quarta-feira, 14 de julho de 2010

Hospitais estariam errando ao ministrar remédios


 
Ao ler a notícia, abaixo,  publicada no "Espaço Vital", e ponderando as décadas que pesquisamos a efetividade da Justiça, a morosidade e a ética nos conflitos:
http://www.padilla.adv.br/etica
 
Após anos percebendo tantas distorção na aplicação do direito
http://www.padilla.adv.br/teses/normas
 
OCORRERAM-ME ALGUMAS QUESTÕES:
 
Vivemos sob democracia apenas aparente?
 
A liberdade sumiu porque o Poder, que a deveria garantir, tornou-se refém da influência da crença de superficialidade para celeridade?
 
Segurança jurídica e a realização da efetiva justiça deixaram de ser importantes?
 
Até onde vai a manipulação do "processo de pensamento" por lobitas e mídia a serviço das corporações?
 
Robotizam as pessoas para as transformar em engrenagens da indústria de consumo?
 
Essa superficialidade começa a se espalhar, e afetar áreas distintas da jurídica?
 
Os erros na medicina, como os abaixo noticiados, são típicos de falta de atenção?
 
     Atenciosamente,
     Professor PADilla*  Luiz Roberto N. Padilla
     http://lattes.cnpq.br/3168948157129653
     OAB-RS 016.697
 
*    Departamento de Direito Privado e Processo Civil
     Secular e histórica  Faculdade de Direito da  U F R G S
     Campus Central Porto Alegre Cep 90046-900 (51)3308 3322
 
* Para realizar grandes sonhos, é preciso sonhar GRANDE.
 
TGPs - Teoria Geral dos Processos
Os processos de pensamento e de comunicação, dos quais são espécies os jurídicos: administrativos, cíveis, desportivos, eleitorais, legislativos, penais e trabalhistas
http://www.padilla.adv.br/UFRGS/TGP
 
Mais trabalhos e livros?
http://www.padilla.adv.br/teses
 
 
Hospitais estariam errando ao ministrar remédios

(14.07.10)

Hospitais estariam oferecendo remédios a pacientes em horários e doses errados em ao menos um terço dos casos. É o que aponta uma pesquisa realizada em cinco hospitais do Brasil pela USP de Ribeirão Preto e pela UFMG. Das 4.958 administrações de medicamentos analisadas durante o estudo, 1.500 apresentaram problemas.

A maioria dos erros foi cometida com drogas para tratar problemas cardiovasculares e do sistema nervoso e antibióticos. Tomar antibiótico fora do horário, por exemplo, favorece o surgimento de bactérias resistentes.

Os nomes das instituições não foram divulgados pelos pesquisadores, mas a proporção de erros encontrada seria a mesma de outros estudos realizados no país e no exterior. O problema atinge hospitais públicos e privados.

Uma das principais causas seria falta de formação da equipe de enfermagem sobre questões relacionadas à segurança do paciente, segundo Adriano Reis, professor de farmácia da UFMG. "Erros também podem ocorrer por problemas como falhas no sistema de distribuição dos medicamentos e sobrecarga das equipes de trabalho", diz.

Medidas preventivas elementares, como checar o nome do paciente no frasco do medicamento e a via correta de administração, também estariam sendo deixadas de lado. O doente pode ajudar a reduzir equívocos. Usar a pulseira de identificação durante toda a internação ajuda.

"O paciente informado pode ser uma barreira. Deve suspeitar e perguntar sobre alterações na administração, como receber uma injeção no lugar de um comprimido", aconselha Hessem Miranda Neiva, diretora do Instituto para Práticas Seguras do Uso de Medicamentos. (Com informações da Folha de São Paulo).
http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=19593