficialidade com a qual os 2% mutantes impuseram essa escravidão dissimulada mediante impostos extorsivos sobre um consumismo desenfreado. Vivemos em uma ditadura da desinformação, dominados por falsas crenças e inversão de valores!
Poucos sabem que o Professor Padilla foi um dos principais personagens da luta em defesa das Artes Marciais confira http://bit.ly/cref-5gw


🚫⚠️
 ðŸ˜¢
Não foi fácil sofrer os efeitos do bullying e do assédio moral pois reforçaram o transtorno de desvalia.
 Envolveram em situações surreais!
 Fui demitido, quase fui preso, tal qual Cervantes.
Chegaram ao ponto até de apagar as referências sobre os meus trabalhos inovadores e pioneiros.
  Por exemplo, no início do milênio, o Wikipedia indicava o “Professor Padilla, Especialista em Processo da UFRGS”, ter sido o criador da disciplina Direito Desportivo. Veja, por exemplo, o Portas Abertas 2015 http://bit.ly/Ufrgs
Há alguns anos, soube ter foi suprimida a referência.
Pela mão de Deus, estava salvo um printscreen:
⚠️ Cadê❓Sumiu⁉️⁉️⁉️
Isso é o que os globalistas e seus operadores fazem: assassinar reputações!
 Por isso precisei de tanto tempo - mais de década - para entender e começar a superar os traumas.
 ðŸ‡§ðŸ‡·
Com um novo Brasil, podemos conseguir resgatar essa parcela da verdade sufocada.
 Justiça ser feita!
 ❄️
 O que tu achas?
 ðŸ™
Consegues ajudar?
Compartilha essa história real!
🤑
A mídia fake news esconde a violência programada, que mata mais de cem mil 🇧🇷 por ano.
🤡
Contudo, passaram um ano, o dia inteiro, em todos noticiários, cobrando solução ao assassinato de vereadora Mariele, dando a entender a 👮‍♀️ estar acobertando o crime.
🇧🇷💪
 Com as transformações produzidas pelo Governo Bolsonaro, as investigações avançaram e houve as prisões.
🤑
Imprensa fake news - ao invés de elogiar - alardeou um dos presos viver no condomínio onde morou Bolsonaro, tentando vincular o Presidente ao crime.
🙀
O vereador Siciliano, na foto abraçado e de rosto colado a Marielle, é ligado à Mangueira, cujo presidente está preso por vários crimes.
 Usando os DEScritérios da mídia fake news, como Mariele tinha essa relação direta com o acusado, deduzir-se-ia 😃😂🤣 “ela tê-lo mandado matar a si mesma”.
💰
 O vereador Siciliano foi preso com 117 fuzis.
🥇
Estamos diante do maior traficante de armas do RJ.
Até então, em todo Rio onde, durante décadas, a 👮‍♀️ apreendeu um total de 💯 cem armamentos desse tipo.
💉
Marcelo Frouxo admitiu ser, ele, o alvo do assassino de Marille, a sua colega do PSOL.
O motivo seria a CPI comandada por Frouxo, que atrapalhou as atividades do miliciano.
Como o psolista vive cercado de seguranças armados, o matador apagou Marielle para assustar.
😈
A extrema-imprensa esconde tudo. Quer fazer acreditar tratar-se de um simples matador de aluguel.
🙏
Deduza: quem é o mandante?
O mandante e o executor são a mesma pessoa.
Contudo, esta narrativa não interessa a "causa" globalista que, durante um ano, associava o crime a quem o combate.
Como sempre, acusam como forma de confundir.
🎖
Liberte-se da desinformação globalista  
 Conscientize-se e vamos vencer a guerra das narrativas
 Saiba tudo sobre assassinatos de reputação e fake news na trilogia dos e-books:
📚🆓 http://bit.ly/celsodaniel
+
+
📚🆓 http://bit.ly/monsanto-assassina   

Complemente a percepção com a trilogia da Verdade:
📚🆓 http://bit.ly/qsnos  
+
📚🆓 http://bit.ly/pbolsonaro
+
📚🆓 http://bit.ly/d-limite

Confira e compartilhe!
Todos merecem saber
 Verdade e 🇧🇷 acima de tudo!
   Deus acima de todos!

J.O. De Meira Penna, O Espírito das revoluções. Ed Vide Editorial (2016), pág 94.

 
Funcionário da Monsanto admite existir um Departamento para desacreditar cientistas
Um funcionário da Monsanto reconheceu haver um departamento dentro da empresa cuja missão  Ã© "desacreditar" os cientistas que se pronunciam contra os interesses da multinacional.

 O funcionário da Monsanto admitiu publicamente a empresa de transgênicos contar com um departamento encarregado de "desacreditar" os cientistas que se opõem aos seus produtos e advertem sobre os riscos para a saúde. A revelação deixa explícito o peso político e financeiro da Monsanto para pressionar os que falam contra seus interesses, afirma Christina Sarich ao Natural Society.
Em uma reunião formada, em sua maioria, por estudantes, um deles perguntou o que a empresa faz para invalidar como "má ciência" o que prejudica o seu trabalho. O funcionário da Monsanto, William Moar, encarregado de apresentar os produtos da empresa, esqueceu-se do evento ser público, e revelou a Monsanto possuir um "departamento inteiro" dedicado a "desacreditar" a ciência que não está de acordo com os interesses da empresa.
 Sarich afirma que "em uma única frase formulada publicamente, Moar admitiu a ciência financiada pela Monsanto ser pura propaganda". Segundo a jornalista, a empresa vai continuar desacreditando e desvalorizando as contribuições dos organismos científicos internacionais da OMS.

  A Monsanto é a maior empresa agrária do mundo e lidera a engenharia genética faturando bilhões e sendo a responsável por grande parte das enfermidades e dos sofrimentos da humanidade: https://youtu.be/sWxTrKlCMnk
 Em 2012, o grupo ampliou o seu faturamento em 14% em comparação ao ano anterior, chegando a 13,5 bilhões de dólares. O lucro subiu 25%, atingindo dois bilhões de dólares. A empresa emprega 21.500 trabalhadores com filiais em mais de 50 países.
 Foi fundada em 1901, pelo norte-americano John Queeny em St. Louis, no estado de Missouri. O nome foi uma homenagem à família de sua esposa. Primeiro, produziu o adoçante sacarina. Em pouco tempo, o fabricante de bebidas Coca-Cola passa a fazer parte de seus clientes.
 Clique sobre a imagem e use o zoom para poder observar a verdadeira rede de empresas coligadas:


  

Logo depois da I Guerra Mundial, a Monsanto entrou no ramo dos produtos químicos.
 Em 1927, ingressou na bolsa de valores.
 Aproveitando a fragilidade da economia após a crise gerada em 1929, ampliou a sua atuação no setor químico, incluindo adubos e fibras sintéticas. Investiu até na indústria petrolífera.
Depois da guerra do Vietnã, a Monsanto passou a focar mais intensamente no setor agrário, desenvolvendo herbicidas e, em seguida, na produção de sementes.
Nos anos oitenta, a biotecnologia foi declarada o seu alvo estratégico modificando-se, consequentemente, para uma empresa agrícola, sendo os outros segmentos deixados de lado para outras empresas sob o controle do grupo.
A Monsanto destina muito dinheiro para angariar influência política. Em 2013, oficialmente gastou 6,9 milhões dólares em lobby no Capitólio e em agências do governo, de acordo com Centro para Políticas Responsáveis, colocando a empresa na 61ª de 4126 posições. Em 1998, destinou 4 milhões de dólares e, em 2008, 9 milhões de dólares.
A Monsanto também faz doações a políticos. Por o ciclo das eleições legislativas de novembro de 2014, concedeu 424.600 dólares oficialmente aos comitês de candidatos (72% do Partido Republicano), de acordo com o Centro para Políticas Responsáveis. Desde 2002, as suas doações cresceram até atingir, 2012, 654.300 dólares.
Um dos mais beneficiados pelas doações da Monsanto é Roy Blunt, senador republicano por Missouri, um Estado muito agrícola e no qual está Saint Louis. No ciclo de 2014, a Monsanto foi a sétima maior contribuinte da campanha de reeleição com um valor de 79.250 dólares. Os números foram aumentando: 10.000 dólares em 2008, 44.250 dólares em 2010 e 74.250 dólares em 2012. Em alguns círculos, Blunt, foi apelidado como o homem da Monsanto em Washington. Ele próprio reconheceu haver elaborado, junto à Monsanto, uma cláusula controversa introduzida, na última hora em, uma lei de 2013 obrigando o Departamento de Agricultura a ignorar decisões judiciais hipotéticas que pudessem bloquear aprovações a novas sementes transgênicas. A cláusula, que não foi renovada depois de seis meses, foi batizada de Lei de Proteção da Monsanto.
As tentativas de comprar a credibilidade da rede da indústria de biotecnologia, por lavagem de suas mensagens através de cientistas acadêmicos supostamente independentes, está desmoronando e começando a revelar a influência de uma enorme quantidade de dinheiro da indústria sobre a independência da ciência agrícola acadêmica. Parte deste processo foi revelado recentemente no The New York Times. Muitos desses esforços para influenciar a política ou a opinião pública começam com e-mails de funcionários da indústria, incluindo tópicos, pontos e temas sugeridos, que são lavados através da credibilidade de cientistas acadêmicos. Trata-se de uma questão de cientistas acadêmicos promovendo posições e argumentos para a indústria, e não apenas uma partilha de posições que cada partido já detinha e estava agindo.

Monsanto desencadeou o falso humanismo contemporâneo:
 

O perigo do falso humanismo!

Vamos despertar do engodo dos preconceitos do falso humanismo?
Da ideologia de gênero ao feminismo, passando pelo machismo…
As emoções descontroladas e a sexualidade exacerbada tem três objetivos:
1. Desmanchar a família;
2. Dividir-nos e nos jogando uns contra os outros;
3. Disfarçar a DEPOPULAÇÃO e a vítima de tudo.:.
Quem realmente está ameaçado é o homem.
Não acredite: TESTE, confira os dados e saiba mais aqui: http://bit.ly/feminaze
PAN International Pesticide Action Network
 Chemtrails venenosos são pulverizados na população:

A Monsanto inventou o Napalm, a bomba incendiária usada no Vietnã pelos americanos. A Monsanto também inventou o esfoliante amarelo o qual contaminou milhões de inocentes na guerra do Vietnã e todos morreram de câncer. Agora, após diversos estudos demonstrarem o glifosato, o ingrediente ativo do Roundup da Monsanto, ser carcinogênico, até a International Agency for Research on Cancer (IARC) da OMS, Organização Mundial da Saúde, em março de 2018, anunciou o glifosato, ingrediente ativo do herbicida Roundup da Monsanto, ser classificado como possivelmente cancerígeno para os seres humanos.
 Contudo, a Monsanto segue “garantindo” o seu produto ser seguro e usa o poder econômico para esconder o potencial do glifosato em causar danos por ser carcinogênico e segue influenciando a literatura científica.  Pesquisas recentes mostram não ser apenas o glifosato o problema; toda a formulação do Roundup é tóxica. Conforme relatado, o National Toxicology Program (NTP) dos EUA realizou recentemente sua primeira análise de formulações de herbicidas que incluem glifosato e outros produtos químicos - e descobriu que o glifosato se torna ainda mais tóxico quando combinado com outros ingredientes.
Em março de 2018, a International Agency for Research on Cancer.
The Guardian registrou cerca de 4.000 ações contra a empresa por exposição ao Roundup causando desenvolvimento de linfoma não-Hodgkin. Além de colocar a culpa do câncer causada pela exposição ao Roundup diretamente aos pés da Monsanto, os processos judiciais expõe o gigante corporativo saber sobre a toxicidade de seu produto e suprimir essa informação, tanto dos reguladores quanto do público.
 A empresa causa mortes e sofrimento apenas para lucrar, ou simplesmente isso é parte do plano de depopulação? Vergonhoso!
 A ação judicial de Dewayne Johnson, um homem de 48 anos da Califórnia corajoso o suficiente para combater o câncer e a Monsanto ao mesmo tempo, expõe a maldade da Monsanto “patrocinando dados falsificados e atacar estudos legítimos” reveladores da potencial ameaça representada por seus herbicidas e realizando uma “campanha prolongada de desinformação” para enganar agências reguladoras e o público em geral a acreditar que seus produtos são seguros. Em 2017, uma ação judicial foi movida contra a EPA alegando a Monsanto haver “influenciado” a classificação do produto químico. Relatos afirmam a EPA ter evidência suficiente para declarar o glifosato como carcinogênico, contudo, disse "não ser provável carcinogênico para humanos". Esse processo foi após uma carta chocante do falecido Marion Copley, ex-cientista da EPA, revelar “infiltrados” dentro da agência federal estarem trabalhando para esconder os malefícios do glifosato sendo recompensados pela Monsanto. A conspiração da Monsanto continua cada vez maior e mais complicada à medida que o tempo passa.
Dois pesquisadores do MIT realizaram um estudo para ver como os cérebros modernos estão se recuperando após os ferimentos.  Todos os anos, nos Estados Unidos, há 3,8 milhões de concussões nos esportes, por isso não é de admirar que 89% dos pais americanos se preocupem com o fato de seus filhos serem atingidos na cabeça. O Sports Medicine Research Center de Baltimore relata que as contusões esportivas aumentaram em quase 16% nos dez anos de 1998 a 2008. As salas de emergências tiveram um aumento de 60% nas consultas traumáticas de crianças e adolescentes de 2001 a 2009, mesmo quando a participação nos esportes juvenis caiu no geral. A pesquisadora sênior, Dra. Stephanie Seneff, e a especialista em nutrição, Wendy Morey, determinou a dieta moderna ser a culpada devido às toxinas e séria falta de nutrição, reduzindo a resiliência de nossos cérebros.
O glifosato, o ingrediente ativo do Roundup, pode afetar o cérebro de várias maneiras. Ele esgota as reservas de sulfatos nos tecidos neurais, deixando-os particularmente vulneráveis ​​a serem lesionados em um impacto súbito. O herbicida também perturba a absorção de nutrientes do seu corpo. Por exemplo, interrompe a síntese de vitaminas B e glutationa, um importante antioxidante cerebral.
Além disso, o glifosato destrói o equilíbrio da flora intestinal boa e ruim no sistema digestivo, estimulando a formação de formaldeído que pode romper sua barreira hemato-encefálica. Acredita-se também que ele ajude o alumínio a atravessar essa barreira essencial, permitindo que ele entre no cérebro, onde fica mais difícil para as concussões se curarem e causar danos neurológicos. Também evita que o fígado se desintoxique adequadamente, enfraquecendo o órgão vital.
Essa incapacidade de se recuperar de uma lesão cerebral traumática de maneira rápida está levando ao que os pesquisadores chamaram de uma “espiral descendente de morte neurológica” que está nos colocando no caminho da demência, declínio cognitivo, depressão e um risco maior de câncer. Um estudo publicado no Journal of Neurotrauma, por exemplo, observou uma correlação positiva entre as lesões cerebrais traumáticas e o desenvolvimento de neoplasias malignas no cérebro.
A boa notícia é que o cérebro é capaz de se reparar em algum grau. Você pode aproveitar essa neuroplasticidade dando ao seu cérebro os nutrientes necessários para uma saúde ideal. Mudar para tudo orgânico pode ser o passo mais importante, porque vai tirar sua exposição ao glifosato da equação, mas você ainda precisa se concentrar em alguns nutrientes importantes.
Os ácidos graxos ômega 3, particularmente o DHA, são neuroprotetores, independentemente de você ter uma lesão cerebral ou não. O ômega 3 pode prevenir danos adicionais ao tecido se você incorrer em danos no tecido cerebral, diminuindo a toxicidade do glutamato. Certifique-se de obter ômega 3 suficiente, consumindo alimentos como carne alimentada com capim, peixe selvagem, sementes, nozes, abacate, óleos saudáveis ​​e spirulina.
Você também deve garantir que você está recebendo as quantidades certas de magnésio, já que baixos níveis deste mineral pode aumentar o risco de sofrer uma convulsão após lesão cerebral traumática. A vitamina D é outra vitamina que você deve se concentrar, não só por causa do maior risco de infecção cerebral observada entre aqueles que são deficientes, mas também porque ela aumenta sua saúde geral e reduz o risco de uma ampla gama de doenças.
Mesmo que você não pratique esportes, não estará imune a ferimentos na cabeça. A Síndrome da Resiliência Cerebral reduzida é um problema grave, por isso, certifique-se de evitar pesticidas e herbicidas e concentre-se em uma dieta saudável para o cérebro porque quase tudo nas prateleiras contém o ingrediente tóxico, nunca foi uma época melhor para começar a cultivar seus próprios produtos orgânicos.
Fontes:
A empresa também foi responsável pela doença do “mal da vaca louca”.
A Monsanto tem participação acionária de David Rockefeller e dos Rothschilds, as famílias controladoras globalistas, a chamada Nova Ordem Mundial.
Os governos associaram-se aos globalistas na depopulação promovendo ou tolerando a contaminação com substâncias indutoras da morte acelerando a morte dos cidadãos. A poluição dos alimentos, da água e dos solos faz as pessoas morrerem rapidamente evitando que os governos tenham de lhes pagar benefícios.  
Os governos querem matar seus próprios cidadãos a fim de evitar o colapso financeiro estatal reduzindo os pagamentos de benefícios.
Como os governos contribuem para as mortes precoces de seus próprios cidadãos? Envenenando-nos através da “poluição permitida” do abastecimento de água e de alimentos, vetores de radiação eletromagnética (5G, Smart Meters, etc.) e intervenções nos cuidados de saúde como as vacinas causando infertilidade e contrabandeando toxinas para dentro do corpo violando a ética médica e os Direitos Humanos Fundamentais http://bit.ly/vacinar-se   
As mortes precoces proporcionam economias substanciais aos governos cessando os pagamentos pela morte.
  O acobertamento pela mídia produz um resultado previsível: somos rotulados como um teórico da conspiração - mesmo quando há muitas evidências para apoiar a verdade. Mentiras acusam de “teorias da conspiração” reais perigos, provados pela ciência. Entre as verdades amplamente deturpadas como teorias da conspiração embora as evidências. A atrazina perturba e danifica o sistema endócrino, contudo, está perto de se tornar um dos pesticidas mais amplamente usados ​​nos Estados Unidos. Ela é consistentemente detectada no abastecimento público de água - o que em si é realmente bastante preocupante. Esse químico tóxico profundo potencial para estimular a ruptura endócrina, a atrazina se torna absolutamente assustadora. A pesquisa conduzida pelo Dr. Tyrone Hayes, um cientista da Universidade da Califórnia em Berkeley, mostrou, em sapos, a atrazina ser capaz de causar danos endócrinos duradouros. Nos homens, o rompimento da função endócrina pode ser tão grave que resulta em castração química. Em um estudo, Hayes expôs 40 girinos à água contaminada com atrazina, em uma concentração de 2,5 partes por bilhão - bem dentro do lote da EPA para água potável.
Quase um décimo dos girinos que foram criados na água carregada de atrazina tornou-se “funcionalmente feminino”, segundo Hayes. Apesar de supostamente ter nascido homem, acabaram produzindo óvulos:
“...depois de serem expostos à atrazina, muitos dos 36 sapos machos mostraram declínio na testosterona, redução no tamanho da glândula reprodutiva, desenvolvimento laríngeo deficiente, comportamento de acasalamento reprimido e fertilidade reduzida. Efeitos similares foram vistos em outras criaturas anfíbias”.
Estudos da Universidade de Purdue e outras equipes de pesquisa conceituadas encontraram resultados semelhantes em relação ao potencial da atrazina em perturbar o sistema endócrino - mesmo em valores considerados pelas agências federais como “seguros”. De fato, parece que eles são enfaticamente não seguros. Talvez seja por isso que a Europa proibiu a atrazina?


A guerra dissimulada desinformando sobre as condenações:
 Monsanto condenada a pagar uma indenização de mais de US$ 289,25 milhões por câncer, um linfoma não Hodgkin.  No Tribunal Estadual, em São Francisco, o júri de 12 pessoas, cinco mulheres e sete homens, fixou a indenização punitiva em US$ 250 milhões e a indenização compensatória em US$ 39,25 milhões. O julgamento, ocorrido dias atrás, em 10 de agosto de 2018, foi uma batalha entre peritos.
O autor da ação, Dewayne “Lee” Johnson, um jardineiro de escola, passou anos trabalhando com os produtos da Monsanto. Seu advogado, R. Brent Wisner, levou um oncologista, um toxicologista e um cientista dos Institutos Nacionais de Saúde demonstrando a ligação entre o glifosato e o linfoma baseados em estudos, como o de 2015 da OMS, Organização Mundial de Saúde.
O Monsanto levou os seus próprios peritos, inclusive um epidemiologista que afirmou haver "estudos epidemiológicos, realizados nas últimas duas décadas" sobre "não haver ligação causal entre o glifosato e o câncer". Jurou haver mais de 800 estudos e avaliações da EPA e dos Institutos Nacionais de Saúde com similar conclusão. Nas alegações finais, os advogados da Monsanto passaram grande parte do tempo tentando minar a credibilidade dos peritos adversários.
O júri viu documentos da Monsanto demonstrando a empresa saber, há décadas, o glifosato, ingrediente ativo dos herbicidas, causar câncer e seguir omitindo essa informação nos rótulos dos produtos com cumplicidade da Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA. Deixou de advertir os consumidores, nos rótulos dos herbicidas Roundup e Ranger Pro, sobre os perigos dos herbicidas Roundup e Ranger Pro, porque a indústria da morte sabia causarem câncer.
A Monsanto, sediada em St. Louis, Missouri, enfrenta cerca de 4 mil ações nos Estados Unidos, a maior parte deles relacionadas ao herbicida Roundup. Cerca de 150 ações são coordenadas pelo Tribunal de São Francisco, uma delas essa movida por Johnson em 2016.
Imaginou o volume de recursos financeiros e influência que a Monsanto está investindo para esconder a verdade e escapar dessas condenações?
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 Há muitas décadas, a Monsanto assassina reputações, abafa mídia e redes sociais, saiba mais aqui http://bit.ly/monsanto-assassina
 A Monsanto é um dos braços da teia globalista promovendo enfermidades e sofrimento duplamente, pois junto com as indústrias de alumínio geram o flúor e o fluoreto vendidos à população com a mentira de serem saudáveis para, no outro lado da teia, a indústria da morte, as multinacionais de medicamentos, terem lucros bilionários com tratamentos de doenças que não existiriam se as pessoas tivessem informações de qualidade.
 “A fluoretação é a maior fraude científica deste século, senão de todas as épocas" Robert Carton, PhD, cientista da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.   http://bit.ly/veneno-fluor
 Os nazistas fluoretavam a água para reduzir a capacidade cognitiva e de reação dos prisioneiros. A maioria dos alimentos industrializados é ácida e contém toxinas. Os pesticidas, largamente usados, são quimicamente similares ao gás nervoso desenvolvido pela Alemanha nazista.
O cérebro necessita de gordura para funcionar. A maior parte da população ignora tudo isso e acha “normal” ingerir produtos tóxicos e desprovidos de capacidade nutricional!  
  A incapacitação biológica é consequência da desinformação alimentar.
 A dificuldade de pensar é acentuada pela espiral do silêncio, o conjunto de estratégias de desinformação atuando em duas frentes:
  O falso-humanismo e o politicamente correto escondem as informações de qualidade, perseguem quem procura informar e tornam o sistema policial-judicial ineficaz provocando o aumento da violência, ela é programada! A população desarmada e indefesa passa a um estado de torpor pré-pânico.
  Completa a manipulação coletiva uma avalanche de paradoxos e distrações do burocratismo e consumismo.
    Em estado de letargia pré-hipnótico, desprovida de informações de qualidade e cerebralmente desnutrida, a maioria da população foi colocada em uma prisão sem correntes  http://bit.ly/1mundomelhor   
  Lideranças autênticas, com meritocracia, são destruídas ou anuladas. Os controladores globalistas e suas megacorporações possuem departamentos especializados em assassinar a reputação de quem ameaça os seus interesses! Dispõe de uma rede de desinformação formada por milhares de lobistas, manipuladores, ativistas de internet e robôs para promoverem o bullying, o assédio moral e outras mazelas, sufocam as vozes de quem ousa conscientizar e defender a verdade.
 Quem trabalha afinado com o “mecanismo” globalista é financiado e alavancado a posições de liderança. Esses falso-líderes distraem-nos, como no exemplo de: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2006/05/idolatria-midia-manipula-cria-falsos.html
Ao invés de correntes-grilhões, estamos aprisionados por falsas crenças e inversão de valores em uma escravização dissimulada.
Usam estratégias de manipulação demonstradas em vídeos como: https://vimeo.com/album/3144893/
 A HEM instala e mantém uma acultura da superficialidade e do medo realimentada porque quem está envolvido acha “normal” não pesquisar por informações de qualidade http://bit.ly/espiral-silencio
  A guerra de quinta geração, a 5GW http://bit.ly/5-guerra   Ã© uma guerra de desinformação conjugada à política terrorista de saúde pública.
    O falso-humanismo disfarça a escravização http://bit.ly/escravizacao  da idiotização bioquímica http://bit.ly/saude-cuidados  e das duas faces do torpor psíquico http://bit.ly/espiral-silencio   - os quais compõe um tripé de engodos.
 A simples informação alimentar reduz em mais de 90% a ocorrência de doenças

Na mesma cidade de São Francisco, no dia anterior, 9 de agosto de 2018, o Tribunal Federal de Recursos responsabilizou a EPA, Agência de Proteção Ambiental dos EUA, por ignorar estudos científicos e permitir o clorpirifós, um pesticida largamente usado que coloca em perigo a saúde pública. Criado pela Dow Chemical nos anos 60, o clorpirifós pertence à família dos pesticidas organofosforados, quimicamente similares ao gás nervoso desenvolvido pela Alemanha nazista antes da Segunda Guerra Mundial.
Um estudo de 2012 da Universidade da Califórnia, em Berkeley, apontou 87% das amostras de sangue do cordão umbilical de recém-nascidos testadas conterem níveis detectáveis desse pesticida. Traços do pesticida também foram encontrados em fontes de água potável após décadas de uso na região. Só nos Estados Unidos, a Dow Chemical vende cerca de 2,3 milhões de quilos de clorpirifós por ano através de sua subsidiária Dow AgroSciences. É um dos agrotóxicos mais usados no país para o controle de pragas. Em 9/8/2018, um Tribunal Federal de Recursos em São Francisco fixou em 60 dias o prazo para a Agência de Proteção Ambiental (EPA – Environmental Protection Agency) dos EUA retirar do mercado o pesticida clorpirifós da Dow Chemical porque amplas evidências científicas demonstram exposições mínimas a esse produto danificarem os cérebros de bebês.
Em 2017, uma coalizão de trabalhadores rurais e grupos ambientalistas moveram uma ação contra a EPA, para obrigar a agência a retirar o pesticida do mercado. Procuradores-gerais de vários estados, incluindo os dos poderosos estados da Califórnia, Nova York e Massachusetts, aderiram à ação contra a EPA.
A EPA defendeu-se alegando os estudos serem "inconclusivos" e "imperfeitos".
No voto vencedor, o juiz Jed Rakoff descreveu os resíduos de clorpirifós na comida causarem transtornos neuro desenvolvimentais em crianças. Houve um voto dissidente, e a Dow Chemical certamente recorrerá à Suprema Corte dos EUA.




As tecnologias de controle mental:
 Antes de aprofundar nos métodos de controle da mente, saiba que já produzem manipulação de DNA.
 O DNA 🧬 já é alterado por meio de ondas eletromagnéticas pela nossa "primitiva" ciência 🧪 - primitiva porque já sabemos o Universo ter, pelo menos, 9,36 bilhões de anos mais do que o Planeta 🌍 Terra.
 A mutação psicopata é artificial porque as mutações naturais são experimentos do Universo rumo a evolução e pressupõe a transmissão das características mais adaptadas aos descendentes.
A mutação artificial não se transmite aos descendentes. É o caso da psicopatia.
Essa mutação acontece durante os primeiros momentos da concepção, nas primeiras divisões do óvulo fecundado.
A mutação acontece com 3 vezes mais frequência nos homens (3% de nascimentos) do que em mulheres (1% dos nascimentos).
O corpo humano apresenta um campo de uma energia sutil, não relacionada a fatores físicos, persistente en casos de amputação, e variável conforme diversos fatores de condições fisiológicas e emocionais. Descoberto por um cientista russo denominado Kirlian, por seu nome passou a ser conhecido o método de fotografar o que chamamos de aura.
O campo da mãe possui mais afinidade com o feto do mesmo sexo. Logo, o ser feminino em formação será mais eficazmente protegido de ondas externas...
O Amor 💕 a força mais poderosa do Universo segundo Einstein 💟 também amplia a proteção.
 Neste vídeo, a partir dos 16m10s, aparecem as descobertas provando a manipulação genética.
🥼 Os cientistas demonstram: as  ondas alteram o DNA 🧬 https://youtu.be/9NqgyKYl0Lo
 Do MKULTRA:
O MKULTRA era ou é um programa da CIA. Ele deveria ter sido fechado depois das Church Hearings e outras audiências no Congresso exporem algumas das atividades clandestinas da CIA violando os direitos humanos. Incluiam a experimentação de pacientes e da  própria população norte-americana sem o seu conhecimento.
O ano de 2017 trouxe a revelação da ciência haver alcançado o projeto da CIA, enfraquecer ou fortalecer memórias específicas do cérebro e até memórias hereditárias, apagando-as em ratos, relatou o Activist Post.
 Houve uma série de programas de controle da mente da CIA, incluindo o BLUEBIRD, ARTICHOKE, MKULTRA, MKSEARCH e MKNAOMI durante os anos 50 a 90.
A CIA procurou identificar os participantes da tábula rasa, limpando memórias por meio de drogas, choque elétrico, som agudo e outras técnicas de tortura.
O documento Projeto Bluebird/ARTICHOKE foi mantido oculto e em segredo e distante de outros subprojetos no MKULTRA através da Operação Dormouse por um motivo; leia os documentos, é literalmente a CIA sugerindo a criação de escravos controlados pela mente que podem secretamente cometer assassinatos nos anos 50 e 60.
 Embora muitos suspeitem desse projeto envolver o derivado vegetal da América do Sul, escopolamina, uma substância perigosa conhecida como “droga zumbi”, os documentos lançados recentemente nos arquivos do JFK apontam para a CIA estar usando armas eletromagnéticas para atingir esse objetivo. Como?
Começou com o uso de eletrodos no cérebro de um sujeito, evoluindo para explorar a frequência natural do cérebro ao longo do tempo, à medida quando o Exército documentou detalhes sobre a tecnologia Voice To Skull décadas depois.
 Em meados da década de 1950, o neurofisiologista Carl Wilhelm Sem-Jacobsen construiu o seu próprio laboratório de EEG no hospital psiquiátrico Gaustad, na Noruega, com financiamento abundante de Rockefeller, Ford e outras fundações globalistas "de caridade". Ele logo aceitou vários contratos do governo dos EUA vindos da Força Aérea, da Marinha e da Nasa para pesquisas usando eletrodos implantados nos cérebros de pacientes psiquiátricos para realizar o que muitos disseram ser uma pesquisa antiética
 Esses experimentos se fundiram ao longo do tempo e foram continuados sob os auspícios de uma ramificação do Projeto MKUltra e evoluíram para o que era conhecido como Projeto Artichoke.
 O governo americano realizou vários experimentos antiéticos com milhares de americanos durante décadas no registro exposto pelo Church Committee. Mas antes do MKULTRA, em 1947, a Marinha e a OSI conduziram o primeiro programa conhecido de controle mental do pós-guerra, o Projeto Chatter, o qual deu continuidade aos experimentos com drogas dos nazistas.
 O Projeto Chatter era um programa altamente confidencial da Marinha para procurar um medicamento da verdade que fizesse com que sua vítima falasse rápido. Eles testaram todos os tipos de drogas, incluindo barbitúricos, anfetaminas e heroína. Os estudos envolveram experimentos de “controle da mente” por hipnose e narco-hipnose.
 Em 1953, o Projeto Chatter foi abandonado pela Marinha para outros projetos como o projeto “Perfect Concussion” da Marinha, que era o Subprojeto 54 do MKULTRA. Os cientistas se concentraram em testar sinais de ultra-som para criar amnésia. Nos documentos, a Marinha procurou criar "explosões de frequência sub-aural". A frequência sub-aural indicaria o uso potencial do sonar.
Mais ou menos na mesma época do Projeto Chatter, outro grupo compartimentado estava executando o Projeto Moonstruck, que procurava usar implantes eletrônicos no cérebro e nos dentes para rastreamento, controle de mente e comportamento, condicionamento, programação, operações secretas por meio da estimulação eletrônica do cérebro.(De forma suspeita, os documentos sobre o Moonstruck estão faltando, apenas meras referências podem ser encontradas em sites que arquivam a história americana.)
 O exército acabou por fundar as Operações Third Chance e Derby Hat, as quais usavam LSD; outros nomes de projeto permanecem desconhecidos, embora a existência desses programas seja inquestionável.
 Os objetivos do MKULTRA eram derrubar seres humanos fisicamente e mentalmente, modificar e controlar seu comportamento, bem como testar produtos químicos em pessoas para fins de pesquisa. Estes meios incluem, mas não estão limitados a hipnose, exposição química, biológica e radioativa. O presidente Bill Clinton foi forçado a pedir desculpas depois que partes desses programas foram revelados como tendo continuado após as Church Committee Hearings e eles foram pegos fazendo experimentos com africanos sob o experimento Tuskegee.
 O Dr. Ewen Cameron foi parcialmente apoiado pela CIA durante o projeto MKULTRA e usou eletrodos para eletrocutar as memórias dos cérebros de pacientes inconscientes durante a década de 1950. Este método de tortura foi chamado de "direção psíquica".
 Depois de horrendos choques elétricos, as drogas foram dadas aos sujeitos do teste para colocá-los em dias de sono delirante prolongado. Cameron então os sujeitou a fitas de áudio que ele fez, nas quais ele repetiu certas frases milhares de vezes com a esperança de produzir novas personalidades dentro delas.
 Um processo de 2012 apresentado por grupos de veteranos, contra a CIA e o DOD, refere-se aos métodos de Cameron. O processo também afirma que dois pesquisadores, o Dr. Louis West e o Dr. Jose Delgado, que trabalharam juntos sob o subprojeto CIA MKULTRA 95, utilizaram dois protocolos: implantes cerebrais (“stimoceivers”) e RHIC-EDOM (Controle Hipnótico Intracerebral por Rádio de Dissolução da Memória) para programar as mentes das vítimas.
 Tradução: eles procuraram enterrar memórias e implantar falsas memórias que nunca aconteceram.
 A CIA finalmente descobriu que o estresse e a privação do sono podem tornar as pessoas mais suscetíveis a falsas memórias, assim como outros pesquisadores.
  Embora se presume que os novos documentos não são documentos do governo, há outros documentos lançados em 2006 pelo Comando de Inteligência e Segurança do Exército dos EUA, intitulado “Bioefeitos de Armas Não-letais Selecionadas”.
  O documento é datado de 1998. Um dos principais tópicos diz respeito aos efeitos da “energia dirigida por radiofrequência”. O documento discute o “efeito incapacitante” da “audição por microondas”, exatamente como o novo documento descreve.
 Não há som propagado pelo ar como o som normal. Essa tecnologia em sua forma mais crua poderia ser usada para distrair os indivíduos; se refinado, também pode ser usado para se comunicar com reféns ou sequestradores diretamente por código Morse ou outros sistemas de mensagens, possivelmente até por comunicação de voz.
 A partir desse documento, a tecnologia pode ser sintonizada em uma única pessoa como uma estação de rádio.
 O fenômeno é sintonizável na medida em que os sons e intensidades característicos desses sons dependem das características da energia de radiofrequência que é fornecida. Como a frequência do som ouvido depende das características de pulso da energia de RF, parece possível que essa tecnologia possa ser desenvolvida até o ponto em que as palavras possam ser transmitidas para serem ouvidas como a palavra falada, exceto que ela só pode ser ouvida dentro da cabeça de uma pessoa. Em um experimento, a comunicação das palavras de um a dez usando energia de microondas 'modulada por fala' foi demonstrada com sucesso. Os microfones ao lado da pessoa que está experimentando a voz não conseguiram captar o som. O desenvolvimento adicional disso abriria uma ampla gama de possibilidades.
  Além disso, o artigo discute o uso dessa tecnologia para interromper o controle neural, o qual “ativa formas específicas de comportamento, como atividades sexuais, agressivas e ingestivas”.
  Além de implantar memórias, os militares mais tarde tentaram criar o que consideravam a tecnologia Voice To Skull.
 Voice To Skull é descrito na patente como um “sistema auditivo”, onde “o som é induzido na cabeça de uma pessoa irradiando a cabeça com microondas na faixa de 100 megahertz a 10.000 megahertz que são moduladas com uma forma de onda particular”.
 A tecnologia psicotrônica similar ao Voice To Skull, que não transmitia frequências diretamente para as pessoas, mas sim o uso de estações de rádio para transmitir um sinal fora do alcance da audição humana, era usada pelo Pentágono, conhecido como Silent Sound Spread Spectrum (SSSS) ou S-quad. Os oficiais de Operações Psicológicas dos EUA testaram esta tecnologia em tropas iraquianas no Kuwait durante a Operação Tempestade no Deserto em 1991.
  Uma coletiva de imprensa detalhou como as tropas americanas assumiriam as estações de rádio iraquianas e transmitiriam um sinal silencioso sob a programação audível:
 A programação da estação clandestina consistia em música patriótica e religiosa e ordens militares e informações intencionalmente vagas, confusas e contraditórias para os soldados iraquianos no Kuwaiti Theater of Command (KTO). O tamanho e o poder das forças inimigas sempre foram intencionalmente exagerados. A rendição foi encorajada. De acordo com declarações feitas por soldados iraquianos capturados e desertores, no entanto, a programação mais devastadora e desmoralizante foi o primeiro uso militar conhecido das novas mensagens subliminares de alta tecnologia, chamadas de 'Silent Sounds' ou 'Ultra-High-Frequency'. 'Silent Subliminals'. (Newsweek, 30 de julho de 1990, pág. 61). Embora completamente silenciosas para o ouvido humano, as mensagens de voz negativas colocadas nas fitas ao lado da programação audível pelos psicólogos psicopatas foram claramente percebidas pelas mentes subconscientes dos soldados iraquianos e as mensagens silenciosas desmoralizaram completamente e incutiram um sentimento perpétuo de medo e desesperança em suas mentes.
  Depois, há a sugestão de uso da tecnologia Voice To Skull no Afeganistão, sob o nome de "Voz de Allah", alguns anos atrás, sob o governo de George Bush. Esse plano também incluiu a transmissão de uma imagem de holograma de como Allah é representado. Além disso, havia um plano anos antes de fazer o mesmo para outras nações árabes.
  A história do holograma da Guerra do Golfo pode ser rejeitada se não fosse o caso que o washingtonpost.com aprendeu que um programa super secreto foi estabelecido em 1994 para buscar a mesma tecnologia para aplicação em operações psicológicas. O “Projetor Holográfico” é descrito em um documento secreto da Força Aérea como um sistema para “projetar poder de informação do espaço… para missões de fraude de operações especiais. (Fonte: Washington Post)
 Steven Corman, do jornal COMOPS, descreveu seu próprio encontro com essa tecnologia:
 m um workshop do governo, há algum tempo, me dirigi a alguém que descreveu uma nova ferramenta que foi descrita como a “voz de Allah”. Dizia-se que era um dispositivo que operaria à distância e transmitiria uma mensagem que apenas uma única pessoa poderia ouvir. A história é que ele foi testado em uma situação de conflito no Iraque e apontou para um insurgente em um grupo, que olhou em todas as direções e começou uma conversa acalorada com seus compatriotas, que não ouviram a mensagem. Na época, recebi essa história com certo ceticismo.
 A Holosonic Research Labs e a American Technology Corporation têm versões de som direcionado, o que permite que uma única pessoa ouça uma mensagem que outras pessoas não ouvem. A Holosonic vende uma tecnologia chamada  “Audio Spot Light”,  enquanto a ATC vende o  Long Range Acoustic Device (dispositivo acústico de longo alcance). A DARPA também possui seu próprio projetor sonoro. Curiosamente, a Strategy Page relatou que as tropas usaram o LRAD como uma arma modificada da Voz de Deus:
  Parece que algumas das tropas no Iraque estão usando o LRAD "falado"para mexer com os combatentes inimigos. Os terroristas islâmicos tendem a ser supersticiosos e, é claro, muito religiosos. O LRAD pode colocar a “palavra de Deus” em suas cabeças. Se Deus, na forma de uma voz que só você pode ouvir, diz para você se render ou fugir, o que você vai fazer?
  CNET uma vez relatou sobre a tecnologia, observando que os usuários não ouvem o som através de seus ouvidos, mas em vez disso o som ressoa e reverbera dentro da cabeça da pessoa - exceto nesse caso, que ele foi usado para publicidade.
  As pessoas que ouviram o anúncio do programa de TV "Paranormal State" do canal A & E, emitido de um outdoor no Greenwich Village, em Nova York, devem ter pensado que era bem estranho. Ao entrarem na área-alvo, elas foram expostas a sons altamente focalizados, captados não pelos ouvidos, mas pelos crânios. As ondas sonoras, de outra forma inaudíveis, são sentidas através da condução óssea - o som ressoa dentro da cabeça do transeunte.
 O uso de tecnologias de controle da mente foi previsto também na publicação militar do Instituto de Estudos Estratégicos da Escola de Guerra do Exército dos EUA, publicado em 1994.
 Existem também outras patentes - ( aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.)
 Isso não é ficção científica. Isto é, para ser franco, ciência louca impulsionada pela insanidade. Estes são projetos negros desclassificados ou SAPs (programas de acesso especial). Muito do que o mundo  ou a população civil sabe sobre tecnologia militar é severamente subestimado, apesar da natureza pública de certas tecnologias como o raio de calor e o canhão de som. Se você cavar ainda mais fundo, há uma antiga referência no site do Exército para uma tecnologia chamada  “Voice To Skull”.  [ARMY SITE YANKED WIRED REPORTED] [CÓPIA DE ARQUIVO]
 O Dr. Joseph C. Sharp completou o primeiro teste bem-sucedido de tecnologia de microondas auditiva que poderia contornar as orelhas e emitir um som diretamente na cabeça de uma pessoa no Instituto de Pesquisa do Exército Walter Reed em 1973.
 Sharp, amarrado dentro de uma câmara de isolamento, ouviu "palavras" irradiadas para ele em um audiograma de microondas pulsado. (Um audiograma é um análogo computadorizado da voz falada.) A ARPA, agora DARPA, o pesquisador Robert O. Becker na época previa “aplicações óbvias em operações secretas”.
  Becker imaginou barragens de “vozes” que enlouqueciam um inimigo, e uma sugestão pós-hipnótica foi transmitida por rádio ao assassino programado, dirigindo o sujeito do teste para matar seu alvo. De acordo com o capitão naval Paul Tyler em um ensaio de 1976 , "O espectro eletromagnético em conflitos de baixa intensidade", um "efeito de armas de velocidade da luz" poderia ser alcançado com "a passagem de aproximadamente 100 miliampères de frequência dirigida através do miocárdio, levando à parada cardíaca e morte.
 Em 1975, o neuropsicólogo Don R. Justesen, diretor do Laboratories of Experimental Neuropsychology do Veterans Administration Hospital em Kansas City, vazou involuntariamente informações de segurança nacional quando publicou um artigo no American Psychologist sobre a influência das microondas no comportamento das criaturas vivas. No artigo, ele citou os resultados de um experimento descrito a ele por seu colega Joseph C. Sharp, que estava trabalhando em Pandora, um projeto secreto da Marinha americana.
 Ao se irradiarem com essas microondas 'moduladas por voz', Sharp e Grove prontamente conseguiram ouvir, identificar e distinguir entre as 9 palavras. Os sons ouvidos não eram diferentes daqueles emitidos por pessoas com laringe artificial (pág. 396).
 O Dr. Milton Zaret, um cientista líder em microondas foi mais tarde recrutado para o "Pandora", um projeto da CIA cujo codinome para o estudo da resposta do cérebro dirigida por radiofrequência, afirmou:
  A CIA perguntou se eu achava que a radiação eletromagnética transmitida pelo cérebro à distância poderia afetar a maneira como uma pessoa poderia agir, e se as microondas poderiam ser usadas para facilitar a lavagem cerebral ou derrubar prisioneiros sob investigação.
  Há muito se sabe que as microondas em certas frequências podem produzir um  efeito auditivo que parece estar vindo de dentro da cabeça de alguém. Depois, há a questão do trabalho de microondas classificado na Base Aérea de Brooks, sobre o qual as autoridades se recusaram a falar.
 Em janeiro de 2007, o Washington Post escreveu sobre o mesmo assunto:
 Em 2002, o Laboratório de Pesquisa da Força Aérea patenteou precisamente essa tecnologia: usando microondas para enviar palavras para a cabeça de alguém... Rich Garcia, porta-voz da diretoria de energia do laboratório de pesquisa, recusou-se a discutir essa patente ou pesquisa relacionada no campo, citando a política do laboratório de não comentar sobre seu trabalho sobre as microondas. Em resposta a um pedido da Freedom of Information Act apresentado para este artigo, a Força Aérea divulgou documentos não confidenciais em torno dessa patente de 2002 - registros que observam que a patente foi baseada em experimentos em outubro de 1994 no laboratório da Força Aérea, onde os cientistas conseguiram transmitir frases nas cabeças dos sujeitos humanos, embora com inteligibilidade marginal. A pesquisa parece ter continuado pelo menos até 2002. Aonde este trabalho chegou, não está claro - o laboratório de pesquisa, citando a classificação, recusou-se a discuti-lo ou liberar outros materiais.
  Pesquisas anteriores em armas eletromagnéticas mostraram que ondas ou feixes de baixa frequência podem afetar as células cerebrais, alterar estados psicológicos e possibilitar a transmissão de comandos diretamente no processo de pensamento de alguém, fazendo-os pensar que são seus próprios pensamentos. Na verdade, existe até uma patente que sugere fazer exatamente isso.
  Na década de 1940, George Estabrooks, um graduado da Universidade de Harvard, Rhodes Scholar e presidente de psicologia da Universidade de Colgate, Canadá, reconheceu a realização de extenso trabalho de hipnose em nome da CIA, FBI e inteligência militar, criando candidatos à Manchúria. Ele se gabou à revista Science Digest em 1971: "Eu posso hipnotizar um homem - sem seu conhecimento ou consentimento - em cometer traição contra os Estados Unidos."
   Oito anos mais tarde, foi relatado que um “Homem com alucinações, diz que Microondas Estão o Assassinando”, na edição de 21 de março de 1979 do Los Angeles Herald Examiner e mais tarde pelo New Scientist. Esse homem era o engenheiro eletrônico Leonard Kille, que fundou o Scientific Engineering Institute (SEI) em nome da CIA. Em julho de 1968, no Hospital Bien Hoa, Vietnã, equipes do SEI implantaram eletrodos nos crânios de prisioneiros de guerra vietcongues em tentativas experimentais de dirigir o comportamento dos indivíduos com problemas cerebrais por controle remoto.
 O próprio Kille era um sujeito de teste dos eletrodos implantados em seu cérebro. Em 1971, um funcionário do hospital encontrou Kille segurando uma lixeira de metal sobre a cabeça na tentativa de "parar as microondas". Um médico simpático do hospital VA de Boston, onde Kille foi transferido, ordenou a ele "uma folha grande de papel alumínio" em forma de um capacete protetor para si mesmo. Não informado de que Kille tinha eletrodos implantados em sua cabeça, os médicos da VA o diagnosticaram como um indivíduo paranoico delirante.
 Em 1965, o New York Times publicou experimentos obscuros de EMR secretamente financiados pelo governo sob a manchete de primeira página: "O controle mental está chegando, adverte cientista." O professor de psicologia da Universidade da Califórnia, Dr. David Krech, disse. implicações ainda mais sérias do que as conquistas dos físicos atômicos ”.
 Anteriormente, um manual de 1963 da CIA sobre o estudo do controle intra-cerebral hipnótico-radial (RHIC) explicava:
 Quando uma parte do seu cérebro recebe um pequeno impulso elétrico de fontes externas, como visão, audição, etc., uma emoção é produzida - raiva ao ver uma gangue de garotos batendo numa velha, por exemplo. As mesmas emoções de raiva podem ser criadas por sinais artificiais de rádio enviados ao seu cérebro por um controlador. Você pode instantaneamente sentir a mesma raiva ardente sem qualquer razão aparente.
Richard Helms supervisionou a pesquisa militar EMR orientada para a transmissão de mensagens subliminares estratégicas para as mentes agregadas das populações inimigas. Em um memorando de 1964 para a Warren Commission a respeito da possibilidade de Lee Harvey Oswald ser um assassino controlado pela mente, Helms delineou a existência de “comunicação de rádio biológica”. “Ciência cibernética da teoria de comunicação e controle que se ocupa do estudo de sistemas de controle, como o cérebro e as comunicações elétricas e mecânicas”, admitiu Helms, “podem ser usadas ​​na moldagem do caráter de uma criança, inculcando conhecimentos e técnicas, na acumulação de experiência, no estabelecimento de padrões de comportamento social… todas as funções que pode ser resumidas como controle dos processos de crescimento do indivíduo”.
 Uma diretiva subsequente da CIA, resumida em brochura sobre “técnica cibernética” distribuída pela Mankind Research Unlimited, uma instalação de estudo de EMR em Washington, detalhou o desenvolvimento do estado profundo de um "meio pelo qual a informação de uma taxa modesta pode ser fornecida a humanos utilizando outros sentidos além da visão ou da audição.” De acordo com o folheto, a técnica cibernética da CIA, “baseada na pesquisa do leste europeu”, envolvia transmitir informações via radiofrequência para células nervosas humanas individuais. O objetivo, a diretiva afirmou, era de “melhorar o desempenho mental e físico de um sujeito”.
  “Recentemente, os pesquisadores da Universidade de Washington mostraram que podiam enviar os pensamentos de uma pessoa através de um computador para controlar o movimento da mão de uma pessoa sentada a 800 metros de distância. A equipe demonstrou pela primeira vez que essa conexão cérebro-a-cérebro era possível em agosto de 2013. Mas agora os pesquisadores colocaram a tecnologia em testes mais rigorosos e estão perto de torná-la utilizável em cenários do mundo real”, relatou o site Live Science.
 Neurocientistas na França implantaram falsas memórias no cérebro de ratos adormecidos em 2015. Usando eletrodos para estimular diretamente e registrar a atividade das células nervosas, criaram memórias associativas artificiais que persistiram enquanto os animais cochilaram e então influenciaram seu comportamento quando finalmente acordaram. O cientista do MIT também alcançou o mesmo resultado usando ratos em um experimento similar antes de 2013.
  Enquanto isso, pesquisadores japoneses desenvolveram um truque para implantar visões falsas no cérebro das pessoas, alterando a maneira como elas experimentam o mundo e, potencialmente, até mesmo o modo como pensam.
  Em 2016, o Dailymail informou que os cientistas descobriram um truque perturbador para plantar experiências falsas no cérebro das pessoas.
   Como o Huffington Post relatou em 2014, “o controle da mente está se tornando uma realidade”, no mundo da ciência, enquanto os cientistas de projetos negros estão muito à frente desses avanços, como este artigo ilustra. Sabendo de todas essas informações e vendo todas épocas citadas na história que um atirador ouviu vozes em sua cabeça, é preciso questionar se todos os tiroteios foram legítimos ou se alguns deles eram operações da CIA em estado profundo.
  Embora seja visto como um benefício ou uma "teoria da conspiração" de novo e de novo ao longo da história, as Armas de Energia Direta surgiram. Durante uma coletiva de imprensa em 2003, sob o presidente George W. Bush, Donald Rumsfeld afirmou que essas armas existiam, mas insistiu que elas ainda não estavam operacionais e estavam em estágios iniciais quando foi questionado por um repórter sobre suas capacidades atuais.
  Com a liberação inadvertida de arquivos suspeitos falando sobre o controle da mente, parecia não haver melhor momento para colocar este artigo.

 O site "Justia Patents" detalha algumas das patentes concedidas e pedidos de patentes pendentes para invenções de Hendricus G. Loos sobre como manipular o sistema nervoso humano pelo uso de campos eletromagnéticos!
 Quem é Hendricus G. Loos? De acordo com o site "Quora",  Loos pode ser um nome fictício que não pertence a uma pessoa! Desde 1978, Dr. Henry Loos, ou Dr. Hank Loos, recebeu 11 patentes dos EUA para dispositivos que visam manipular o sistema nervoso humano. Algumas das patentes incluem:
USP #3009080 - Aparelho e método para gerar e conter plasma com temperaturas ultra altas.
USP #4245909 - Um instrumento óptico para a medição da distribuição de tamanho de partícula.
USP #6238333 - Manipulação magnética remota de sistemas nervosos.
USP #6091994 - Manipulação pulsátil de sistemas nervosos.
USP #5782874 - Método e aparelho para manipulação do sistema nervoso.
USP #6017302 - Manipulação acústica subliminal do sistema nervoso.
USP #6506148 - Manipulação do sistema nervoso por campos eletromagnéticos a partir de monitor.
Todos os dispositivos são usados ​​para projetos de Controle da Mente executados pela CIA ou outras agências de inteligência. Um grupo de pesquisadores (sob o nome de Dr. H Loos) eram, na verdade, um grupo de profissionais contratados para pesquisar e inventar tais dispositivos, que poderiam ser desenvolvidos e utilizados para o controle mental maciço, guerra psicológica (PSYOPS), modificação do comportamento mais tarde pela CIA. Quora: Who is Hendricus G. Loos?
Outro site, o "Patent Buddy", fala sobre Loos residindo em Cresta Way, 3019, Laguna Beach, Califórnia 92651, enquanto outro site afirma que Loos é um "Mestre do Controle da Mente".
Então, sobre o que é isso: novidades falsas ou ciência real? Quem sabe quais são realmente os fatos quando os interesses adquiridos provavelmente querem manter a classificação da confusão. No entanto, volto ao site Justia com a extensa listagem de patentes e patentes pendentes, as quais indicam que alguém possui patentes para algo que limita a radiação não térmica em níveis baixos que podem e entram no sistema nervoso humano após a aplicação de certas técnicas concedidas sob patentes dos EUA.
Aqui estão algumas das patentes e informações relativas a Hendricus G. Loos, conforme publicado no Justia:
Número da patente: 6238333
Número da patente: 6167304
Número da patente: 6091994
Número da patente: 6081744
Número da patente: 6017302
Número de patente: 5995954
Número da patente: 5935054
Número da patente: 5800481  Observe esta patente incluir incentivos à radiação de microondas
Número da patente: 4475927
Número da patente: 4361403
Ao informações acima sugerem algumas das patentes estarem sendo usadas em várias tecnologias de microondas, dispositivos inteligentes e aparelhos e, possivelmente, por meio de geoengenharia do clima.
Essas patentes confirmam as informações e aplicações científicas em relação às frequências eletromagnéticas; como funcionam as suas aplicações em vários níveis de hertz baixos; e seus efeitos sobre o organismo humano, especialmente porque as empresas de serviços públicos estão expondo os clientes às frequências eletromagnéticas a partir de medidores inteligentes, que estão deixando as pessoas doentes, desorientadas e eletromagneticamente hipersensíveis em frequências milhares de vezes mais rápidas do que as frequências nas patentes concedidas acima.
Se essas patentes de baixas frequências podem causar várias reações biológicas humanas, o que está acontecendo com as EMFs nas gamas de gigahertz, nos quais os Medidores Inteligentes da AMI operam?
Um Hertz (Hz) é igual a um ciclo por segundo. Um kilohertz (KHz) é equivalente a mil ciclos por segundo. Um megahertz (MHz) é igual a um milhão de ciclos por segundo. Um Gigahertz (GHz) é uma frequência igual a um bilhão de hertz ou ciclos por segundo.
É preciso ter em mente que a faixa de frequência eletromagnética do corpo humano é de 7,83 Hz!
Michael Persinger, rádio-frequência para o controle da mente.
Dr. Michael Persinger e seus estudos sobre os efeitos da radiação eletro-magnética em nosso cérebro. Poderíamos especular que o HAARP (ou os HAARPs) poderia causar os mesmos efeitos? Veja abaixo a matéria e o vídeo sobre o Dr. Persinger e mais adiante outros exemplos de tecnologias de transmissão de voz diretamente para as cabeças das pessoas. Eu sei que parece viagem, mas leia o artigo inteiro e tire sua própria conclusão, tenho certeza que irá se surpreender.
O Dr. Michael Persinger, psicólogo e neurocientista, pesquisou os efeitos da radiação eletro-magnética no cérebro. Provou que os intervalos de variação da interferência no cérebro podem potencialmente diferenciar cérebros individualmente. Em outras palavras, indivíduos poderiam ser identificados por características específicas do seu cérebro.
"Os níveis de força para estas amplitudes (de campos magnéticos) são similares com aquelas associadas com os sinais (gerados por radio e sistemas de comunicação) os quais a maioria dos seres humanos estão expostos constantemente."
No vídeo abaixo (com legendas em português) é mostrado como a alteração comportamental através de ondas já era estudada desde mais d
O que segue foi dito em 1973 por Michael Persinger:
"Nas últimas duas décadas um potencial emergiu que era improvável, mas que é agora marginalmente viável. Este potencial é a capacidade técnica de influenciar diretamente a porção principal dos aproximadamente seis bilhões de cérebros da espécie humana sem mediação através das modalidades sensoriais clássicas, através da geração de informação neural dentro de um meio físico no qual todos os membros da espécie estão imersos."
Gostei também do que ele falou no vídeo mais ao final e que pode ser aplicado em quase todas as áreas da ciência hoje em dia:
"O método científico é a mais poderosa ferramenta que o cérebro humano já criou, para perseguir o desconhecido. Eu estou falando sobre o método científico, não "cientistas". A maioria dos cientistas seguem o comportamento social. Infelizmente eles tomam decisões baseado em qual pode ser o consenso, eles não desafiam o desconhecido."
 Em um programa de televisão, o Dr. Persinger afirma [Nota blog: não consegui confirmar a veracidade desta fonte] a sua teoria em relação a abduções alienígenas. Ele acredita que a atividade sísmica profunda de terra cria ondas eletro-magnéticas que percorrem a terra e emergem na superfície. Ele afirma que existe uma tendência a haver mais mais relatos freqüentes de abdução durante os tempos de terremotos, e que as experiências de abdução são meramente uma interpretação pelo cérebro das ondas eletromagnéticas. Interessante para dizer o mínimo!
 Durante as pesquisas um interessante gráfico gerado dinamicamente nas instalações do HAARP no Alaska, mostra as variações das ondas do campo magnético do planeta:
 Neste outro vídeo (do TED, em inglês) apresenta como pode ser gerada uma onda resultante capaz de representar o mapa de cada área cerebral. https://youtu.be/xkyCA8_zhWw e https://youtu.be/F9cjtKIO1Y4
 Para aqueles que ainda duvidam da possibilidade do uso de ondas eletro-magnéticas para controle mental ou amplificar um som dentro da cabeça de humanos, vamos a mais alguns artigos e patentes.
Jogos Mentais
A versão impressa do Washington Post publicou  em janeiro de 2007 um artigo intitulado "Mind Games" (Jogos Mentais), caçoando de grupos que discutem esta tecnologia, mas deixou escapar informações muito interessantes:
  "Um trabalho acadêmico escrito para a Força Aérea em meados dos anos 90 menciona a ideia de uma arma que usaria ondas sonoras para enviar palavras dentro cabeça de uma pessoa. O sinal pode ser uma 'mensagem de Deus', que pode alertar o inimigo de uma morte iminente, ou encorajar o inimigo a se render".
Em 2002, o Laboratório de Pesquisas da Força Aérea americana patenteou justamente esse tipo de tecnologia: o uso de microondas para enviar palavras para dentro da cabeça de alguém. A patente foi baseada em um experimento humano de outubro de 1994, onde os cientistas do laboratório da Força Aérea foram capazes de transmitir frases para dentro da cabeça dos seres humanos.
Esse trabalho é frequentemente citado em sites sobre controle mental. Rich Garcia, porta-voz da direção do laboratório de pesquisa de energia dirigida, se recusou a discutir essa patente ou outras atuais, e nem pesquisa de campo na área, citando que a política do laboratório é não comentar sobre o seu trabalho de microondas.
 Dispositivo Voz para Crânio
 Temos o dispositivo Voice-to-Skull, ou Dispositivo Voz para Crânio, que foi publicado pelo Centro do Exército para Lições Aprendidas (Call) na década passada, mas o link original foi removido. O resumo do dispositivo ainda se encontra no site da Federation of American Scientists (Federação dos Cientistas Americanos). Segue o texto:
Definição / Escopo: Arma não-letal, que inclui (1) um dispositivo electromagnético de neuro-transmissão, que utiliza som microondas no crânio de pessoas ou de animais, por via de radiação de microondas de pulso modulado, e (2) um dispositivo de som silencioso que pode transmitir o som no crânio de pessoa ou animal. NOTA: A modulação do som pode ser de voz ou de mensagens de áudio subliminares. Uma aplicação de V2K é em seu uso como um espantalho eletrônico para assustar as aves nas proximidades de aeroportos
Sistema de apresentação subliminar silenciosa
Temos ainda uma patente de 1992 com o título de "Silent subliminal presentation system", ou "Sistema de apresentação subliminar silenciosa". de Oliver M. Lowery, que informa em sua descrição:
 Um sistema de comunicações silencioso no qual portadores "nonaurais", na gama de frequência de áudio muito baixa ou muito alta ou no espectro de frequência ultra-sônica adjacente, são modulados em amplitude ou frequência com a inteligência desejada e propagadas acusticamente ou vibracionalmente por indução para cérebro, tipicamente através o uso de alto-falantes, fones de ouvido ou transdutores piezoelétricos. Os portadores modulados podem ser transmitidos diretamente e em tempo real ou podem ser convenientemente gravados e armazenados em meios mecânicos, magnéticos ou ópticos para a transmissão atrasada ou repetida ao ouvinte.
O Projetor Sônico do DARPA
 Em um artigo na Wired News, entitulado "A Voice Only You Can Hear: DARPA’s Sonic Projector", ou "Uma Voz que Apenas Você Pode Ouvir: O Projetor Sônico do DARPA", em sua descrição informa que:
O objetivo do programa Projetor Sônico é prover às forças especiais um método silencioso de comunicação de áudio em distâncias superiores a 1 km. A tecnologia  do Projetor Sônico baseia-se na interacção não-linear do som no ar traduzir um sinal de ultra-som em som audível. O Projetor Sônico será projetado para ser um sistema a ser implementado em humanos, utilizando tecnologia de transdutor acústico de alta potência e algoritmos de processamento de sinal, que resultam em ausência de som, ou som não inteligível, em nenhum lugar a não ser no alvo escolhido. O Projetor Sônico pode ser usado para esconder as comunicações das forças de operações especiais e missões de resgate de reféns e para interromper as atividades inimigas.
 Recomenda-se visitar o site Site Controle Físico da Mente (em português) com artigos científicos na área e conteúdo interessante, com links para patentes e artigos sobre o assunto.
Este é um assunto polêmico e mesmo muitas pessoas familiares com as diferentes facetas da "Nova Ordem Mundial" ainda não conhecem muito bem ou nem ouviram falar. Muita coisa fica no campo da especulação, como a possibilidade do(s) HAARP(s) ser(em) utilizado(s) para comandar estas ondas nos cérebros das pessoas, e eu mesmo sou cético em relação a muita coisa (por exemplo a utilização de implantes em pessoas para molestá-la remotamente). Mas o que é certo é que a tecnologia realmente existe, a questão é: quando ela (foi?/)será utilizada e contra quem?
  Fontes:



Fontes:
- Notícias Naturais: Funcionário da Monsanto Admite que Existe um Departamento para Desacreditar Cientistas


Experimentos da Bayer usaram armas químicas semelhantes a pesticidas

É fácil fazer piadas sobre a Monsanto estar alinhada com o diabo, dada a quantidade de destruição que seus produtos e práticas comerciais causaram ao meio ambiente e à humanidade. No entanto, à medida que a fusão da empresa com a Bayer se aproxima da realidade, ela se encontra emparelhada com uma empresa que, por sua própria conta, teve uma participação direta no desenvolvimento de armas químicas mortais para Adolf Hitler.
O pesticida à base de cianeto Zyklon B, que a Alemanha nazista usou para matar mais de um milhão de pessoas nas câmaras de gás em Auschwitz, foi desenvolvido pela Interessen-Gemeinschaft Farben, ou IG Farben, abreviadamente; a Bayer é um desdobramento dessa empresa.
De fato, sua conexão é tão forte que um executivo da Bayer sentiu a necessidade de pedir desculpas pelas ações da IG Farben durante o Holocausto. Essa reviravolta foi impulsionada pelo escritor vencedor do Prêmio Nobel, Elie Wiesel. O sobrevivente do Holocausto cancelou um discurso marcado como parte da série de palestras Three Rivers em 1995, em Pittsburgh, quando descobriu que Bayer era um dos patrocinadores da série. É difícil culpá-lo; afinal de contas, sua mãe e sua irmã estavam entre as centenas de milhares de judeus mortos em Auschwitz, onde muitos foram mortos pelo gás Zyklon B produzido pela empresa controladora da Bayer. O próprio Wiesel trabalhou em uma das fábricas de mão-de-obra escrava da IG Farben quando menino.
Ao saber disso, o então chefe da Bayer, Helge Wehmeier, visitou pessoalmente o apartamento de Wiesel em Nova York para discutir o assunto. Wiesel disse ao Pittsburgh Post-Gazette que ficou comovido com o gesto, mas disse a Wehmeier que a Bayer nunca pediu desculpas pelo seu papel no extermínio de tantas pessoas. Isso levou Wehmeier a oferecer um sincero pedido de desculpas, dizendo que as ações do regime nazista o chocaram e envergonharam.
Quando Wiesel finalmente fez o discurso, foi Wehmeier quem o apresentou, desculpando-se diante da multidão de 1.800 pessoas e dizendo: "Sinto pesar e peço desculpas pela desumanidade de meu país e pelo que a IG Farben fez ao seu povo".
A Monsanto e a Bayer podem tentar minimizar essa conexão e, como Wehmeier, os atuais executivos da Bayer não são responsáveis ​​pelo que aconteceu há anos, mas o fato de que eles até sentiram a necessidade de pedir desculpas mostra o quão culpados eles eram na época.

O ex-diretor da IG Farben , que desempenhou um papel direto no desenvolvimento do Zyklon B, Dr. Fritz ter Meer, foi considerado culpado de crimes contra a humanidade e genocídio. Depois de cumprir quatro anos de uma sentença de sete anos de prisão, ele voltou ao trabalho para a Bayer e serviu como seu presidente por mais de uma década.

Mesmo uma empresa com um passado nazista não quer o nome da Monsanto

A Bayer pode não conseguir escapar de suas antigas conexões com os nazistas, mas a empresa deve pensar que o nome Monsanto tem uma conotação muito pior, porque eles planejam abandonar o nome quando a aquisição de 63 bilhões de dólares for aprovada.

Eles disseram em um comunicado: “A Bayer continuará sendo o nome da empresa. A Monsanto não será mais o nome da empresa. Os produtos adquiridos manterão suas marcas e farão parte do portfólio da Bayer”.

Não importa o nome pelo qual passem, muitas pessoas estão preocupadas com o fato de que obteremos mais do mesmo com a Bayer no controle dos ativos da Monsanto que incluem o herbicida mais popular do mundo, o Roundup, que foi rotulado como provável carcinógeno pela OMS.

Na verdade, a Bayer logo se encontrará em uma posição em que pode causar câncer mortal, infertilidade e inúmeros outros problemas para uma ampla gama de pessoas em todo o mundo. Qualquer um que não esteja nervoso com essa aquisição precisa prestar mais atenção.

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Fontes:


Enquanto centenas de ações judiciais contra a Monsanto por danos pessoais e por homicídio culposo avançam, a farmacêutica alemã Bayer recebeu sinal verde para adquirir a Monsanto em um acordo que supera os US$ 60 bilhões. A fusão do mega monopólio foi aprovada pelo Departamento de Justiça dos EUA em abril. Em vez de quebrar os monopólios, os EUA encorajam os monopólios a se fundirem com outros monopólios, enquanto a elite agrícola e farmacêutica clama por dominação sobre o suprimento mundial de alimentos e medicamentos. A fusão segue os passos das fusões da Dow-DuPont e da Syngenta-ChemChina.

A Monsanto e a Bayer anunciaram a fusão em setembro de 2016, alegando que o acordo "impulsionaria a pesquisa e a inovação na agricultura". Isso significa apenas que haverá mais modificações genéticas na vida das plantas para acomodar novas invenções de agroquímicos. Muitos agricultores não estão acreditando nisso. Durante as safras de 2016 e 2017, os agricultores dos Estados Unidos foram atormentados pelo dicamba. Milhões de acres de lavouras dos EUA foram danificados em 2017 por um herbicida à base de dicamba, fabricado pela Monsanto e pela BASF SE. A fim de manter os rendimentos das culturas mais lucrativas, os agricultores ficam presos ao cultivo apenas das sementes geneticamente modificadas que foram projetadas para resistir aos herbicidas. Esta aquisição corporativa da agricultura colocou muitas pequenas fazendas familiares fora do negócio, consolidando terras agrícolas nas mãos de poucos. De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, os EUA continuam acabando com fazendas menores em favor de fazendas maiores. Em 1987, fazendas maiores, representando pelo menos 2000 acres, controlavam 15% das terras cultiváveis ​​dos EUA. Em 2012, as grandes fazendas controlavam 36% das terras cultiváveis ​​dos EUA. O sufoco de pequenas fazendas e da biodiversidade continuou desde então.

No centro de Montana, o agricultor de quarta geração Todd Enley diz que quando os produtos químicos e as sementes se tornam mais consolidados, o pequeno agricultor não pode competir. Ele, como outros pequenos agricultores que lutam ano a ano, não viu muitos benefícios dos transgênicos e agroquímicos. Ele disse ao site Business Insider: “Nossa fazenda está aqui desde 1935, e eu tenho 40 anos e já vi muitas fazendas familiares falirem em nossa área. Eles não podem competir porque não podem pagar o preço do insumo porque essas empresas estão querendo cobrar por insumos agora”. Ele iterou: “Esses figurões corporativos, eles realmente vão fazer o que dizem?
Apesar das alegações da Monsanto de alimentar o mundo, o custo de produtos saudáveis ​​e nutritivos aumentou ao longo dos anos. Isso ocorre porque a Monsanto está alimentando os químicos sintéticos do mundo, tornando os alimentos nutritivos e não poluídos mais difíceis de encontrar. A Monsanto não está ajudando os agricultores com métodos de cultivo sustentáveis, mas sim forçando mais agricultores a depender de agroquímicos e práticas de cultivo de monocultivos que colocam em risco a oferta de alimentos e a saúde humana.
Enquanto os EUA tentam fechar a fabricação de armas químicas na Síria, o país abriga suas próprias instalações de armas químicas, um mal chamado Monsanto. Foi a Monsanto que fabricou o Agente Laranja, o qual foi usado em três milhões de soldados americanos no Vietnã e em incontáveis ​​vietnamitas, causando desumanamente o sistema nervoso e danos genéticos. 500.000 crianças nasceram com defeitos congênitos e um milhão adicional de pessoas sofreram problemas de saúde ou deficiências devido ao agente laranja da Monsanto. É justo que a Monsanto se una à Bayer, uma empresa que fabrica e vende os produtos químicos que foram usados ​​para matar judeus na Alemanha nazista. A Bayer, junto com a BASF e a Hoechst, originalmente se fundiu como IG Farben e contribuiu pesadamente para Adolf Hitler. Em troca, Hitler confiava nos fabricantes de produtos químicos para criar o Zyklon B, uma arma química usada em Auschwitz e em outros campos de concentração para exterminar os judeus que eram muito velhos, muito pequenos ou muito fracos para trabalhar.
A fusão Bayer-Monsanto é uma combinação do inferno - dois fabricantes de armas químicas que estão prejudicando a biodiversidade, levando pequenos fazendeiros à falência e destruindo a saúde humana com venenos como o Roundup (glifosato) e dicamba, enquanto tomam o suprimento mundial de alimentos com suas experimentações genéticas.
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Fontes:


Ex-Funcionários do Facebook: "Nós Ocultamos Notícias Rotineiramente"
Por exemplo, desde que começou a Marcha Contra a Monsanto, o Facebook ocultou notícias prejudiciais para a corporação desinformando constantemente os usuários. Diversas páginas famosas como a Organics Consumers, a própria Marcha Contra Monsanto e muitas outras organizações cidadãs, denunciaram a censura deste tipo no mural do Facebook.

Em março, também houveram queixas de eliminação de grupos e eventos. Parece que o Facebook não apenas permite manobras corporativas que "enganam" o sistema para eliminar páginas, grupos e eventos, mas também impunemente encarrega este trabalho ao seu pessoal.

Os funcionários do Facebook ocultam sistematicamente notícias de interesse geral para os leitores informados que buscam jornalismo independente. Esta manipulação é executada através da eliminação de posts na seção de notícias da influente rede social, segundo explica um ex-funcionário do Facebook que trabalhou no projeto,

Seção "Notícias" do Facebook (início)


Esta pessoa diz que os funcionários do Facebook "evitam histórias" sobre temas precisos e "outros tópicos não desejados que aparecem na influente seção, embora estejam na tendência orgânica dos usuários".

Internamente, eles são chamados de "comissários de notícias" (curadores) do Facebook.

O ex-funcionário do Facebook disse também que eles são instruídos a "injetar" artificialmente histórias previamente selecionadas (no módulo de notícias) para induzir tendências, inclusive se os posts não forem suficientemente populares, para justificar sua inclusão -  e em alguns casos não tinham sido vistos em absoluto.

Os ex-comissários, todos os quais trabalham como contratados, disseram que além de serem ordenados a não incluir notícias sobre o Facebook no módulo de tendências (Notícias do Facebook, gráfico acima).

Em outras palavras, a seção de notícias do Facebook funciona como uma sala de redação tradicional, que reflete o preconceito de seus trabalhadores e os imperativos institucionais da corporação.

A imposição de alguns valores humanos no editorial do Facebook (página oficial), pouco tem a ver com seus algorítimos totalitários e operacionais de censura que estão totalmente contra as afirmações da empresa sobre o módulo de notícias quando diz que "se limita a listar os temas que recentemente se tornaram populares no Facebook".

Quem descobriu o segredo?

Antes de aparecerem entrevistas dos ex-comissários do Facebook, foi noticiado outro fato grave. As presentes revelações surgiram logo que o site Gizmodo informou detalhes sobre o funcionamento interno de uma equipe do Facebook para regular as tendências de notícias.

Por exemplo, desde que começou a Marcha Contra a Monsanto, o Facebook ocultou notícias prejudiciais para a corporação desinformando constantemente os usuários. Diversas páginas famosas como a Organics Consumers, a própria Marcha Contra Monsanto e muitas outras organizações cidadãs, denunciaram a censura deste tipo no mural do Facebook.

Em março, também houveram queixas de eliminação de grupos e eventos. Parece que o Facebook não apenas permite manobras corporativas que "enganam" o sistema para eliminar páginas, grupos e eventos, mas também impunemente encarrega este trabalho ao seu pessoal.

Os funcionários do Facebook ocultam sistematicamente notícias de interesse geral para os leitores informados que buscam jornalismo independente. Esta manipulação é executada através da eliminação de posts na seção de notícias da influente rede social, segundo explica um ex-funcionário do Facebook que trabalhou no projeto,

Seção "Notícias" do Facebook (início)




Esta pessoa diz que os funcionários do Facebook "evitam histórias" sobre temas precisos e "outros tópicos não desejados que aparecem na influente seção, embora estejam na tendência orgânica dos usuários".

Internamente, eles são chamados de "comissários de notícias" (curadores) do Facebook.

O ex-funcionário do Facebook disse também que eles são instruídos a "injetar" artificialmente histórias previamente selecionadas (no módulo de notícias) para induzir tendências, inclusive se os posts não forem suficientemente populares, para justificar sua inclusão -  e em alguns casos não tinham sido vistos em absoluto.

Os ex-comissários, todos os quais trabalham como contratados, disseram que além de serem ordenados a não incluir notícias sobre o Facebook no módulo de tendências (Notícias do Facebook, gráfico acima).

Em outras palavras, a seção de notícias do Facebook funciona como uma sala de redação tradicional, que reflete o preconceito de seus trabalhadores e os imperativos institucionais da corporação.

A imposição de alguns valores humanos no editorial do Facebook (página oficial), pouco tem a ver com seus algorítimos totalitários e operacionais de censura que estão totalmente contra as afirmações da empresa sobre o módulo de notícias quando diz que "se limita a listar os temas que recentemente se tornaram populares no Facebook".

Quem descobriu o segredo?

Antes de aparecerem entrevistas dos ex-comissários do Facebook, foi noticiado outro fato grave. As presentes revelações surgiram logo que o site Gizmodo informou detalhes sobre o funcionamento interno de uma equipe do Facebook para regular as tendências de notícias.

Nesta denúncia foram expostos um pequeno grupo de jornalistas, educados principalmente em universidades privadas ou da costa leste dos Estados Unidos, que estava encarregado de "supervisionar" a tendência do módulo de Notícias do Facebook (ou seja, o início do Facebook onde é visto o que seus amigos publicam ou as páginas que você segue).

O Gizmodo informou que os "comissários" têm acesso à uma lista classificada de temas atuais sugeridos pelo algorítimo do Facebook, o qual dá prioridade às histórias que devem ser mostradas aos usuários na seção de tendências. Os comissários escrevem títulos e resumos de cada tema, e incluem links para sites de notícias. A seção, a qual foi lançada no ano de 2014, constitui de uma das mais bem enraizadas da internet e ajuda a ditar o que os usuários leem (milhões no mundo todo).

Arbitrariedade Toral - "Listas Negras" e Tendências

"Dependendo de quem estava no turno, as coisas eram incluídas ou não em listas negras ou de tendências", disse o ex-comissário que pediu para permanecer no anonimato por temer "represálias" da empresa. O ex-comissário é politicamente conservador, um de um pequeno grupo de conservadores que compartilham pontos de vista sobre a equipe de tendências.

"Eles eliminam notícias sobre os candidatos que você pensava em votar, para não ofuscar a oposição", afirmou o ex-comissário.

O ex-comissário estava tão perturbado pelas omissões e arbitrariedade com que manipulam as tendências e notícias do Facebook que decidiu falar.

Querem saber o que o Facebook realmente pensa dos jornalistas?

"Dependendo do que você procura, o Facebook é mostrado como o salvador ou o destruidor do jornalismo em nossa época", afirmou o ex-funcionário do Facebook, no entanto e a modo de exemplo: "outro ex-comissário era fanático e tinha uma forte aversão às fontes de notícias de direita. E ele comportou-se absolutamente arbitrário. Foi censura direta", declarou.

"Nós fazíamos subjetivamente. Tudo depende do comissário e o horário. De vez em quando recebíamos um alerta vermelho sobre alguma história, por diversas temáticas. E nosso trabalho era buscar a mesma história de uma óptica contrária. Para que não fosse percebida a censura".

"Nossa perspectiva somente coincidia com os meios de comunicação como o The New York Times, BBC e CNN", acrescentou.

Outros ex-comissários entrevistados negam a ocultação de notícias. Mas para quê estavam trabalhando como "comissários de notícias", afinal?

Leia mais:

http://www.anovaordemmundial.com/2015/04/facebook-trabalha-com-o-pentagono-e-isto-e-apenas-o-comeco.html



Fonte quinta-feira, 19 de maio de 2016






A Bayer certamente sabe uma ou duas coisas sobre a troca de marca para salvar a face; uma vez conhecida como IG Farben, a empresa se envolveu em uma série de atos repugnantes no passado, incluindo o uso de trabalhadores escravos judeus durante o Holocausto. Mudar seu nome para a Bayer não mitigou esse fato - embora certamente tenha ajudado a empresa a continuar lucrativa.

É quase certo que essas duas empresas acabaram juntas, pois tanto a Bayer quanto a Monsanto têm um histórico de crimes contra a humanidade. Infelizmente, esse emparelhamento malvado vai significar um desastre para o resto de nós.

Mudar nomes não significa nada

À medida que a fusão da Bayer e da Monsanto se aproxima, a Bayer revelou que, uma vez combinada, o nome Monsanto deixará de existir. Em vez disso, a Monsanto e seus produtos simplesmente se tornarão parte da "família" da Bayer.

Mas a renomeação do Roundup como um produto da Bayer muda o fato de que ele é tóxico e deixa as pessoas doentes? Não. A mídia independente repentinamente parará de relatar seu glifosato causador de câncer e produtos transgênicos perniciosos? Absolutamente não. A Monsanto pode desaparecer no nome, mas seu legado de toxicidade e desrespeito pela vida humana infelizmente continuará vivo - e as pessoas estão certas em se preocupar com o que vem a seguir.

Embora o nome Bayer possa não chamar tanta ira quanto o nome da Monsanto, ele deveria - e talvez um dia o faça. A história da empresa Bayer é tão sórdida e distorcida quanto a da Monsanto, afinal de contas.

Mais de 20 anos atrás, Helge Wehmeier, então chefe da Bayer Corp, pediu desculpas publicamente ao falecido Elie Wiesel e outros sobreviventes do Holocausto pelas ações notoriamente desumanas da IG Farben.

Sinto pena e arrependimento e peço desculpas pela desumanidade de meu país pelo que a IG Farben fez ao seu povo”, disse Wehmeier a Wiesel durante uma palestra em 1995. Wiesel foi um dos muitos trabalhadores escravos judeus usados ​​pela empresa durante o Holocausto. A empresa também teria investido pesadamente no desenvolvimento do Zyklon B, um inseticida tóxico.

O passado sombrio de Bayer

Os cientistas da IG Farben também realizaram experimentos com seus escravos cativos. Em 2003, a sobrevivente do Holocausto Zoe Polanska Palmer falou sobre suas experiências como um teste nazista. Muitos médicos da SS supostamente trabalharam para a empresa-mãe da Bayer, a IG Farben, incluindo o Dr. Victor Capesius e o Dr. Helmut Vetter - ambos julgados e condenados por vários crimes de guerra, sendo este último executado após a guerra. Capesius, diz Polanska Palmer, é o médico que fez experimentos nela e testemunhas dizem que ele trabalhava para a Bayer.

A Sra. Polanska Palmer não estava sozinha; inúmeras crianças foram supostamente sequestradas e colocadas em experimentos. No final da década de 1990, Eva Mozes Kor lançou seu próprio processo contra a Bayer, alegando que a empresa supervisionou a compra dela e seu irmão gêmeo dos nazistas e que eles foram então usados ​​como "cobaias" pelo infame Josef Mengele. Kor alega que ela e outras crianças foram propositadamente infectadas com uma série de doenças “para testar a eficácia de vários medicamentos fabricados pela Bayer”.

Kor declarou na época: “Depois de 54 anos, é hora de a Bayer assumir a responsabilidade por suas ações.” Além da restituição financeira, Kor disse que quer ouvir um pedido de desculpas. Embora a Bayer tenha admitido o uso de trabalho escravo, a empresa não divulgou prontamente os outros atos de maldade em que sua empresa-mãe estava envolvida.

Em 2003, em resposta às alegações de Polanska Palmer, a Bayer alegou que o nome Bayer nem existia entre 1925 e 1952 e, portanto, a empresa que conhecemos hoje não tinha nada a ver com a IG Farben. Sério?

Como as fontes explicam, a IG Farben nunca deixou de existir. Mesmo que os aliados tenham desmembrado a empresa devido a suas atividades más e desumanas, ela simplesmente se tornou três novas empresas: Bayer, Hoechst e BASF. Em 2012, a IG Farben ainda existia como uma empresa em liquidação.

A Bayer está realmente tão distante da IG Farben quanto afirma estar?
Leia mais:

 
Fontes:


       

 ðŸ†˜ðŸ‡§ðŸ‡·ðŸ‡®ðŸ‡±ðŸ‡ºðŸ‡¸ Em março de 2018, 
antevimos a aliança entre Bolsonato e Trump
contra o holograma da Nova Ordem Mundial:
http://bit.ly/bolsonaro-trump

Carta do Presidente dos EUA, Donald Trump
ao diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, 
no dia 18 de  maio de 2020, 
informando a suspensão dos pagamentos 
devido aos atos ilícitos daquela entidade 
desencadeando mortes e muito sofrimento 
com desinformações sobre o ComunaVirus:  
https://lnkd.in/g6cZ2UY

Sobre a Nova Ordem Mundial

Paper 🆓📚 http://bit.ly/nova-ordem


Sobre a importância de Jair Bolsonaro,
 Paper 🆓📚 http://bit.ly/pbolsonaro     


Sobre a aliança com Israel:
Paper 🆓📚  http://bit.ly/ambhipocr 

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